Tal como denunciar as injustiças e as faltas graves, também entendemos ser um dever desta Associação agradecer e divulgar o que de positivo vai acontecendo dentro da "nossa " Guarda. Assim sendo, a Direcção Nacional da ASPIG não pode deixar de agradecer ao Excelentíssimo Comandante Geral da Guarda a forma célere como foi resolvida a questão da falta de higiene relativa à forma como os talheres eram acomodados no refeitório dos Guardas no Comando Geral, a que alude a informação da ASPIG 10/09, de 28/04, e também pelo facto de ter tido a
gentileza de informar prontamente esta associação da resolução do problema.
Agradece-se também ao Senhor Comandante da UCC pela sua disponibilidade e compreensão na forma como tem vindo a resolver situações melindrosas apresentadas, individualmente, pelos militares que estão sob o seu comando directo e das quais esta Associação está ao corrente.
Agradecimentos estes que por uma questão de justiça, também são extensivos
a alguns Comandantes de D.Fiscais da UAF, pela sensibilidade e preocupação
manifestadas no que concerne à resolução de questões relacionadas com as
transferências dos militares sob o seu Comando.
No mesmo sentido a ASPIG, não pode deixar de manifestar o seu agrado pela atenção dispensada por alguns Comandantes dos Comandos Territoriais, face aos problemas que lhes têm sido apresentados por esta associação relativos às mais diversas situações, como da falta de condições em determinados Postos e outras, que possam afectar o pessoal e o desempenho do serviço.
A lamentar, há o facto de ainda, existirem Comandantes, principalmente dos
Comandos Territoriais, que se têm mostrado "avessos" e pouco sensibilizados para
dialogar com as associações representativas dos profissionais da
Guarda, que ao invés disso, são «peritos» em hostilizar os seus dirigentes, mesmo quando estes se preocupam com questões que visam melhorar o serviço que é prestado pela Guarda aos cidadãos e as condições em que os militares da GNR trabalham.
gentileza de informar prontamente esta associação da resolução do problema.
Agradece-se também ao Senhor Comandante da UCC pela sua disponibilidade e compreensão na forma como tem vindo a resolver situações melindrosas apresentadas, individualmente, pelos militares que estão sob o seu comando directo e das quais esta Associação está ao corrente.
Agradecimentos estes que por uma questão de justiça, também são extensivos
a alguns Comandantes de D.Fiscais da UAF, pela sensibilidade e preocupação
manifestadas no que concerne à resolução de questões relacionadas com as
transferências dos militares sob o seu Comando.
No mesmo sentido a ASPIG, não pode deixar de manifestar o seu agrado pela atenção dispensada por alguns Comandantes dos Comandos Territoriais, face aos problemas que lhes têm sido apresentados por esta associação relativos às mais diversas situações, como da falta de condições em determinados Postos e outras, que possam afectar o pessoal e o desempenho do serviço.
A lamentar, há o facto de ainda, existirem Comandantes, principalmente dos
Comandos Territoriais, que se têm mostrado "avessos" e pouco sensibilizados para
dialogar com as associações representativas dos profissionais da
Guarda, que ao invés disso, são «peritos» em hostilizar os seus dirigentes, mesmo quando estes se preocupam com questões que visam melhorar o serviço que é prestado pela Guarda aos cidadãos e as condições em que os militares da GNR trabalham.
ASPIG - Direc. Nacional
17 comentários:
Infelizmente o Comando de Beja não fala com as associações segundo dizem e nem com os militares. É o meu caso doente e com uma doença cancerosa, meteram-me
na patrulha, estando eu de baixa psicológica desde Janeiro.
O meu obrigado por esta Associaçõa denunciar esta situação vergonhosa. Não sou sócio desta Associação, mas sim da APG.
O seu a seu dono.
Bem haja.
Sim sim, fazem bem denunciar o que vai mal. Espero que também denunciem a pouca vergonha que reina na UCC, em que centenas e centenas de homens afectos a esta unidade passam os dias (porque as noites passam-nas em casa no conforto do lar e no seio da família) encostados às paredes e escondidos nas chafaricas e corredores dos aquartelamentos sem mexer uma palha. E quando decidem ir para a rua, em patrtulhas auto, constituídas por 6/7 militares cada, regressam ao aquartelamento sem qualquer tipo de serviço0 realizado. Consomem pneus, gasóleo e desgaste das viaturas, e resultados nada.
E os desgraçados dos militares dos Postos Territoriais, durante o serviço e até depois de fazerem o horário de serviço que lhes pertence, não param um minuto.
- Ele é acidentes de viação;
- Ele é ocorrências de agressões, tiros, violência doméstica, resolução de ofícios e apreensões de veículos ordenadas pelos Tribuanis;
- Ele é o serviço de atendimento ao Posto e o elevado número de queixas que têm de receber durante as oito horas de serviço;
- Ele é a detenção e conduçãos de indivíduos a Tribunal para serem interrogados ou ouvidos em audiência de julgamento;
É por este andar da carruagem que os Postos Territoriais cada vez têm menos militares, porque os que podem e quando podem logo "fogem" para o Comando Geral, EG ou outras unidades.
Denunciem ao Comandante Geral da Guarda o enorme prejuizo que a UCC está a dar ao Estado através do emprego de meios materiais e humanos e não se vê qualquetr tipo de resultado. Até hoje o que é que essa Unidade fantasma já produziu de útil ao País? Zero! Nada!!
Camarada "mal dizente" ...
Por certo o senhor é um dos ressabiados da ex-BF, ou um romano que por dor de cotovelo do pessoal que presta serviço na UVCC fala mal daqueles militares de uma forma desabrida e rancorosa.
Fica-lhe mal. O seu chorrilho de acusações infundadas só tem um propósito. Lavar roupa suja na praça publica, pois não lhe val de nada vir para aqui "chorar".
O mais lógico e uma vez que tem tanta certeza do que diz é ir dirctamente à Inspecção Geral da GNR e apresentar o caso, mas olhe que quem comanda também lê este Blog, se nada fazem é porque está tudo em conformidade.
Se a UVCC, faz muito ou pouco não é consigo, e se esta Unidade existe é porque o poder politico assim o entendeu. Quanto à missão desta unidade ela é de vital importancia para a "defesa" da fronteira maritima.
O melhor que faz, se tem tanta inveja dos que lá estão, é pedir o seu ingresso na mesma. Certo.
Agora porte-se como um homem e pare lá com as queixinhas e bufadelas.
Pelo povo e pela lei.
o que é que o guita quer?? tem inveja dos militares da UCC?? A UCC tem uma missão especifica! agora está é mal comandada e superlotada com oficiais e sargentos imcompetentes!! como é possivel depois de uma reestruturação haver meios navais no destacamento movel sem qualquer ligação ao serviço maritimo?? já estão a formar quintas e quintinhas com pessoal não qualificado, depois admiram-se de acidentes e de material danificado, andam a brincar aos marinheiros na UCC.
"O que é que o guita quer?"
Mas agora a UCC, e os seus constituintes são os novos GIPS?
Cheios de mordomias e dos quais não se pode dizer nada?
Se a UCC tem uma missão especifica essa deveria ser da Marinha de Guerra, ou dos seus militarizados - Policia Maritima.
Agora não me digam que um elemento da UCC é Guarda, que um elemento dos Gips é Guarda, que cozinheiros e baristas são Guardas, esses não são Guardas, trabalham na Guarda ou melhor, empregaram-se na Guarda.
Pelo que sei a UCC a nivel de horários é um doce, poucas horas de serviço(já não digo trabalho), e muitos dias em casa.
Agora "popeys" na Guarda!!
Se estão bem calem-se, agora não desrespeitem quem todos os dias verga o lombo pelo país, quem dá dias e noites, serviço e pressão com que, infelizmente, grande parte do efectivo das pseudo-unidades/serviços não sonha.
A Guarda só será a mesma quando for só uma.
A Guarda verdadeira e produtiva é a Territorial.
Assina:
Anónimo como convém
Já era tempo de haver uma associação que com humildade e sem "Show off", trabalhasse em beneficio dos associados e dos Guardas em geral.
Continuem
Se o parasitismo e a incompetência fossem música, na UCC era uma sinfonia todos os dias, 24 horas por dia.
O bonito vai ser quando os novos jipes e carros começarem a precisar de peças dado o desgaste a que os submetem nas viagens de turismo que fazem. O resultados do "serviço" é zero. Nem um auto levantado, nem um indivíduo detido ou identificado, nenhuma apreensão mesmo que seja de um saco de lentilhas. Nada!
E os generais e outros oficiais não vêem esta pouca vergonha que paira por aí. O Ministro tem de ser informado da realidade.
o que é que os guitas querem?? A guarda não é só o territorial,a guarda tem muitas outras missões, se estão mal lutem pelos seus direitos, agora ser invejoso e dizer mal dos camaradas de outras unidades é de baixo nivel. Qdo há manifestações pela luta de direitos, onde é que vcs andam??? A ucc tem que existir, pode é estar mal comandada e com excesso de tachos e de oficiais e sargentos e guardas incompetentes,pq os que lá ficaram são os afilhadinhos, aqueles que tem a sua vidinha por fora, e que são os beija mãos e lembe botas!!! são os que vão enterrar a herdeira da gloriosa Guarda Fiscal.
O destacamento movel da ucc não tem motivos para existir, o que andam a fazer??? a gastar gasoleo, não veem nada são todos miopes.o haxe no algarve é ás toneladas. O destacamento movel foi criado para colocar os afilhadinhos para estes não serem irem para o territorial. o resultado está á vista!! apreensões zero, autos zero, avistamentos zero, nada de nada!!! vão trabalhar malandros....ah pois trabalahm mas é nas oficinas deles, nos carrinhos do sr. coronel, major etc.
O destacamento movel da ucc não tem motivos para existir, o que andam a fazer??? a gastar gasoleo, não veem nada são todos miopes.o haxe no algarve é às toneladas. O destacamento movel foi criado para colocar os afilhadinhos,e os bufos do destacamento fiscal de setubal para estes não serem colocados no territorial. O resultado está á vista!! apreensões zero, autos zero, avistamentos zero, nada de nada!!! vão trabalhar malandros....ah pois, trabalham mas é nas oficinas deles, nos carrinhos do sr. coronel, major etc.
Parece que nem almoçou com jeito o sr. Cte Beja, nem a fruta, nem a sopa comeu ontem.
Acho que foi por causa da viuva do nosso camarada que se suicidou em Sabóia. Parece que a senhora disse umas verdades que já se sabia, mas ninguém tinha coragem.
Aquilo na TVI foi duro. Sabiam que o sr. Cabo-Chefe tem um processo interno (GNR) sobre um derrame de gasoleo do jipe. Acho que o jipe lá do PT/Saboia derramava para uns jarrigans gasoleo do depósito!!!!
Risssssssssss
A procissão ainda está na Igreja.
Caros camaradas de uma vez por todas, pensem em vocês mesmos.
Todos sabemos que na Guarda infelizmente existem algumas irregularidades, mas vir para este espaço falar das mesmas é dar tiros nos próprios pés, porque este tal como outros Blogues podem ser lidos pelo publico em geral. Como é óbvio pode ser o Zé ou o Manuel a cometer as faltas ou desvios, mas o resultado final em termos de opinião publica, é ficar a ideia e desconfiança de todo o pessoal da GNR ter comportamentos desviantes o que dá uma péssima imagem da Guarda.
Tenham um pouco de tino e apontem sim, soluções para corrigir e melhorar o que a todos nos afecta.
Se há questões a merecer investigação e tratamento disciplinar apresentem essas questões pela via oficial, parem de "lavar aqui roupa suja".
Se há quem não consiga conter-se, o melhor é a Direcção da ASPIG tomar a decisão de eliminar a verborreia insana que por aqui corre.
A "verborreia insana" que por aqui corre incomoda-te bastante. Não deves fazer patrulhas de 8 horas durante 3/4 noites por semana. Nem atendimentos ao público de 8 horas, e teres de receber durante este período 6 e 7 queixas pelas mais diversas razões.
Pimenta no cu dos outros é refresco. Verborreia mental é o que tu acabas de escrever. Não deves ter a mínima noção do que é ser um patrulheiro do territorial. Um patrulheiro do territorial é um escravo, com quem muitos parasitas e incompetentes que assolam a Guarda tentam gozar.
Queremos um jeep mesmo velho que fosse para fazer patrulhas ás povoações e aos campos não há. Mas a UCC tem jeep,s novinhos em folha para fazer turismo.
Os Sr,s Comandantes fazem-se passear em grandes e potentes carros, para passear a família o fim de semana.
A Guarda está mesmo mesmo a bater lá no fundo.
Se não podemos dizer a verdade que nos assola e nos suicida e metemos a cabeça na areia a dizer está tudo bem. Bom, então vamos todos juntos dizer que somos bem tratados, que não somos humilhados, que certos comandantes nos levam à loucura e não chamamos os bois pelos nomes, então para que serve a democracia (pseudo).
Sem ofender, sem magoar, porque não dizer o que nos vai na alma?
Brevemente termos um “ponto de situação” dos seis meses de aplicação da reestruturação da Guarda.
Certamente já foi feito um levantamento dos “pós e contras” desse desígnio político (reestruturação da Guarda).
Temo que os erros enunciados no discurso do Exm.º Comandante Geral da Guarda (CGG), no último aniversário desta, se tenham, entretanto, evaporado para que, assim, nada haja a corrigir;
Temo, que o Conselho Superior da Guarda (CSG) e o Conselho de ética, deontologia e disciplina (CEDD) – órgãos máximos de consulta do CGG – não sejam consultados sobre esta matéria;
Temo, os efeitos da “engelharia dos números”;
Temo, que ninguém fale na escassez de militares da Guarda que, actualmente, esta muito aquém dos quadros orgânicos das unidades (QO);
Temo, que não se faça um “balanço” da “prova de fogo” a que foram sujeitos os oficias superiores – coronéis e tenentes-coroneis – sem formação (origem) na Academia Militar, enquanto Comandantes de grandes Unidades no que concerne à capacidade de gestão de recursos humanos e materiais;
Temo que a situação dúbia se arraste para além dos actos eleitorais dos políticos;
Temo, a exoneração/demissão/passagem à situação de reserva, do General Comandante Geral da Guarda no momento crítico que eventualmente as correcções advenientes de uma reestruturação “precipitada, tornem inevitável;
Temo, que os oficias oriundos da Academia Militar representem, no seu imaginário, um perfil medíocre dos oficias sem origem na Academia Militar;
Temo silêncios enternecedores a fazer lembrar cobardia;
Temo a “festa” dos que foram beneficiados com a “confusão” que agita o sistema;
Temo, que os responsáveis militares e políticos “fujam” a tempo para o “abrigo” de pensões de reserva/reforma apetecíveis e deixem, no activo, milhares homens e mulheres honestos, aos “gritos”;
Temo, a recta final da “tempestade” quando a motivação, lealdade, disciplina, obediência, justiça, certezas, expectativas, estão altamente fragilizados;
Temo, os novos mecanismos punitivos para restabelecer a «normalidade».
Maldito temor …!!!
Porém, não tempo o pôr-do-sol, o arco-íris, as cigarras e as formigas; pois fui tudo o que tive para, de alguma maneira, me deter em profunda reflexão …
Este temor que não pode ser considerado como um ilícito criminal ou disciplinar. Trata-se apenas, e só, de “estado de alma”, provocado pela reflexão e pelo silêncio “forçado” a que tenho sido “obrigado” há décadas e que o domínio sobre a vontade, de alguma maneira, teima, ainda, em manter.
Paulo
Anónimo das 21Maio 09H39
"A ucc tem que existir, pode é estar mal comandada e com excesso de tachos e de oficiais e sargentos e guardas incompetentes,pq os que lá ficaram são os afilhadinhos, aqueles que tem a sua vidinha por fora, e que são os beija mãos e lembe botas!!! são os que vão enterrar a herdeira da gloriosa Guarda Fiscal.""
AGORA ESTÁ TUDO DITO TIROU-ME AS PALAVRAS...
Assina anónimo como convem
Caro Paulo.
O seu temor pode ser apenas "virtual", mas que tem razão de existir isso é inegável.
Claro que só tem esse "temor" quem acompanha a par e passo a evolução (negativa/positiva) da Guarda, porque os que se alheiam ou não lhe interessa ver a realidade pensam que tudo vai bem, e que tudo se compõe por ordem natural.
Erro o deles. Se não fosse os homens que pensam, o barco já não se encontrava a navegar.
Por enquanto ainda vamos navegando, embora com o mar agitado.
Esperamos é que o comandante não abandone o barco e fiquemos todos à deriva.
A ver vamos.
Homo Sapiens.
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