Sexta-feira, Julho 10, 2009

Proposta de alterações ao EMGNR, enviada ao MAI pela ASPIG (introdução)


A Direcção Nacional da ASPIG, atenta ao actual momento de descontentamento e frustração, que se vive no seio da Guarda, devido às profundas alterações causadas pela entrada em vigor da nova Lei Orgânica e agora que se vislumbra a aprovação e entrada em vigor dos Diplomas relativos ao estatuto profissional e remuneratório, da Guarda Nacional republicana tem a expor o seguinte:

Após uma breve análise face à limitação imposta em termos de prazo aos projectos dos diplomas em questão (EM/GNR e Regime Remuneratório), a Direcção Nacional da ASPIG, concluiu que em termos de conteúdo e substância, as alterações efectuadas aos Projectos dos diplomas agora recebidos, pouco de novo trazem em termos positivos, no sentido de irem de encontro às legítimas expectativas e anseios da grande maioria dos militares da Guarda. Sendo que ao nível do Regime remuneratório, com a inclusão de novos Suplementos e sobreposição de níveis remuneratórios no caso da categoria de Guardas e em alguns casos (pontuais) na de Sargentos. o projecto agora apresentado, ainda veio acentuar mais as assimetrias remuneratórias entre as diversas categorias profissionais e postos, pelo que é quase um dado adquirido que este Diploma vai contribuir para elevar a frustração, descontentamento e desmotivação na grande maioria dos profissionais da Guarda. Factor este, que deve ser tido em conta pelo MAI, e feitas as devidas alterações antes da aprovação do referido diploma.

No caso do EMGNR, mesmo não sendo esta Associação contra a manutenção da condição militar da Guarda num quadro institucional próprio, é notório o acentuar e o exacerbar da terminologia aplicada, conceitos e regras “militaristas” no novo estatuto, algumas delas desvirtuadoras do carácter estatutário e função dos profissionais da Guarda como membros de uma Força de Segurança, voltada para a manutenção de ordem publica e segurança interna, os quais esta Associação e no geral os profissionais da Guarda não concordam e consideram desfasados, devido às expectativas criadas, à época em que vivemos e ao contexto em que Portugal se insere no seio da União Europeia.
(...)

Acesso ao documento global, contactar a Direcção Nacional da ASPIG através do e-mail: aspig.gnr@gmail.com

ASPIG - Direcção Nacional

73 comentários:

Anónimo disse...

Até que ponto um militar da Guarda se sentirá condicionado na sua liberdade de expressão e na “luta” pelas suas ideias, quando sabe que se lhes é aplicado o seguinte regime:

1- Ao militar da Guarda são aplicáveis a Lei de Bases Gerais do Estatuto da Condição Militar (LBGECM), o Código de Justiça Militar (CJM), o Regulamento de Disciplina da Guarda Nacional Republicana (RDGNR), o Regulamento de Disciplina Militar (RDM), o Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM) o Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas (RMMMCFA) e o Regulamento das Medalhas de Segurança Pública (RMSP), com os ajustamentos adequados às características estruturais deste corpo militar e constantes dos respectivos diplomas legais ou em outros regulamentos.
2- As referências feitas no CJM às Forças Armadas consideram-se, para efeitos do mesmo Código, como abrangendo a Guarda Nacional Republicana.
3- A competência prevista no nº 2 do artigo 49º do RMMMCFA, aprovado pelo Decreto-Lei nº 316/2002, de 27 de Dezembro, é conferida ao comandante-geral da Guarda Nacional Republicana sempre que o agraciado no desempenho da respectiva missão se encontre sob comando operacional da Guarda.

Eu só já pedia apenas uma coisa: por favor… no prazo máximo de 90 dias, após a entrada em vigor do(s) novo(s) estatuto(s), regulamentem e/ou publiquem os “pacotes legislativos especiais “ a que aludem algumas normas do(s) estatuto(s).
É isto que tem faltado. O Estatuto de 1993 (ainda em vigor) passados 16 anos muita coisa ficou por não se concretizar porque ninguém regulamentou muitas das suas normas que careciam de ser regulamentadas.
Este é um assunto que as associações dos militares da Guarda deviam – em conjunto – exigir ao poder político. Uma espécie de “juramento” do Ministro da Administração Interna no sentido de que em 90 dias, após a publicação, os estatuto(s) poderem ser aplicados em toda a sua plenitude.
Os militares da Guarda estão cansados de diplomas institucionais criadores de expectativas. Isso mesmo….expectativas….

Paulo

Anónimo disse...

Plenamente de acordo.

Camarada Paulo.

HJ.

Anónimo disse...

Com tanto dever e regulamento, acredito que até os prisioneiros de Guantánamo, tenham mais direitos que nós.

Anónimo disse...

Se certas demoras na publicação da regulamentação dos diplomas legais que não têm como objecto pessoas, fazem algum sentido, tais demoras relativamente a qualquer Estatuto Pessoal é, no minimo, falta re consideração e respeito pelas pessoas.
É, na minha opinião, o que se tem verificado com o Estatuto da GNR publicado em 1993 e ainda em vigor: algumas dezenas de normas carecem, desde então, de regulamentação para que se possa aplicar o Estatuto no que respeita a essas normas.
Sucessivos Governos adiaram sempre essas obrigação, moral, política e legal.
Punições? Zero!!!!

RUI

Anónimo disse...

Quando começo a ler um Estatuto onde se verifica com frequencia:
"conforme despacho";
"conforme legislação especial";
"conforme portaria";
Entro logo em "paranoia". Isto porque já sei que grande parte desse Estatuto nunca vai ser aplicado.
Regulamentem os diplomas!!!

UNTB

Anónimo disse...

http://tv1.rtp.pt/antena1/index.php?t=Antena1-entrevista-o-Comandante-Geral-da-GNR.rtp&article=1056&visual=11&tm=16&headline=13
(Ver)

Soldado de Infantaria - GNR disse...

TODOS SABEMOS QUE A "OFICIALADA" QUE ACOMPANHA A ELABORAÇÃO DO NOVO ESTATUTO TEM UMA MENTALIDADE PRÉ-25 ABRIL DE 1974 E CONSEGUE FACILMENTE ENGANAR OS INGÉNUOS POLÍTICOS DO GOVERNO DE SÓCRATES.

CLARO QUE TUDO O QUE REMETE PARA LEGISLAÇÃO ESPECIAL, A COMEÇAR PELO HORÁRIO DE REFERÊNCIA, É PARA MANDAR ÀS "ORTIGAS". NUNCA PASSARÁ DO PAPEL, EXACTAMENTE O QUE ACONTECEU AO ESTATUTO DE 1993.
TANTO MAIS QUE VÊM AÍ LEGISLATIVAS COM POSSIVEL MUDANÇA DO PODER POLÍTICO. ASSIM O ESTATUTO AFIRMA A MILITARIZAÇÃO DA GNR (OS PATRULHEIROS DO TERRITORIAL VÃO CONTINUAR A SER OS "ESCRAVOS" DA GUARDA) E TUDO O QUE TEM ALGUM CHEIRO DE MUDANÇA NUNCA SERÁ REGULAMENTADO.
OS MILITARES SEMPRE SE RIRAM NA CARA DOS POLÍTICOS DA ACTUAL DEMOCRACIA PARLAMENTAR. INFELIZMENTE ESTES PARCE QUE NÃO QUEREM ABRIR OS OLHOS.

TODOS SABEMOS QUE A VERDADEIRA REESTRUTURAÇÃO DA GUARDA SE FARÁ COM MEDIDAS SIMPLES E EFICAZES E NÃO COM O ACTUAL FOLCLORE: " É PRECISO MUDAR ALGUMA COISA PARA QUE TUDO FIQUE NA MESMA".

PARA TER OS POSTOS TERRITORIAIS "CHEIOS" BASTARÁ DAR COMPENSAÇÕES PARA QUEM SERVIR NELES, E NÃO O CONTRÁRIO, COMO AGORA ACONTECE.

A IDEIA INICIAL DO SUBSÍDIO DE ESCALA E DE PATRULHA ATÉ ERA ESSA, MAS DEPRESSA FOI PERVERTIDA E HOJE EM DIA NÃO HÁ BARBEIRO, SAPATEIRO, COZINHEIRO, "XAFARIQUEIRO", ETC., ETC., QUE NÃO RECEBA ESSES SUBSÍDIOS OU PELO MENOS O MAIS "GORDO", O DE ESCALA. PARA TAL FAZEM, OU INVENTAM, UM DIA POR MÊS FORA DO HORÁRIO DA 9H ÁS 17H E RECEBEM O MESMO QUE O PATRULHEIRO QUE FAZ 3 0U 4 NOITES POR SEMANA, E ESTÁ FINS DE SEMANA E FERIADOS DE SEMPRE DE SERVIÇO.

É CLARO QUE NO SISTEMA REPRESSIVO E AUTORITÁRO E CORRUPTO QUE EXISTE NA GUARDA INTERESSA HAVER SEMPRE OS "XAFARIQUEIROS". NOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZIS TAMBÉM HAVIA A FIGURA DO "CAPO", O PRISIONEIRO DE CONFIANÇA QUE TOMAVA CONTA, ACUSAVA E ESPANCAVA OS OUTROS PARA MANTER ALGUNS PRIVILÉGIOS JUNTO DOS GUARDAS DO CAMPO.

CLARO QUE NÃO É A MESMA COISA QUE SE PASSA NA GNR, MAS A ESTRUTURA E O SISTEMA AUTORITÁRIO E REPRESSIVO SÃO IDÊNTICOS. BASTA MUDAR A CONJUNTURA E O "SISTEMA" ESTARÁ PREPARADO PARA A BARBÁRIE.

OS DEMOCRATAS NUNCA PODEM DORMIR.

E EU CLAMO PELA DESUNIÃO DENTRO DA GUARDA ( POIS ELA JÁ ESTÁ, SEMPRE ESTEVE, INSTALADA).

EU CLAMO PELA RPT: REBELIÃO DOS POSTOS TERRITORIAIS.


SOLDADO DE INFANTARIA

Anónimo disse...

Soldado de infantaria:
O governo´(?) de Sócrates tem tudo menos políticos ingénuos. Não vá nessa.
Que a guarda há-de continuar a ser militar, mais ou menos envergonhada, não tenha a mais pequena dúvida. Dado os termos altamente depreciativos como se refere á "oficialada" deve ser mais um que foi para aí á procura de emprego. Como não tem qualquer espírito de serviço e menos ainda de militar, seja honesto consigo próprio. Demita-se, dispa a farda e vá procurar trabalho que foi coisa que se calhar nunca teve.

Anónimo disse...

No meu Comando(algures nas beiras), a antiga messe, agora denominada "secção alimentação e bem estar" era constituída por 3 militares, agora são 6 ou 7. A conversa com um PSP, dizia-me ele: " a reestruturação para nós foi boa, comemos na vossa cantina e ainda nos servem a mesa...que maravilha. Eu faço 3 e 4 noites por semana no meu PT, alem de ser gozado, sou escravo a dobrar...é caso para reflexão

Anónimo disse...

No DTER Abrantes, antes do inicio da reestruturação, na messe/cozinha, existiam três cozinheiros (dois velhos) e um cabo do rancho. Proporcionavam a todo o efectivo sedeado no DTER, mais a alguns civis (os do costume), o pequeno almoço (para o pessoal que fazia 24horas, transmissões), o almoço e o jantar, de segunda feira a domingo, incluindo os feriados, mesmo quando um deles estivesse de férias. Além disso, faziam serviço de atendimento.
Presentemente, e concluída que está a reestruturação, foi reforçado o efectivo (uma vez que também o serviço operacional, foi reforçado com quatro mil militares) e então, na cozinha passaram a ser quatro cozinheiros (malta nova), porque entretanto dois dos anteriores, passaram à reserva, e para ajudar o cabo do rancho, foi nomeado um fiel de armazém (rapaz novo) que de quando em vez, anda fardado de PIR, e ao fim de semana faz uns gratificados, altura, em que se farda de GNR. Até aqui tudo bem, não fazem atendimento, e apenas proporcionam o almoço e jantar ao efectivo atrás referido. Até aqui tudo bem também.
O problema, é que as refeições apenas são proporcionadas, de segunda a sexta feira, ao fim de semana e feriados não. E se um dos cozinheiros for de férias, os restantes três, não dão o jantar, apenas trabalham de segunda a sexta, até depois do almoço.
Como de costume, o patrulheiro (o sofredor do costume), ao fim de semana, nos feriados, e ao jantar, tem de levar a marmita.
Resumindo e concluindo. É caso para dizer. Bem dita reestruturação. Mas, Infelizmente, bem dita só para alguns...

As.

Sofredor.

Anónimo disse...

Meu caro soldado de Infantaria, disse tudo, só não concordo com aquela frase "OFICIALADA".
Temos oficiais que não podem ser englobados no todo. Temos Srs Oficiais que lutam e sofrem por ver esta nossa Guarda levar o tritse caminho.
Sou praça (Guarda) mas tenho bons amigos oficiais que tem vergonha na pouca vergonha a que isto chegou.

Tirei uma foto espectacular em que há uma concentração de meios e todos estavam fardados de maneira diferente.

Veja-se o que se passa em ..........................................................

Se os meus camaradas soubessem do que lá se passa, metiam todos baixa.

Uns suicidavam-se e outros nunca mais faziam nada.

Enfim.

O patrulheiro é, e sempre será o mais mal amado.

As novas valências e as chafaricas dão dinheiro e promoções, por isso não vale nada a patrulha. Isso é coisa de guardas que não tem padrinhos.

Cada qual safa-se e foge. Quem não tem bicicleta, anda a pé.

O homem do posto mete nojo e é desprezado pelo apadrinhado . É visto como um inculto que não chegou à chafarica, por isso não é esperto, nem inteligente.

Contra factos, não há argumentos.

Só com união e uma revolução que um dia se há-de dar o sistema mudará.

Até lá, vamos sofrendo, até que Deus queira.

Um abraço a todos e unam-se caramba.


Posto de Freixo de Espada à Cinta

Anónimo disse...

mas alguém tem dúvidas que os militares ndo posto algum dia vão ter suplementos ou gratificações que os oficiais nao possam ter???dessa forma iriam haver militares a ganhar mais que os srs oficiais.a guarda infelizmente é deles e estes poem e dispoem...vejam o novo estatuto remuneratório e reparem nos aumentos que descrepantes entre a classe de oficiais e as outras.o governo apenas tem de calar a boca aos que controlam o resto da instituição e é o que vai acontecer.Alguns de nós continuam apesar de tudo a defender a instituição e cumprir a sua missão o melhor que podem...mas será que valerá a pena?
reparem tb no novo sistema de avaliação...um guarda de carácter regular demorará na melhor das hipóteses 5 anos para subir de nível remuneratório que variam na classe cerca de 50/60eur!ficaremos pior do que antigamente e obviamente haverá mais injustiça, desigualdade e anticamaradagem, pq no que toca a dinheiro o ser humano faz coisas irrealistas...
desmotivação e injustiça é o que estes novos diplomas vão dar a todo o efectivo!
lctrace

Anónimo disse...

Camaradas, votem novamente no socrates e na sua camarilha, votem!!! dizem-se eles xuxalistas!!

Desculpem , mas eu acho que o efectivo da guarda, incluindo o pessoal dos postos,estão todos contentes com o horário de serviço, com o vencimento, não são nada escravos!!! quando Há manifestações onde efectivamente podem mostrar o seu descontentamento perante a opinião publica, o governo e os orgãos de comunicação, não o fazem, aparecem só meia duzia de guardas! somos 26000 guardas e aparecem 1000, tenham vergonha, é tudo uma cambada de cobardes, ponham os olhos na POLICIA.

Soldado de Infantaria - GNR disse...

EU REPITO e ACRESCENTO, PORQUE CÁ FORA AINDA NÃO FOI ABOLIDO O DIREITO DE EXPRESSÃO: A "OFICIALADA" QUE ACOMPANHOU A ELABORAÇÂO DO NOVO ESTATUTO...DEVIA ERA IR PARA O EXÉRCITO, JÁ QUE TANTO O DEFENDEMRAM e COPIARAM.

SOLDADO DE INFANTARIA

P.S.: CARO ANÒMIMO; CERTAMENTE OFICIAL, QUE SE "PICOU". LEiA os ÚLTIMOS POSTS DO MEU BLOG E VEJA ALGUNS EXEMPLOS DO"SENTIDO DE MISSÂO" DE ALGUNS SENHORES OFICIAIS. (soldadodeinfantaria.blogspot.com)

Anónimo disse...

A REESTRUTURAÇÃO NA BRIGADA FISCAL

Acontece que as mentes iluminadas que elaboraram a reestruturação pensaram, com o lápis debaixo da orelha, assim:
"Ora a Brigada Fiscal tem 3000 homens, a nossa costa é rochosa e não é atreita a contrabando, os nossos cidadãos tem forte consciência cívica já pagam todos os impostos, especialmente o IVA, não é preciso mais acções de fiscalização nas estradas, nos estabelecimentos e empresas. Pega-se nesses 3000 "mandriões" e colocam-se no territorial a perseguir os criminosos... Bom os criminosos excepto os que fogem ao pagamento dos impostos, porque, na verdade, esses não são bem criminosos... "
E assim foi! Lá foram para o Territorial os 3000 mandriões (piores que eles só mesmo os professores). Só que as mentes brilhantes esqueceram-se que dos 3000, 2900 eram oriundos da Guarda Fiscal, e a formação que tiveram foi sempre no âmbito fiscal: Contrabando, descaminho, controlo de passageiros (antes do SEF ) Impostos Especiais sobre Consumo, Contrafacção, Jogo Ilegal, etc. . Uma queixa de violência doméstica, um acidente de viação, ou mesmo situações de reposição da ordem pública eram, são, "chinês".
Claro que tudo se aprende, mas o mínimo que as chefias podiam ter feito, por respeito, não por nós patrulheiros que nunca o tiveram, mas pelos cidadãos que nos pagam o ordenado, era terem preparado um curso básico de instrução sobre o serviço territorial, para não andarmos por ali a "a apanhar bonés". A que se acresce a agravante de, devido à antiguidade, sermos quase sempre os comandantes de patrulha.

Não é só a imagem da Guarda que é afectada, é a nossa própria vida que é posta em perigo - há armas no territorial que não conheço o funcionamento, nunca sobre elas me foi dada instrução, mas tenho de as levar e “usar” (teoricamente) se necessário no serviço de patrulhamento - como conduz, também, a um desgaste ao nível psíquico que era evitado. Não deixa de "mexer com os nervos" estar sozinho no serviço de atendimento e não conseguir dar resposta às solicitações dos cidadãos que estou a atender.
Não é por acaso que os suicídios continuam e o serviço de psiquiatria há meses que não consegue dar resposta, i.e, não tem vagas. É o militarismo da GNR no seu melhor. Pena que os governantes da dita esquerda democrática continuem, ingenuamente, a deixar-se levar pelo canto de “sereios” dos militares saudosos do “Antigo Regime”. O novo Estatuto da Guarda aí está a prová-lo.
Posted by Soldado de Infantaria GNR

Anónimo disse...

UAF/Unidade de Acção Fiscal = Ou Unidade de AFilhados como já é conhecida, pois todo o seu efectivo foi composto através de escolha. Os critérios é que nunca ninguém os soube... E que se use o critério de escolha para um ou outro lugar específico, ainda é aceitável, agora para uma UNIDADE NACIONAL INTEIRA!!!...( Foi por isso que os presuntos "pata negra" e outros esgotaram no NATAL passado).

Anónimo disse...

O Encontro Nacional dos associados dos Serviços Sociais e familiares
No sentido de promover o convívio entre a "família" da Guarda, a direcção dos serviços sociais realizou um bem organizado convívio com comes e bebes, desportos radicais, jogos vários e animação, no parque de campismo da Costa da Caparica.
Foi um convívio alegre com muita criançada e "graudos" a confraternizar.Nada a opor. Não fossem os Srs. Oficiais, que, como sempre, estragaram tudo. Desta vez, caindo no ridículo.

Que andaria o sr. general Comandante Geral, e uma trupe de séquitos oficiais, a fazer uniformizados num tipo de confraternização como esta?!!! Era para os nossas esposas e filhos saberem que eles eram os chefes, que eram eles que mandavam?! Simplesmente ridículo!

O meu amigo Castanheira é praça da GNR, mas, vejam lá bem srs. oficiais, a esposa é doutorada e dá aulas numa universidade (coisa impensável e casamento não autorizado, quando os senhores dispunham desse poder). Os ditos chegaram um pouco atrasados e aos empurrões lá andaram de prato de plástico na mão de volta dos assadores. Nada a dizer, era muita gente e compreendia-se.
O meu amigo Castanheira, que já conhece a oficialada de ginjeira, já tinha reparado num conjunto de mesas separado por uma espécie de cerca onde, refastelados, os senhores oficiais e as suas mulheres (mais "finas" que as demais) e os seus filhos (mais "bonitos e engraçadinhos" que os demais) almoçavam servidos com todo o requinte, mas nada disse à esposa, claro está. Ela não gosta de se sentir superior, mas também não gosta de se sentir inferior. Os senhores oficiais dignavam-se a participar no convívio com a "maralha", mas à parte e com superioridade claro está.
No fim da refeição, a mulher do meu amigo Castanheira, a tal que é professora universitária, mas que não foi à tropa e não conhece os postos, viu estarem a servir café dentro da "cerca" dos oficiais e logo para lá se dirigiu: - Vou buscar dois cafés - disse. Passado momentos voltava de mãos a abanar e enervada. Não lhe serviam café porque era só para os senhores oficiais e familiares, que tinham de ir ao bar geral, não sei onde, mas afastado do local da refeição.
Senhores oficiais e senhor director dos S.S. da GNR, será que não têm VERGONHA! Se não sabem viver numa sociedade democrática e usarem igualitariamente uns serviços que se dizem Sociais, fiquem na sala de oficiais dos quartéis ou vão confraternizar para um restaurante, que muitos há por este país.

Atenção não pude deixar de copiar estes posts, pois tem que ser lidos por todos!!!!

Anónimo disse...

Muito bem, agradeço este post.



Lindo: HOMENS PARA UM LADO E MULHERES PARA OUTRO (nisto houve-se uma voz apaneleirada a dizer: E EU? , E EU?

Anónimo disse...

os Guardas, não descontam da mesma forma que as demais classes da Guarda???
então os direitos deveriam ser por igual!
Nas messes das Unidades passa-se o mesma coisa...são servidos à mesa por lacaios de bata branca, o zé Guarda tem de ir para bicha com a tabuleiro na mão... não pagam o mesmo?
Se houvesse um bar e uma messe única, poupariam nos lacaios não?

zé guarda

Anónimo disse...

Ao anónimo de 13 Julho, 2009 11:21

Boas,

Como é possivel, perante esse cenário reprovável, com impacto negativo perante os nossos familiares que nada percebem desta "Tropa", os descontos para os SS serem obrigatórios.

Este descontos nem sequer garantem os beneficios correspondentes a um sistema complementar de segurança social; nem sequer entram nas deduções do IRS.

Expliquem-me, se alguém o conseguir, por que estou a descontar para um serviço que nenhum beneficio me traz.

Porquê?

Os restantes serviços dos outros ministérios, que não são muitos, o desconto é facultativo.

Preterido 1.14

Anónimo disse...

Ao anónimo de 13 Julho 2009 11:21.
que disse:

“(…) os senhores oficiais e as suas mulheres (mais "finas" que as demais) e os seus filhos (mais "bonitos e engraçadinhos" que os demais) almoçavam servidos com todo o requinte (…)”.

Este “registo” faz-me lembrar um dia em que eu estava à porta de uma maternidade e verifiquei que ali as ciganas pariam sempre moços e as senhoras (de sangue azul) tinham sempre crianças.

O “incidente” aqui registado demonstra que as mentalidades teimam em ignorar a realidade actual.
Se há quarenta anos as habilitações literárias identificavam o posto hierárquico dos que as detinham e vice-versa, hoje a realidade é outra.
Não é inédito o facto de um Guarda (Cabo-Soldado) estar casado com uma juiz e um General com uma doméstica com a escolaridade obrigatória.
Não é inédito o facto de um Guarda (Cabo-Soldado) possuir como habilitações literárias uma licenciatura, mestrado e um Oficial superior o 9.º ano de escolaridade.
Não é inédito o facto do melhor carro civil, estacionado na parada, ser propriedade de um Guarda (Cabo-Soldado) e o carro mais vulgar propriedade do Comandante.
Não é inédito o facto das qualidades natas de comando/chefia/direcção fazerem parte da personalidade de um Guarda (Cabo-Soldado) e a “licença” para as executar ter sido concedida – via academia militar – ao oficial.
Estas realidades têm as suas consequências práticas: silêncios, invejas, frustrações, injustiças, perseguições, suicídios, etc…
Hoje, no quotidiano militar, as diferenças apenas se notam nas divisas, galões e pelo número de apitos.
Enquanto se verificar que um Guarda, titular de um doutoramento, é obrigado a usar um apito para anunciar a presença do Exmº Coronel Comandante, titular do 9.º ano de escolaridade, no quartel, alguma coisa obriga a reflectir.
E quando se constatar que o referido Guarda, titular de um doutoramento, esta adstrito a um Estatuado que há 16 anos lhe consagra o direito de ascender à categoria de oficial mas que devido ao facto desta norma legal não ter sido, entretanto, regulamentada o mantém como Guarda (soldado), é de “bradar às armas”.
E quando se verifica que o referido estatuado é o mesmo que permitiu aos ex-oficiais (subalternos) milicianos do exercito - que ingressaram na GNR antes de 1983 - a atingirem o Posto de coronel do quadro permanente da GNR com o 9.º ano de escolaridade (antigo curso geral dos liceus), é de levar os dedos indicadores à testa… agora tanto na moda parlamentar…

PAULO

Anónimo disse...

Paulo você é chato para burro. Quando acaba com esse complexo da doutorice e de dizer alarvidades e mentiras? Onde é que está o oficial com o 9ºano? Isso para além de complexo é paranóia. Já lhe disse por várias vezes. Vá-se embora leve o "canudo" e vá se consegue alguma coisa com ele, já que para militar você é uma aberração.
Se há juízas e prof univ casadas com soldados se calhar não arranjaram melhor. Quem feio ama bonito lhe parece.
Só é sócio dos SSociais quem quer. Eu não sou e como tal não vou a confraternizações.Há umas ciências ocultas tipo magia negra que dizem que curam ou tratam gente "apanhada". E estamos nós a pagar a gente desta?

Anónimo disse...

Pedido de esclarecimentos ao último comentador...

Por favor explique e esclareça devidamente como é que os profissionais da GNR no activo, podem deixar de ser sócios dos Serv. Sociais, uma vez que a lei isso nos impõe, e diz que os descontos para os Serviços Sociais da Guarda são obrigatórios. Se é como diz, então o EMGNR devia constar que os militares da GNR podem optar em ser sócios dos Serviços Sociais isto é; com cráter facultativo, mas não é isso que consta nos "manuais" da Guarda.

Aguardam-se esclarecimentos.

Obgd.

JH.

Anónimo disse...

Éh carapau quem é este quadrupede das 11.30 ?
Quer dizer que a minha esposa é doutorada e não pode estar casada comigo que sou praça?

Então a sua ? Devia ser cabeleireira!
Deu-lhe a rola e caçou o sr.

Nossa senhora, ainda há papalvos destes na Guarda?

Vou para a ilha....

Anónimo disse...

Parece que alguém sentiu na pele o último comentário do PAULO... Não foi com o 9º ano mas com o 12º que alguns se fizeram em águeda oficiais!mas acho que o burro é ele porque nem consegue ver na sua folha de vencimento que se for guarda também desconta para os ssgnr!banana...antes de falar tenha a certeza...mas é típico desses srs!
Lctrace

Anónimo disse...

SR. Grunho das 11.30, ser guarda ou praça da GNR é igual a ser oficial! não é ser oficial ou praça que qualifica as pessoas!! deve ter a mania da superioridade!! sabe , conheço oficiais que são casados com empregadas de caixa do hipermercado, e praças que são
casados com advogadas!! tenha vergonha, vc pensa como um asno!

Anónimo disse...

É por isso que eu não vou a convivio nenhum dos serviços Sociais,Não pagamos todos o mesmo, então façam convivos com qualidade para todos, e não separações consoante a graduação!!!! estamos no sec XXI, a sociedade evoluiu , só a mentalidade retrogada dos comandos da GNR é que não!!! acabem com fantuchada, e empreguem o dinheiro em algo de útil!!!

Anónimo disse...

este ano concorri pela 1.ª vez a uma casa de varaneio em Vila Moura... nada, não saiu nada!!!

Como é que faço para desistir de descontar para os serviços sociais.

zeca

Anónimo disse...

Aos comantadores:

15 Julho 11:30
15 Julho 14:19

Art.º 7.º do ESTATUDO aprovado pelo DEC-Lei n.º 465/83 de 31 de Dezembro "São oficias do quadro permanente da Guarda;
a)(...)
b)"Os oficiais oriundos de subalternos do complemento das Forças Armadas que concorreram à Guarda (...)"

Art.º 33.º (condições de admissão na Guarda) (..)
"1-O subalterno de complemento das Forças Armadas (...)"
"1 g)- ter o 12.º ano de escolaridade".

Art. 47.º " Até ao ano lectivo de 1987-1988, inclusive, podem ser admitidos os subalternos de complemento das Forças Armadas (...) com o 7.º ano dos Liceus ou equivalente (...)" ( equivalente ao agora 11.º de escolaridade).

A verdade é que antes deste Estatuto de 1983 o regime era diferente: os oficiais milicianos entravam para a Guarda com as habilitações literárias necessárias para ser oficial miliciano nas Forças Armadas.
Sendo que nos anos 70 do século passado, para ser oficial miliciano bastava o curso geral dos liceus (agora o 9.º ano), escusado será dizer que com tais habilitações (curso geral dos liceus = 9.º ano) esses oficiais vinham para a Guarda sendo que até ao posto de Coronel não lhes era exigido mais habilitações.

É pena que a memória de muita gente seja tão curta.
A questão não se coloca em termos de competência ou não destes militares. A questão coloca-se ao nível de não deixar que a verdade dos factos seja omitida da história da instituição. Eu não reivindico nada!!! Apenas quero preservar a história.
Eu ainda não disse se tenho, ou não, um “canudo”, logo parece que é injusto acusarem-me de “N” coisas sem que sejam fundamentadas em factos verídicos.
Penso que fui claro e, sobretudo, apresentei provas.

Paulo

Anónimo disse...

Então e eu, que estou impedido de gozar férias a partir do dia 15 de Dezembro de cada ano, por motivos de serviço. Em contrapartida, outros há, a quem, essa restrição não lhes é imposta, podendo usufruir de uma dessas casas, por exemplo para pasar um Natal ou passagem de ano com a familia.
Então não fazemos todos, descontos para os SS, por igual?
Então, se todos fazemos descontos por igual, porque é que o beneficio, não é também igual para todos?
Já me informaram, que o acto de descontar para os SS, mesmo contra a vontade, é ilegal, gostaria que alguém informasse, se efectivamente assim é. Porque caso afirmativo, pretendo abdicar dos SS.

Anónimo disse...

Comantador de 15 Julho, 11:30, Disse:

"Só é sócio dos SSociais quem quer"

"Paulo você é chato para burro. Quando acaba (...) de dizer alarvidades e mentiras?"


Depois dos comentários que se seguem ao seu comentário de 15 Julho 11:30, parece-me que você não é deste Mundo.
Eu não digo alarvidade e mentiras, como ficou demonstrado, você é que devia conhecer a história da sua Instituição e, no minimo, saber que os descontos para os SS são obrigatórios.
Porém, há uma coisa que muito poucos sabem: qual o vencimento do Presidente dos SS. Você sabe?

Paulo

Anónimo disse...

Ao comentador de 16 JUL 00:25

A norma que obriga os descontos para os serviços sociais já foi declarada constitucional.
Lembre-se que qualquer militar que contraia um empréstimo com os SS/GNR, tem, obrigatoriamente, que ter uma conta activa na Caixa Geral de Depósitos;
Lembra-se que agora também desconta, obrigatoriamente, para a SAD, quando há pouco tempo o desconto era 0%;
Lembra-se que o aumento do tempo de serviço passou de 25% para 15%;
Lembra-se que a idade para a passagem à situação de reserva também aumentou.
Lembre-se que parte do Estatudo dos Militares da Guarda, em vigor à 16 anos, nunca foi aplicado porque falou a publicação de um despacho, uma portaria ou um Dec-Lei que o regulamenta-se. 16 anos…tanto tempo, né?

PAULO

Anónimo disse...

Tanta asneira junta. Já aqui foi explicado que durante a guerra do ultamar quando começou a haver carência de oficiais, foi dada a possiblilidade excepcional de alguns dos melhores instruendos do CSM ou furrieis com uma comissão e muitas boas informações poderem frequentar o 2ºciclo do COM. Mas era excepcionalmente. Outros hvia que eram graduados mas logo que regressassem eram desgraduados. Houve algo semelhante com capitães.

Anónimo disse...

Aos reformados é facultado deixarem de ser sócios dos SS.

Anónimo disse...

Pelo que vou lendo neste blog, cada vez me convenço mais que a guarda tem o que merece. Agora até aparecem aqui indíviduos que à falta de melhores qualificações académicas até vão buscar as das mulheres para se afirmarem. Francamente. Cada um vale por si. Sempre conheci muitos que eram "os maridos da srº drª". Quando abriam a boca é que eram elas. E quando escrevem. Tenham juízo a portem-se como homenzinhos que já devem ter idade para isso.

Anónimo disse...

Aos comentadores de 16 Julho 11:18 e 11:26



Os vossos comentários intimidatórios estão longe que derrogar os meus comentários.
Afinal – ainda que a título excepcional – sempre existiram oficiais milicianos com o curso geral dos liceus (9.º ano de escolaridade) …
Na verdade contra factos inequívocos não há argumentos idóneos que os possam destruir.
Censurável é o facto de alguém sem qualquer conhecimento da pretérita realidade, vir, de forma ofensiva, por em causa o que – apesar de «escondido» - fez parte da história de uma instituição como a Guarda.
Ter vergonha do passado de uma instituição – seja ela qual for – da qual fizemos/fazemos parte é, só por si, uma lamentável indignidade.
No que respeita à “guerra do ultramar”, não me vou pronunciar – neste espaço publico - por respeito aos verdadeiros heróis já desaparecidos e respectivos familiares.
Porém, noutros espaços talvez vos possa explicar como eram conseguidas certas condecorações nomeadamente a “cruz de guerra de 1.ª classe”.
Qualquer comissão encarregada de reestruturar uma Instituição com história e “alma” próprias não se pode compadecer com os devaneios políticos e, muito menos, com critérios economicistas sob pena dessa Instituição ficar desprovida de “alma” com todas as consequências nefastas dai advenientes…
Uma reestruturação implica um conhecimento profundo da Instituição (valores, virtudes, linguagem, espírito e coesão de grupo, vivencias, simbologia, etc, etc…). Assim, tal comissão deve ser multidisciplinar e ouvir os fiéis depositários da sua história oral…
A ausência da “alma” leva, inevitavelmente, ao fim das Instituições. O período mais difícil para uma Instituição sem “alma” é aquele em que ela desfalece nos “braços” dos que a alimentaram e deram a “camisola” por si ou quando os responsáveis pelo esvaziamento da respectiva alma, há muito que se puseram a milhas.
Para que não haja dúvidas, resta-me dizer o seguinte: Este comentário, no que respeita às Instituições, é generalista, não me refiro a uma Instituição em concreto.
Ainda no que respeita às Instituições, parece-me que poucos do que vão ler este comentário terão ousadia bastante para apresentar uma ideia contrária.

PAULO

Anónimo disse...

Para o ultimo Post.
Tenho seguido este site com bastante curiosidade e ...vou pensando.
1)Até 1966/1968, salvo erro ou omissão, só entrava para o Curso de Oficiais Milicianos das FA quem tivesse o 7º Ano dos Liceus e com cadeiras Universitárias(+ que o actual 12º ano) e, para algumas especialidades, quem tivesse certas cadeiras universitárias já concluídas.
Nessa altura era a habilitação igual à exigida para ingressar nas Academias das F Armadas.
Mais tarde e com o esforço de guerra, na verdade, alguns alunos dos CSM(Curso de Sargentos Milicianos) sabe-se lá porquê e como, podiam passar ao COM e foram Oficiais Milicianos.
Gostava de dizer que nas Academias Militares cadeiras tipo Universidade, eram ao nivel do 1º ano dos cursos civis Universitários de Engº, por exemplo.
2) Quanto ao facto de alguns Oficiais, Sargentos e Guardas (Cabos e Soldados na moda antiga),serem Licenciados, Mestrados e mesmo Doutorados, sem querer entrar no tipo de Universidade onde o fizeram, salvo poucas e honrosas excepções que eu conheço(haverá talvez mais, não o nego) quando entraram para a GNR pouco ou nada tinham em tal tipo de habilitaçóes e foram fazendo cadeiras estando ao serviço (alguns antes da Lei que agora lhes permite dispensa para exames). Alguns Oficiais (e não só) que conheço só são Drs. porque deixaram para trás o serviço e, uns escondidinhos, outros não, lá foram fazendo o Curso, sem pensarem no serviço que alguém ou o fez por ele, ou deixou de ser feito como devia ser.
3)Quanto aos casamentos dos militares, nada obsta que um praça seja casado com uma Ministra do Governo do País e que um General seja casado com uma funcionária de menor escalão. A vida particular é de cada um e ninguem pode ou deve reclamar postos sociais ou honrarias via matrimonial. Casa-se com quem se quer ou (como antes se dizia, com quem se gosta) e...nada a obstar...
Quanto ao resto, pensem na GNR e não no próprio umbigo, quando digo umbigo digo"formações universitárias"a mais ou a menos.
4)Quem CO+MANDA tem que ser um lider que assuma e saiba defender ou punir os seus e a quem seguimos pela confiança que nele depositamos e não um literato com este ou aquele curso ou um casado com a SRª DOUTORA ...
5)Dizia alguem:
"Hoje, analizamos o que se fez ontem, para prespectivar o dia de amanhã"
6) Antes me quero ver com um verdadeiro COMANDANTE que com um Doutor, e sei bem do que estou a falar
UM VELHO SOLDADO

Anónimo disse...

CM
17 Julho 2009 - 12h49
Crimes já prescreveram e não cumprirá qualquer pena
Évora:Provado abuso de poder de oficial da GNR

O tribunal de Évora deu como provado um crime de abuso de poder e outro de peculato de uso de que era acusado o tenente-coronel Paiva, actualmente reformado e antigo segundo comandante da extinta Brigada Territorial 3 (Alentejo e Algarve) da GNR.



A sentença não terá qualquer repercussão, visto que os crimes, datados entre 1997 e 2000, já prescreveram. O mais grave dos delitos (abuso de poder), tem um enquadramento legal que pode ir até três anos de prisão.
O tenente-coronel Paiva utilizou homens e meios da GNR para as trabalhos particulares na sua propriedade, Herdade da Carrapatosa em Alandroal. Os trabalhos de beneficiação incluíam serviços de pintura, carpintaria, electricidade, entre outros.
Do mesmo processo fazem parte mais dois oficiais antiga Brigada Territorial 3, que requereram abertura de instrução, mas apenas o coronel Paiva chegou ao banco dos réus.

É por estas e por outras, é que no processo de reestruturação da Guarda, não se pôs termo a estas especialidades, que nada tem a ver com serviço policial.

Viva a salada de fruta...

Vivam os louvores...

Viva a reestruturação…

Anónimo disse...

Entrou-se em comentários estéreis que nada interessam á organização guarda. É chamada conversa de chacha.Ao Paulo recomendo que se limite a abordar o que conhece e não entre em fantasias. guerreiro em descanso

Anónimo disse...

Comentador de 17JULHO 14:30, disse:

"O tribunal de Évora deu como provado um crime de abuso de poder e outro de peculato de uso de que era acusado o tenente-coronel Paiva, actualmente reformado e antigo segundo comandante da extinta Brigada Territorial 3 (Alentejo e Algarve) da GNR."


A verdade é que esse Senhor - se não estou enganado - chegou a Coronel e é oriundo dos oficiais milicianos do exercito, tendo ingressado na Guarda muito antes de 1983. Será que só tem o 9.º ano de escolaridade?

PAULO

Anónimo disse...

Ao Paulo aconselho-o a estar calado, porque o me u amigo Alberto já disse:
Abaixo o comunismo e os Paulos chatos.
Chiça Paulo só dizes verdades e isso não se pode dizer homem..


Alberta Joaquina Jardim

Anónimo disse...

O comentador de 17 JULHO, 2009 16:54, escreveu:

"Entrou-se em comentários estéreis que nada interessam á organização guarda. É chamada conversa de chacha.Ao Paulo recomendo que se limite a abordar o que conhece e não entre em fantasias. guerreiro em descanso"

Registo, com “agrado”, a sua recomendação.

Ainda pensei que viesse provar que não existiram oficiais com apenas o 9.º ano de escolaridade ou abordar alguma coisa que conhecesse. Não.
Veio, isso sim, ridicularizar o conteúdo dos meus comentários...
Que tristeza.

Paulo

Anónimo disse...

"A sentença não terá qualquer repercussão, visto que os crimes, datados entre 1997 e 2000, já prescreveram. O mais grave dos delitos (abuso de poder), tem um enquadramento legal que pode ir até três anos de prisão.
O tenente-coronel Paiva utilizou homens e meios da GNR para as trabalhos particulares na sua propriedade, Herdade da Carrapatosa em Alandroal. "

Perante os factos - pelos vistos provados - supra, não deve ser fácil para qualquer militar da Guarda pensar sem humilhação, sem sentir como própria a vergonha da dramática mas inevitável conclusão: um oficial superior do quadro permanente da Guarda, levando ao peito os símbolos da sua Unidade e com uma folha de serviço pejada de louvores e condecorações, a praticar o crime de abuso de poder e peculato de uso.
Na verdade torna-se indispensável encontrar pessoas de acção, acima de tudo íntegras e com a necessária independência para, desapaixonadamente, reconhecerem e remediarem o que está mal, destrinçando as deficiências resultantes de erros de estrutura das que foram originadas pela inépcia e corrupção dos homens.
Não é fácil entender que um oficial superior da Guarda, sinta a incoercível necessidade de usar os meios públicos para uso pessoal...
Este exemplo não só degrada a imagem da Instituição como produz efeitos perversos na disciplina e étnica militar.
Provavelmente este militar puniu alguns dos seus subordinados por actos muito menos censuráveis…
Urge repensar tudo!!!

Paulo

Soldado de Infantaria GNR disse...

Mudando de Assunto, proponho, este Verão, uma grande sardinhada com um bom tintol (perto de uma praia para ser mais fresco) de forma a que a malta da ASPIG ( e, claro, os assiduos comentadores da "Voz da ASPIG") possa confraternizar.

Vamos a isso pessoal!?

sOLDADO DE INFANTARIA

Anónimo disse...

Bora lá!

Que a sardinhada da ASPIG passe a ser um acontecimento de referência nacional

Bandarra

Anónimo disse...

Acho a ideia excelente.
Penso que seria uma pedrada no charco.
Comunicação social presente e seria um acontecimento que todos os anos seria reentré política, como os partidos fazem.
Haja organizadores.

Anónimo disse...

Este (?)Paulo, sempre ele, a fazer pedagogia sobre a sentença do tribunal. Ó homem vá para o diabo. Desapareça daqui ou então mude de tema. Faça como o outro que mudou (?) de personalidade após as eleições. Parece que está na moda. O oficial em questão não punia ninguém.
Se calhar foi esse o mal dele.Resta saber se quem o denunciou não fazia coisas piores. É caso para perguntar : e os outros? Deixe o passado , olhe para o futuro. construa ou ajude a contruir.
Tá aqui uma melga!

Anónimo disse...

Comentador de 18JUL09, 11:49, disse:

"Ó homem vá para o diabo. Desapareça daqui ou então mude de tema."


Entre desaparecer ou mudar de tema, vou mudar de tema com um poema de florbela Espanca, que tão bem conheceu Évora tal como o Coronel Paiva:

«Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!

Não vejo nada, tudo é morto e vago…
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
Estendendo as asas brancas cor do sonho…

Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo,
Poetas meus irmãos, que triste sorte!…

E chamam-nos a nós Iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té à morte!»

(Florbela Espanca )


Se pensa que me intimida, esta enganado. Eu já estou habiatuado a ver processos encaminharem-se inexoravelmente para uma via ao mesmo tempo demagógica e manipulável. O fenómeno, como é natural, não se torna evidente enquanto aparecerem os que são mandatados para intimidar, criticar,etc...

Brevemente uma «bomba» vai rebentar. Espero que fuja a tempo.

Paulo

Anónimo disse...

Meu Caro Alho
Acabei de o ver na TV24 a opinar sobre a actuação da guarda em Timor. E até gostei. Só não gostei de o ver em mangas de camisa. Dava mais a impressão de estar a recber a jornalista que o contrário. Um homem da BT memsmo ex, deve ser uma referência em qualquer lugar. No seu curso de transito se calhar falaram-lhe disto. Para a próximo vista o casaco e marcará pntos. Boa sorte

Anónimo disse...

Sr (?) Paulo
Venha de lá essa bomba. Não fugirei. Esta palavra não consta do meu dicionário. Do seu, consta? Sempre me saiu um pândego. Continue a ler os poemas da Florbela. Sabia que ela tinha uma adoração pelo irmão que era oficial piloto aviador da marinha? Esta é de borla

Anónimo disse...

Óh engenheiro das 11.49!!!!

Então o tio paiva não punia ninguém!

Vai lá, vai.

A mim lixou-me, sem saber ler nem escrever

Deves ser algum afilhado que te meteu nas oficinas ou coisa parecida.

Sabias que ia todos os dias 2 homens da cozinha de Beja levar o almoço e o jantar num carro da Guarda ao Algarve onde estava a pssar as férias.

Eu um dia recusei-me e a seguir toma lá que é democrático.

Óh rapazinho vai defender senhores destes para a África.


Tintim

Anónimo disse...

Comentador de 18 Julho, 2009 18:37, escreveu:

“Sr (?) Paulo
Venha de lá essa bomba. Não fugirei. Esta palavra não consta do meu dicionário. Do seu, consta? Sempre me saiu um pândego. Continue a ler os poemas da Florbela. Sabia que ela tinha uma adoração pelo irmão que era oficial piloto aviador da marinha? Esta é de borla.”
Quanto à Florbela Espanca, muito há para dizer.
Na verdade ela tinha um irmão chamado Apeles Demóstenes da Rocha Espanca.
Porém, em 1927 o irmão Apeles decide tirar o curso de piloto-aviador mas teve azar: em Junho desse ano, Apeles morre, vítima da queda do hidro - avião, que pilotava, no rio Tejo.
Muitos dos detractores de Florbela alegavam que esta mantinha com o irmão uma relação de carácter incestuoso que, todavia, nunca foi provado. Também não foi provado que dos três maridos de Florbela dois eram homossexuais.
Pelos vistos V.ª Ex.ª não é dado a “fugas”. Não foge.
Isso quererá dizer que V.ª Ex.ª – sem equívocos e sem possibilidade de diferente interpretação – é uma espécie de “general sem pavor”?
A verdade é que aqui – nos comentários – sempre tem fugido a muitas questões: Obrigatoriedade de os militares da Guarda no activo serem sócios dos Serviços Sociais (SS) da Guarda, Vencimento do Presidente dos SS, punições dadas pelo coronel Paiva, oficiais com o 9.º ano, etc…
Acho que é melhor rever o seu “dicionário”.
Quanto à “bomba” , ela apenas fará rolar algumas cabeças. Posso, desde já, tranquiliza-lo: ninguém vai “pedir” a sua cabeça. Esta é de borla.

Paulo

Anónimo disse...

"Ilustre" Paulo
Sabe que a sorte protege os audazes? Pois é. Quando se vive tranquilo não há bomba que nos assuste. Leia os post anteriores e encontra respostas para as suas dúvidas. Algumas não foram respondidas por mim, mas subscrevo quase todas. Não sou relógio de cuco. A continuar com as suas lições vai ter de cobrar direitos de autor á wikipedia. AH, Ah...

Anónimo disse...

Ao comentador de 19 Julho 16:53 que escreveu a meu respeito:

"A continuar com as suas lições vai ter de cobrar direitos de autor á wikipedia. AH, Ah..."


Não é assim que vai intimidar-me!!!
a «Wikipedia» é útil mas não é para plagiar. Nunca o fiz!!!
V.ª Ex.ª procura tudo para ganhar protagonismo…
Faz-me lembrar aqueles que sempre se resguardaram do serviço árduo mas quando lhes “cheira” a promoção por escolha e/ou colocação, desfazem-se em “suor” e, para cumulo, começam a ser dadores de sangue, a permanecerem nos quartéis para além do horário de serviço e a dizer “amem” aos superiores hierárquicos. Como se fosse possível esquecer o passado…
O meu percurso tem sido lento, sinuoso e caracterizado pela entrega total ao serviço.
Nunca recorri a subordinados para me fazerem os discursos nem tão pouco utilizei as “armas” do protagonismo ou vendi a alma ao diabo para ascender na carreira.
Não tenho que “cobrar direitos de autores” a ninguém.
Fiz a “caminhada” sozinho. Esta é a maior vitoria.
Fugi sempre ao protagonismo e nunca fiquei de cócoras perante o poder político ou outro qualquer…
Poucos terão a honra de poder dizer o mesmo…
Talvez um dia eu mereça estar na «Wikipedia», lugar onde jamais o encontrarei.
Porém, se por lá nos encontramos eu dispenso a sua apresentação, Tá?

PAULO

Anónimo disse...

Onde andam os outros coroneis "Paivas" é que a Guarda está cheia deles, não só coroneis mas tambem generais, tenentes coroneis e capitães!!

Anónimo disse...

Paulo continue assim que estou a gostar. Se porventura é quem eu penso, é um artista. Se não é, a virtude está consigo.

Anónimo disse...

Ao ultimo comentador a ao já denominado anteriormente de "ilustre"(lembra-me a Roma decadente) PAULO:

Quanto a infractores e corruptos ou aproveitadores da GNR para uso próprio, a minha memória alcança Oficiais ( Gen., Cor., TenCor.,Maj, Cap e Ten), Sargentos ( Desde Mor a 2º Sarg) e também antigas praças (Cb Chefes, Cb e Sold). Uns, para aumento do seu património material (casas, quintas/herdades,empregos fora(?) de horas, comércio, industria, compªs de seguros, cobranças dificeis, seguranças, etc) outros, para seu aumento intelectual(cursos ditos superiores tirados sabe-se lá quando e onde, mas sempre durante o serviço-ou nas aulas ou na preparação de exames)foram-se governando.
também lembro a corrupção pura e dura!...Parece que existiu e...que alguns, poucos, até foram condenados!
Logo, não se cuspa para o ar....

A falta de carácter e de idoneidade, não é apanágio de uma só classe profissional.
Façamos um isento exame de consciencia e... acharemos algo.

Quanto a habilitações literárias:
O "ilustre" PAULO terá lido os meus anteriores post's, ou sou eu que tenho a presunção que o que escrevo é para ser lido?
Tirou deles alguma ilacção?

Porque bater mais nos Srs Cor do 9º ano?
Conheci na GNR só uns 6 ou 8, se não me falha a memória.
Talvez tenham existido mais, não o discuto, mas nenhum deles já está no activo!
Quero dizer que a maioria dos Oficiais da GNR que cá prestaram serviço com o antigo 7º ano(actual 12º) e alguns com frequencia universitária, em quem tanto bate ( não percebo porquê,será algum recalcamento) eram uns verdadeiros senhores; dedicaram-se à GNR e ao co+mando dos seus homens, (apoiando-os, defendendo-os, ajudando-os e mesmo punindo-os quando necessário) e muitos só não foram DOUTORES por que não confundiram as coisas e não foram estudar e fazer cadeiras com prejuizo do serviço da GNR e dos militares que na altura comandaram.
Parece-me que para si , eles não têm a categoria necessária.

Com respeito,permita que lhe diga que está enganado.!
Mais uma vez lhe recordo que tal habilitação literária era a necessária para ingressar nas Academias Militares, as mesmas dos actuais Generais em serviço na GNR e que nunca vi ser por si contestada.
Camaradas:
Vamos mas é pensar na GNR como um todo e nos seus elementos e não continuemos a lançar farpas para o ar e a dividirmo-nos...
Passei cá dezenas de anos, com algum sacrificio mas com a honra de dizer que saí com a consciencia de ter feito algo de positivo pela GNR e pela Nação ( perdoe-se-me o pequena vaidade).
Discutamos as nossas ideias, sem ofender ninguém, mas temos que nos UNIR para combater o Inimigo comum, que certamente não é o militar da GNR, tenha ele o posto que tenha(com apitos ou sem apitos)desde que tal militar seja um elemento honesto e que pelas suas acções não envergonhe a farda que agora vestem e que eu já vesti mais que 35 anos.
Saudações
UM velho patrulheiro

Anónimo disse...

ao comentador 19jul 23:21
Deixe o passado e olhe em frente. Cadê os outros? Atenção ao telhado!

Anónimo disse...

Olhe caro camarada, o meu telhado é de telha lusa ceramica, não é de vidro!!! deixo o passado porque??? tem medo que se fale do passado e chegue-se até a si??? As verdades são para serem ditas, custe a quem custar, quantos oficiais roubaram o estado e a corporação??? roubavam por um lado, mas puniam por outro ,se eu ou outro camarada chegasse atrasado a um serviço, que moralidade teem estes senhores para punir alguem ou serem oficiais da GUARDA?? Fala-se tanto da BT, mas a maior corrupção e peculato é nos oficiais!!!

Anónimo disse...

Ao Comentador de20 Julho, 2009 15:37



Caro “velho patrulheiro”… com 35 anos de farda
Obrigado por pôr, aqui, a nu um bocado do “quotidiano” pretérito que – pelos vistos de forma abnegada e estóica – viveu.
Considerou-o um “fiel depositário” determinado e nada egoísta.
Ainda bem que a “lei da rolha” – presumo – não lhe deixou sequelas bastantes para, agora, não poder relatar o referido quotidiano.
Nessa longa caminhada, presumo que se cruzou com personalidades que eram autenticas “vedetas” que não tinham perfil para o cargo e/ou para usar os galões/divisas que ostentavam sobre os ombros.
“vedetas” que se ocupavam fundamentalmente com coisas fúteis, desprezando o que deveria constituir a sua preocupação central militar.
“Vedetas” Incapazes de assumir a reflexão, a serenidade, o espírito sistemático e organizador que deveriam caracterizar a acção de um Comandante/Chefe.
“vedetas” que, teimosamente, se dedicavam , de forma obstinada, àquelas manifestações de carácter individual que prolongavam (com risco pessoal, reconheça-se, embora também não inerente ao cargo), os efeitos teatrais de certas “qualidade” e “virtudes” forjadas nos princípios da “banha da cobra”.
Eu nunca disse que os Coronéis com o 9.º ano de escolaridade eram incompetentes nem que o deixavam de ser. Se tivesse que me prenunciar sobre a competência, ou não, dos referidos coronéis, dir-lhe-ia que houve Bons, maus e “assim-assim”…
Quanto aos actuais generais, eu não tenho uma opinião formada.
Só sei que urge, é indispensável, é vital, remodelar, renovar, sair dos quadros artificiosos e desacreditados que, a inaptidão política foi criando e mantendo.
Ainda recordo os longos e paternalistas discursos do Ex-ministro da Administração Interna (Dias Loureiro). Nem imagina como eu me revia nestes discursos…
Afinal….
Quando diz " Discutamos as nossas ideias, sem ofender ninguém, mas temos que nos UNIR para combater o Inimigo comum", eu concordo. Dificil é saber onde esta o inimigo (IN).

Paulo

Anónimo disse...

Às vezes, quando menos se espera, está mesmo ao nosso lado...

Anónimo disse...

Ao Paulo.

Desculpa em vir aqui falar de ti.
Faço-o, antes de mais, por uma questão de solidariedade intelectual.
Eu sei que a questão da conspiração e indisciplina foi sempre o objecto da tua “luta”.
Uma luta antiga que me leva a recordar as noites intermináveis em que, à luz do petróleo e da televisão a preto e branco, ultimavas os seus artigos polémicos que eu me encarregava de transportar entre o capim e os coqueiros existentes em (não vou adiantar mais). Outros tempos…
Dando voltas à “papelada”, encontrei um desses teus artigos que não resisto – porque muito actual - em deixar aqui um pequeno extracto:

«Ainda que a lealdade, a disciplina, o sentido da hierarquia - de valores e de funções - sejam virtudes estimáveis e necessárias em qualquer tipo de vida organizada, pode dizer-se que, em relação à sociedade militar, às Forças Armadas, essas virtudes hão-de considerar-se consubstanciais; quer dizer que sem elas não é possível conceber sequer a existência de Forças Armadas; ou ainda: que não é concebível um militar que, na sua vida profissional como na sua vida privada, não cultive essas virtudes no mais alto grau, não as viva consubstancialmente, com a mesma naturalidade com que respira. Fora desse quadro não há vida nem força militar: há exércitos de parada ou hordas organizadas para a pilhagem."

(“TEKAS” de Coimbra)*

* penso que assim me identificas.

Belini disse...

Foi ciada uma petição para que os licenciados possam concorrer a Oficial da GNR.
Por favor participa
mesma pode ser lida e assinada através do seguinte endereço:
http://www.peticao.com.pt/acesso-de-licenciado-a-oficial

Anónimo disse...

Para as petições, não são necessárias quatro mil assinaturas?
Se são doutores ou engenheiros, não estarão na instituição errada?
Não me levem a mal. Mas por favor, se querem ser oficiais, sigam os passos normais. Ou seja concorram à Academia.
Não é por nada, mas acho que a Guarda, já tem oficiais a mais.
Um dia destes, além de comandar postos, vamos ter oficias como chefes de equipa, de esquadra (cavalaria), ou quem sabe ainda, comandantes de patrulha.
Tenham calma... O contribuinte (o povo que paga impostos), agradece.

Obrigado

Contribuinte.

Anónimo disse...

Ilustre Paulo (permita-me que assim o trate, dada a elevação de conceitos e ideias que tem vindo proferindo neste site):

Será que o TEKAS de Coimbra (19h09 de hoje) tem alguma razão? Nem quero acreditar, pois " a mulher de César para além de ser honesta tem que o parecer ser"...
Enfim...guerras do Ultramar...

Olhe que eu mesmo velho podia dar imensos exemplos.
Na era actual e segundo alguns camaradas ao serviço activo me vão contando...parece que os tais que vieram do Exercito, incluindo Gen podem saber muito de tropa mas, de GNR...! Mas eles comandam e o Ilustre Paulo, aos costumes...diz..nada e só refere as "vedetas".

"Vedetas"
Juro que as conheci em todos os postos e patentes da GNR, ( alguns conseguiram enganar tudo e todos; poucos foram desmascarados ao fim de um periodo de tempo mais ou menos extenso; outros...foram abortados logo no inicio).
Tal laia de gente sempre existiu, existe e...continuará a existir.

Tenho estado atento e visto alguns que agora se desbocam na Comunicação Social por certas causas e que tendo uma TV ou microfone deliram com isso.
Dizem coisas que há anos seria impensável que eles o dissessem.
(reconhecimento de erros do passado, auto-critica ou puro "vedetismo"?)

Inimigo Comum e não IN, pois não sou versado em "coisas " militares como o Ilustre Paulo parece ser:
O nosso Inimigo é o criminoso, aquele que não permite segurança e bem estar às populações, a quem nós ( agora vocês) temos por obrigação de apoiar, defender e proteger, pois para isso nos pagam e existimos.
Esse elemento criminoso será aquele a quem todos devem estar atentos e deverá sempre constar da missão das patrulhas(ainda há?) ou de outros meios lançados para a rua.
Ilustre Paulo e outros camaradas ( não digo colegas, porque sou velho e esse termo nessa data não era nada abonatório):
Vamos para a frente!
Na GNR não pode haver divisões entre o Serviço Rural, a Brigada de Transito, a Brigada Fiscal, aInv Criminal, a Intervenção, o Honorifico e... outras coisas que para aí inventaram.
Ser o militar da GNR é o Soldado da Lei, não pode havewr uns melhpores que outros, mas sim que se complementem nas acções que desempenham.

Quanto a carreiras e à sua progressão:
Lembro-me de alguns Cabos e Sargentos do meu tempo que desistiam da promoção ...para não saírem da toca. Será que agora ainda se passa a mesma coisa, ou eu inventei?
Uma promoção deve trazer uma trasferencia atrás, pois não vejo um Cabo( do meu tempo) passar de um dia para o outro a Sargento e ir comandar os anteriormente mais antigos como Cabos, no mesmo Posto.
Tal se passa com outras categorias e até me lembro de velhos Oficiais da GNR que não quizeram ficar sob o Comando de Oficiais vindos do Exercito e que tinham sido antes seus subordinados.

Ou será que é somente a hierarquia a dificultar tais promoções? Porquê? Falta de legislação ou de vontade?

Acho que caso a lei o permita e preencham as condições todos devem progredir na carreira, independentemente de serem oriundos de Soldados ( no meu tempo), de Sargentos ou de Oficiais sendo ou não da Academia.
Também conheço alguns Doutores, alguns na GNR que eu não queria para a Secretaria do Posto, mas certamente nem todos são iguais.

Espero que todos se acalmem e, mais uma vez, pensem no nosso Inimigo comum.

UM VELHO SOLDADO

Anónimo disse...

Não se maltratem, Camaradas GNR´s
Falem de tudo e de todas as coisas mas com respeito.
Unidade, unidade é preciso.
Se não um dia destes a tropa toma conta de nós por completo. Com o argumento que só o regime militar e militarista pode manter a disciplina na GNR.
Os saudosos do passado e discipulos da AM estão por todo o lado e a cada canto.

Quem avisa amigo é.

Anónimo disse...

Ao "UM VELHO SOLDADO"

Obrigado!!!
Pena é o facto de não ter o seu contacto pois gostaria de trocar algumas ideias consigo.
Aqui ainda reina o anonimato...pelo que não lhe posso deixar o numero de telemovel.
Talvez um dia a gente se "cruze" algures ...talvez...

Abraço

PAULO

Anónimo disse...

Velho Soldado
Li o seu escrito e até encontrei coisas com as concordo.
Quanto ao Paulo é sempre a mesma treta. Se esta personagem é conhecedor da coisa militar então eu sou padre.
O que é isso de saber de guarda? É alguma ciência? Ou é como foot-ball , de que toda a gentinha palra?. Como piadas isto não vai mal. Antes assim.

Anónimo disse...

Ao comentador anterior.
Eu não sou conhecedor da "coisa militar". Eu «encarno" essa "coisa"...
Você bem podia ser padre para, assim, alimentar a "mentira" de Fátima e, em consequência, os cofres do Vaticano.
Não «bata» mais na minha "pessoa"!!!
Paulo

Anónimo disse...

OH Sr Paulo eu "gosto" tanto de si que jamais ( não em francês) lhe "bateria".

O facto de falar em padre é uma ironia. Não é caso para trazer para este "bate-papo" questões religiosas que essas são do foro íntimo de cada um. Nada de misturas.Há coisas com que eu não brinco.É uma questão de princípios

Anónimo disse...

«É uma questão de princípios»

Ficamos, então, por aqui.

Eu também não tenho cara para levar uma "chapada".

«O facto de falar em padre é uma ironia.»

Endendo-o no que concerne à ironia.
Há, também, coisas "do foro íntimo de cada um" que se encontram na praça pública quando não na "gaveta" dos administradores da gente...
Hoje o «segredo» é uma coisa muito relativa...

Volte sempre!!!

Paulo

Anónimo disse...

Então até ao próximo, ilustre Paulo

Anónimo disse...

Até à próxima.


Paulo