A Direcção Nacional da Associação Sócio – Profissional Independente da Guarda (ASPIG) solidariza-se com a luta dos Sindicatos dos Profissionais da Policia de Segurança Publica, traduzida na manifestação levada a efeito hoje (21/05/2009) em Lisboa, e espera que os seus objectivos sejam alcançados, para que a PSP, melhor possa servir os cidadãos e o país em geral.
A ASPIG saúda também os seus Dirigentes e todos aqueles que estiveram presentes na manifestação, pela sua coragem e persistência, certa da justeza das suas reivindicações, anseios e aspirações dos seus elementos.
Ao mesmo tempo esta Associação Profissional, lembra mais uma vez ao Sr. Ministro da Administração Interna, que os problemas, anseios e aspirações dos profissionais da Guarda Nacional Republicana, em termos de Estatuto Profissional e remuneratório, são idênticos aos dos profissionais da Policia de Segurança Publica, pelo que esta Associação espera que qualquer que seja a solução adoptada pelo MAI, para resolver as questões que preocupam o pessoal da PSP, seja extensível também aos profissionais da GNR, como parte integrante do sistema das Forças de Segurança, no sentido de mobilizar e elevar esforços e vontades, para melhor cumprir e servir Portugal.
Porque só com Forças de Segurança altamente motivadas é que o crime e todos os efeitos a ele subjacentes terão uma resposta adequada e mais eficaz.
Esta na hora do Governo ver, assumir e corrigir os seus erros.
Lisboa, 21 de Maio de 2009
ASPIG - Direcção Nacional
A ASPIG saúda também os seus Dirigentes e todos aqueles que estiveram presentes na manifestação, pela sua coragem e persistência, certa da justeza das suas reivindicações, anseios e aspirações dos seus elementos.
Ao mesmo tempo esta Associação Profissional, lembra mais uma vez ao Sr. Ministro da Administração Interna, que os problemas, anseios e aspirações dos profissionais da Guarda Nacional Republicana, em termos de Estatuto Profissional e remuneratório, são idênticos aos dos profissionais da Policia de Segurança Publica, pelo que esta Associação espera que qualquer que seja a solução adoptada pelo MAI, para resolver as questões que preocupam o pessoal da PSP, seja extensível também aos profissionais da GNR, como parte integrante do sistema das Forças de Segurança, no sentido de mobilizar e elevar esforços e vontades, para melhor cumprir e servir Portugal.
Porque só com Forças de Segurança altamente motivadas é que o crime e todos os efeitos a ele subjacentes terão uma resposta adequada e mais eficaz.
Esta na hora do Governo ver, assumir e corrigir os seus erros.
Lisboa, 21 de Maio de 2009
ASPIG - Direcção Nacional
50 comentários:
Espero que o Sr. Ministro da Administração Interna tenha o bom senso de ouvir a voz dos profissionais da PSP e proceda ou mande proceder à correcção do que motivou, ontem, a manifestação dos agentes da PSP em Lisboa. Espero, també, que o Sr. Ministro não se esqueça dos militares da GNR, e muito particularmente daqueles que desenvolvem a sua actividade profissional em òrgãos operacionais, como é o caso dos militares dos Posto Territoriais, que são ao fim e ao cabo os que estão mais expostos a todo o tipo de adversidades e mais riscos correm no cumprimento da missão.
No ante projecto do EMGNR, há coisas positivas, como por exemplo e finalmente, vir contemplado um patamar de horas (36) semanais, sem prejuízo do dever de disponibilidade, com a possibilidade, de sempre que esse patamar seja excedido por motivo de serviço, haver uma compensação.
Também é positivo o facto, de para as promoções a cabo chefe e cabo mor, não serem exigidos louvores como anteriormente acontecia, para a promoção a cabo chefe.
Agora, é muito negativo pela forma que vem prevista no EMGNR, as promoções a esses postos, serem simplesmente por escolha. Deveriam também estar condicionadas pela antiguidade. Por exemplo vamos assistir, a que um cabo com 10 anos no posto de cabo, seja promovido a cabo chefe, antes de um com 15, independentemente de ambos terem as mesmas condições para a promoção, sabe-se lá, com que critério.
No que respeita ao tempo de serviço para passagem à reserva e reforma, a situação deveria ser a de 55 anos de idade ou 36 anos de serviço, e não como vem previsto, a observância das duas situações em simultâneo.
No ante projecto do novo ERGNR, no que diz respeito ao subsidío de patrulha, passou de 100 horas mensais, para 48 horas. Mas, em relação ao subsidio de risco, prevê-se nova injustiça, com a atribuição daquele subsidio, somente a algumas especialidades da Guarda, que por acaso até nem são aquelas, onde mais elementos ficaram feridos ou perderam a vida em serviço, em vez de ser atribuído a todos os elementos que efectivamente desempenham serviço policial/operacional.
Quero deixar apenas e só um breve comentário sobre o que disse a pessoa que escreveu sobre o novo estatuto "proposta", deixar de ter contemplado os louvores para as promoções a cabo chefe e cabo mor.
Pois tenham atenção, quem for mais atento e ler as propostas dos mais variados documentos em estudo, verifica precisamente o contrário.
Os louvores passam a ter muito valor, pois no diploma das avaliações, são verificados as diferençs de pontuação dada e o coeficiente aplicado em matéria de louvores, originando a facilidade com que uns vão continuar a afastar-se em relação a outros, até mesmo na pogressão salarial, pois esses pontos vão servir até para as mudanças de níveis e posições salariais.
Queria apenas deixar esta informação a todos para que não se veja nem se transmita melhoramentos onde existem apenas mudanças significativas da letra da lei mas que resulta de mais dificuldades sempre na pogressão das carreiras de muitos.
.
Na verdade até agora a única promoção - desde Soldado a General - em que os louvores são condição "sine quo non" (sem a qual)para que seja possível a promoção é a promoção, por escolha, dos Cabos, a Cabo-Chefe. Tem sido assim pelo menos desde 1983.
Porém,a proposta do Estatuto apenas vem afastar , neste caso, a condição "sine quo non" referida. Os louvores, não sendo condição "sine quo non", vão continuar a ter grande "peso" nas promoções por escolha assim como as informações dos chefes directos a que os guardas vão ser sujeitos nos moldes em que a categoria de sargentos e oficiais o são desde sempre.
Quando se fala em promoções por escolha é importante não esquecer que não se trata de uma escolha “pura”: são apenas apreciados os militares que estejam no terço superior da escala de antiguidades.
Depois:
1 - Tendo em conta o resultado de uma formula - que inclui louvores, cursos militares, cursos civis, informações, condecorações, etc) - é atribuída uma nota ao militar na escala de 0 a 20.
2 -Apurada a nota de cada militar, estes são distribuídos por três grupos (1.º, 2.º e 3.º grupos), por exemplo: os que têm nota até 10 valores são incluídos no 3.º grupo, os que têm a nota entre 10 e 11, 50 são incluídos no 2.º grupo e os que têm nota superior a 11, 51 e 20 são incluídos no 1.º grupo.
3 – Os militares que foram incluídos no 1.º grupo (os melhores) são ali posicionados por ordem de antiguidade relativa e não por nota (por exemplo um militar que tenha a nota 18 e seja mais moderno que um militar que tenha a nota 11, 51 este (pior nota) é posicionado em primeiro lugar para a promoção.
Considerando, ainda, que por cada mês que passa para além do tempo mínimo no posto (previsto no Estatuto) em que o apreciado se encontra, aumenta algumas décimas na nota de avaliação logo se verifica o peso da antiguidade nas promoções por escolha.
Face ao exposto, é necessário conhecer os mecanismos legais em que as coisas ocorrem para, depois, se ter legitimidade e idoneidade para propor, discutir, corrigir, entender.
A verdade é que muitos militares desconhecem as próprias regras que se lhes aplicam e, por isso, são pertinentes as suas dúvidas. Duvidas que não deixam se ser compreensíveis quando se verifica que nos cursos de promoção, especialização, formação, ministrados na Guarda, estas matérias raramente são debatidas de modo inequívoco.
Não é raro encontrar militares de, todas as categorias, que não sabem identificar uma condecoração que os militares usam no uniforme e se o sabem, não sabem os pressupostos necessários para que a mesma seja atribuída e muito menos a hierarquia das condecorações e a ordem em que devem ser colocadas no uniforme.
Importa, ainda, referir que os louvores determinam a atribuição de condecorações não por o número de linhas (tamanho) dos mesmos mas pelo número de virtudes e qualidades do militar ali referidos expressamente.
Basta ler alguns louvores – onde estão perfilados, em grau elevado, todas as virtudes e qualidades previstos no regulamento das medalhas, (cópia integral) e a terminar com as palavras “distintíssimo” “relevante” “extraordinário mérito” , etc.. - para verificar que os “peritos” nestas matérias estarão sempre na primeira fila dos promovidos por escolha, pois ao longo da sua carreira especializam-se nesta área de poucos conhecida.
Paulo
Há tempos atrás, ao ver no Discovery Channel, um documentário sobre a policia da cidade do México, em que os agentes recebiam em complemento ao vencimento, um cabaz de géneros, proporcionalmente ao número de detenções, e como forma de premiar os que mais faziam, pensei.
Meu Deus, ao ponto que a raça humana chega...
Entretanto, meditei e cheguei á seguinte conclusão.
E, se no meu país um dia, situação idêntica vier a acontecer. Em que os agentes são promovidos ou sobem na tabela salarial, de acordo com o número de detenções ou multas que façam.
Pobres dos agentes, dos cidadãos e da sociedade em geral, desse país...
As:
Simplesmente Cidadão.
Ao
Simplesmente Cidadão
Eu não sou contra às regras que acelerem a carreira dos militares.
A aplicação das referidas regras é que, por vezes,por razões que todos conhecemos, não são aplicadas conforme os ditames da ética e da justiça.
Os "premios" obtidos pelos militares nunca podem ser monetários assim como os mecanismos de motivação dos militares nunca podem ser fundados na cor dos olhos dos mesmos ou nas relações pessoais de amizade entre quem premeia e premiado.
As instituições de cariz militares, não são fabricas de encher chouriços e não têm como objectivo o lucro.
Enquanto isto não fôr entendido, há sempre alguém vítima do sistema.
Paulo
Muito bem camarada Paulo.
A suas postagens merecem "nota 20"
Boa semana.
Homo Sapiens.
Artigo 164.º
Avaliadores
1- Na avaliação do desempenho dos militares intervêm apenas um único avaliador que é, em regra, o superior hierárquico imediato.
2- O avaliador deve ser oficial ou sargento.
3- O avaliador deve munir-se de todos os elementos que permitam formular uma apreciação objectiva e justa sobre o avaliado, sendo da sua exclusiva responsabilidade as avaliações que venha a prestar.
Sr. Paulo.
Este é o Artº 164 do ante projecto do novo EMGNR.
Quando for implementado o sistema de avaliação na Guarda, e da forma que presentemente certos militares, são considerados em relação a outros, pelo seu comandante directo, dentro do mesmo local de trabalho. Como por exemplo ao requerer uma folga mensal (que por lei tem direito), e este lhe diz de forma irónica “não sei se mereces…” e depois, vem outro militar solicitar a mesma folga mensal, e que por acaso até a solicitou dias depois do primeiro, e a este, lhe é concedida sem qualquer entrave ou observação…
Outra situação, é por exemplo quando um militar multa um familiar, conhecido ou amigo do seu comandante directo. Qual acha que vai ser a consideração/relação a partir daí, entre o comandante e o subordinado?
Agora, diga-me lá se no que à avaliação do militar diz respeito, e quando chegar a sua vez de ser avaliado (pelo seu comandante directo) se este tem a sensação de que a aplicação das regras é conforme os ditames da ética e da justiça?
Patrulheiro
Assim está bem!
Aprendi muito nestes comentários.
Vou gravá-los.
Assim vale a pena ter este blog aberto ás opiniões de todos.
Bem hajam.
Ao Patrulheiro
Sabe, para a certeza e segurança do direito as normas legais deviam ser objectivas e desprovidas de "se...", "salvo", "excepto", "mas por despacho...", etc, etc.
Se reparar nos projectos legislativos que por ai circulam, há-de verificar que tudo tende para a subjectividade de cada norma legal.
Conclusão:
A aplicação das referidas normas fica ao critério de cada um. Se há interesses, há mecanismos subjectivos que são aplicados. Se não há interesses, há que fazer uma leitura diferente das normas porque, estas, da forma em que se apresentam, têm várias leituras ou deixam presidir os critérios de quem tem legitimidade para as aplicar.
Esta fragilidade do princípio da legalidade não pode "criar" certeza e segurança nos destinatários das normas.
Isto para não falar das expectativas criadas por certas normas que nunca são aplicadas porque ninguém as regulamentou. Veja-se quantos comandos legais do Estatuto de 1993, passados que foram 16 anos, ainda não foram regulamentados.
E o mais bizarro de tudo é o facto do projecto do novo Estatuto «teimar» em manter os mesmos comandos legais e continuar deferir a respectiva regulamentação “sine dia “ (sem dia definido).
Alguém foi punido ou, pelo menos, incomodado pelo omissão da regulamentação?
Alguém foi punido pelo facto das expectativas dos destinatários das normas terem sido defraudadas devido à ausência de regulamentação daquelas.
O que motivará o legislador ao não determinar expressamente (no texto do diploma legal) um prazo limite para a regulamentação de certos comandos legais? Será que há uma intenção previa dos mesmos nunca serem aplicados e alimentarem, apenas e só, as expectativas e/ou a aprovação dos diplomas na Assembleia da Republica?
Paulo
Os guardas republicanos, desde guardas ao oficiais superiores, estão, salvo muito raras excepções, muito bem pagos para aquilo que fazem. Alguns então deviam pagar para vestirem a farda da Guarda. Um bom operário com vinte e tal anos de empresa nºao leva para casa 250 contos no final do mês como levam muitos GNR,s e não trabalham um terço desses operários. Andam por aí de pistola à cinta, a multar quem trabalha.
Realmente com tanto tempo para prepararem as transferencias, deu nesta pouca vergonha, muita injustiça que por aí vai.
Brincam com uma facilidade com a vida dos militares como se de animais se tratassem.
Sr Anónimo
Se a guarda multa é por que há infracção. Ou deve fechar os olhos? Nesse caso virira dizer que o guarda não fez o seu trabalho. Também é daquels que pensa e diz que trabalhar é carregar caixotes ás costas? Vamos lá a ser honestos e deixar a demagogia para ps políticos, que esses sim não têm emprego nunca fizeram nada na vida . Unicamente políticos
Sr Anónimo
Se a guarda multa é por que há infracção. Ou deve fechar os olhos? Nesse caso virira dizer que o guarda não fez o seu trabalho. Também é daquels que pensa e diz que trabalhar é carregar caixotes ás costas? Vamos lá a ser honestos e deixar a demagogia para ps políticos, que esses sim não têm emprego nunca fizeram nada na vida . Unicamente políticos
Senhor anónimo de 26Maio09. Sabe ou não lhe convém saber, que na GNR também há muitos politicos, razão porque muitos de vocês não fazem nada.
Conheço o meio.
Generais politicos, coronéis e capitães politicos, sargentos, politicos e guardas politicos é o que por aí mais há. Então nesta altura é vê-los por aí nos cafés e outros locais a falar de "politica", tipo campanha eleitoral, melhores reformas, vencimentos, direitos, regalias sociais, etc, etc. é que isto tb. é politica...
E esta Hein...
Sr Anónimo
Se osr conhece o meio eu conheço-o melhor, modésti à parte. Tuso isso é verdade. Mas não confunda a arvore com a floresta. Qual é profissão que não tem gente dessa? Uma só?Eu refiro-me ao pessoal honesto, que vestiu a camisola quando entrou para o Corpo Especial de Tropas, mesmo que alguns não gostem da designação,e diariamente se esforça por cumprir as tarefas que lhes são atribuídas. Sim por que um militar na verdadeira acepção da palavra não escolhe missões. Cumpre-as. Esta é a grande diferença das outras profissões, independentemente da existência desses tais que enumera que a única coisa que sabem é dizer asneiras para se evidenciarem. Não com esses não se conta.
Não haverá ninguém, cá na Guarda, com responsabilidades, que ponha os Guardas Fiscais a trabalhar? Pelo menos ponham-nos a vigiar as matas agora na altura da época do Verão. Andam acotovelarem-se uns aos outros nos corredores e nas secretarias do quartel. Mas aquela gente sente-se útil à sociedade com tanto parasitismo a que se entregam diariamente?
E nos Postos Territoriais continuamos na mesma: Nem tempo há para tomar as principais refeições, porque o telefone toca e a patrulha lá tem de ir tomar conta do acidente ou de outra ocorrência de polícia geral. E quando regressa ao Posto tem de elaborar o expediente. No final do mês, dia 21, lá está o dinheiro para quem se matou a trabalhar e para quem andou a acotovelar-se e a encostar o cu às paredes. Vai bonita esta Guarda. vai vai....
Ao último comentador.
A sua conversa já se torna fastidiosa, pois parece que os seus problemas se resumem ao seu sentimento de menoridade, que vai alimentando com ódio e inveja em relação ao pessoal da Fiscal.
Tenha vergonha na cara, e deixe de andar a dizer mal dos colegas da Unidade fiscal.
Os seus inúmeros comentários só revelam dor de cotovelo e vontade de ocupar o lugar de algum dos que lá está, nada mais.
A sua conversa doentia e mesclada de inveja e ódio já cheira mal.
Trate-se que isso é doença.
J. Baptista
O último comentar deve ser mais um dos que se entrega ao parasistismo e nunca fez a ponta de um corno cá na Guarda.
Vai trabalhar malandro. Vai para um Posto Territorial e vais ver o que é ser útil à sociedade. Faz alguma coisa em benefício da sociedade para mereceres o vencimento que o Estado te paga ao dia 21 de cada mês.
«Os conglomerados de média são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial. A adopção destas normas junta à impostura das oligarquias políticas e outras..., tornaram-se o mais eficiente meio de desinformação no País.»
Paulo
as voltas que a vida dá... o sargento da comporta qdo estava no lado de lá parecia ser um Militar com principios, com valores, um verdadeiro camarada! criticava as posturas ilegitimas do Dimitri e do pulha da sua classe. agora tornou-se igual a eles: até quer por o coxo nas patrulhas. tem mas é vergonha. O outro da territorial está de ferias permanentemente, onde se viu um sargento comandar apenas uma equipa de militares,vai mas é patrulhar malandro! a ucc está á deriva. nas secretarias são mais que as mães!!!
Paulo
29 Maio, 2009 22:16
Ainda gostava de saber e ver se fosse possível, o que é que este "Paulo" já fez de útil na Guarda. Deve ser mais um dos que tem andado por cá a servir-se da Guarda para se valorizar pessoalmente, enquanto os outros militares fazem o trabalho deles e justificam o ordenado do "Paulo". Cantas bem mas não me alegras. Deve ser mais parra do que uva.
AO LEIRIA
O seu comentário fez-me lembrar uma conversa que tive - há muitos anos - com um provocante beberrão.
Estava eu em Santa Apolónia -Lisboa - com um "galão em cada ombro" - quando este homem me abordou para me perguntar a hora da partida do comboio.
Parecia desprovido de todo o respeito pelos seus chefes em geral, e por mim em especial. A sua familiaridade, depois de me ter desconcertado, divertiu-me.
Contou-me as suas dificuldades, lastimou-se muito da miséria dos tempos, falou dos ricos e veio por fim a referir-se aos oficiais. Eu queria, ali em plena estação, evitar todo o escândalo. Às injúrias que ele se pôs a proferir a meia-voz contra os "agalanados", respondi, em voz mais baixa ainda, com palavras conciliadoras.
Tive de ouvir que éramos, os meus camaradas e eu, amáveis mandriões, pagos à grande, bem «comidos» e muito ocupados em nos divertirmos. Não desprezava decerto, o nosso champanhe e os nossos prazeres. Este alcoólico igualitário, não admitia de modo nenhum que o obrigassem a viajar em terceira classe, quando eu me regalava sentado sobre bons estofos almofadados, em 1.ª classe.
As minhas botas, o tecido das minhas calças, irritavam-no. «Vossa senhorias, tem cara de boa pessoa, meu alferes...mas, naturalmente é como os outros», e cuspiu para a frente, com a prosápia dum homem que falou bem.
Eu, no meu íntimo, lastimava o infortunado oficial a quem incumbia o encargo de conduzir ao cumprimento da missão um tal beberrão a cumprir o serviço militar obrigatório. «E o teu comandante de companhia?», perguntei-lhe para ouvir o que dizia.
A esta pergunta, o diabo do homem, mudou de expressão, de atitude, e a sua voz tomou um certo acento novo. «É formidável» respondeu-me. «Tão verdade como estar falando, por aquele deixava-me matar…».
Estas últimas palavras, acompanham-me até hoje. Desde aquela conversa só uma ambição me move na vida: é a de me parecer com o Comandante de companhia desconhecido que mereceu a estima do bêbado desgraçado.
Paulo
ó paulinho que grande texto só para dizeres que és oficial!! e comandas o quê, Homens no terreno ou estás sentado a assinar papeis???
ó Paulinho que grande texto só para dizeres que ambicionas ser um Bom oficial!! não sei se alguma vez o serás, os teus subordinados alguma vez se deixarão matar por ti??? e comandas o quê, Homens no terreno ou estás sentado a assinar papeis???
Polainas
O Paulo é tanto Oficial como eu hei-de ser padre na Cascalheira!
O sr. é certamente uma ave dessas que anda nas estatuas de Lisboa!
O omem quer é brincadeira!
Esta de "Omem" sem "H" está muito boa.
Ele dá erros destes, por isso escrevi assim.
De vez em quando temos que mandar umas bujardas......
"Goucha"
Ao COUCHA
«Filho de pais humildes, o militar chegou ao poder trabalhando e articulando muito. Mas como todo o administrador, o Imperador Diocleciano ficou conhecido não só pelos seus acertos – que foram poucos – mas também pelos seus erros. Entre seus “pecados” como homem público, o imperador em questão, cercado pelos «aspones» da época, se encastelou dentro do palácio imperial. Diocleciano não ouvia o povo, não atendia pessoas humildes, não se misturava à plebe que fazia Roma e o império terem vida e riqueza. Considerava-se acima da lei. Ao seu lado seus secretários – se é que podemos usar esse termo – passavam para ele a ideia de que no reino tudo andava as mil maravilhas e o povo, a plebe, deveria ser tratada com desprezo. Mas nem todos ao lado de Diocleciano eram insensíveis.»
Há sempre alguém sensível...até aos "erros" banais da escrita.
Paulo
Este Paulo é uma ficção. Não existe. Inventa umas historietas, copia umas páginas duma qualquer enciclopédia e vem para aqui "botar ciência". Não vale a pena gastar cera com um fantasma.Controi personagens e vive delas.
O anónimo de 30 Maio 2009 18:25, disse:
“Este Paulo é uma ficção”
Considerando que «ficção» é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal.
Simplesmente não existo realmente.
Mas gosto deste “espaço” onde sob anonimato se revelam reais personalidades que são dignas de preocupantes reflexões.
Da análise que tenho feito, a muitos dos comentários aqui produzidos, conclui o seguinte:
Enorme escassez de conhecimentos essencialmente militares e uma incompreensível tendência para a “lavagem de roupa suja”.
Criticas sem qualquer fundamento legal e/ou conhecimento da história das instituições de cariz militar ou outro.
Paradoxalmente, verifica-se que só há reacção – quase sempre negativas – aos comentários que, de facto, denotam algum grau de cultura e de domínio das realidades do verdadeiro quotidiano militar.
Quando a ASPIG posta aqui assuntos de importante interesse para os militares, poucos são os que – nos seus comentários - não «fogem» ao conteúdo da postagem mas, ao invés, precipitam-se para as banalidades infantis.
As chefias que acompanham estes blogues e os serviços do ministério da Administração Interna, entre outros, há muito que, por certo, já tiraram as suas ilações quanto à personalidade dos que por aqui passam.
Não levem a mal este comentário.
Paulo
Caro amigo, "Paulo"!
Há muito que por aqui passo e tenho o prazer de ler o que por aqui se escreve. Até por vezes, também já tenho postado alguns comentários que acho de alguma utilidade. Mas hoje só quero deixar um comentário(zito)...
Os que por aqui passam e que tanta vez comentam e criticam sem dó nem piedade as patentes da GNR, principalmente as dos sargentos e oficiais, ainda não adivinharam qual a patente deste, secreto para alguns, denominado "Paulo".
Hoje vou revelar qual a patente deste misterioso homem que muito estimo Possui a patente mais nobre entre todas que é a PATENTE DO CONHECIMENTO.
Já repararam quanto inúteis se tornam quando escrevem por aqui apenas levados pela critica pobre e desprovida de conhecimento e de cultura?
já repararam que também por aqui passa o público que servem e que destas muitas postagens tiram o vosso retrato e o meu?
Já repararam que qualquer dia se distraem e dão com vocês a dizer mal de vós ´próprios em frente ao espelho enquanto aparam a barba?
Tenham juizo e sejam profissionais, todos precisam de todos.
Quanto ao "Paulo", muitos parabens pelo contributo que é sempre benvindo por aqueles que tem sede de conhecimento.
Um abraço
Pela minha parte dispenso este Paulo e outros que por aqui proliferam. Já os conheço de ginjeira. Como se dizia no meu tempo, estou farto deles...
Sr. Paulo;
Permita-me que lhe diga que o Sr. de GNR e muito particularmente de Serviço Territorial, que é a verdadeira matriz da Guarda, é um zero. Não percebe nada de nada. E a prová-lo está o facto de nunca aqui ter deixado um comentário sobre esse lado nobre e honroso da Guarda Nacional Republicana, que é, desde 3 de Maio de 1911, a GNR que os portugueses melhor conhecem e respeitam.
A face visível da Guarda são os milhares de homens e mulheres do Serviço Territorial, incluindo os dos Destacamentos de Trânsito, que se prezam de servir o País, e levam aos mais recônditos lugares esquecidos pelo políticos de pacotilha que nos têm desgovernado há vários anos a imagem e a postura digna da autoridade.
O Sr. deve ser assim do género do António Guterres (aquele político que falava muito bem, mas numa noite de eleições autárquicas abandonou o País e os portugueses, deixando-os atolados no pântano). O Sr. Também fala e escreve umas coisas lindas, pomposas, floridas, de frase feitas, etc, mas obras, coisa palpável e útil em benefício do povo e das populações, nada.
O modo subtil e não menos ardiloso que utilizou para chamar bêbado ao Leiria, diz de si o verdadeiramente carácter de que é detentor. Nem tínhamos necessidade de saber que o Sr. é oficial da Guarda. Mas fez questão de nos informar. Vaidades!
ROTIV SATNA disse...
“(…)ainda não adivinharam qual a patente deste, secreto para alguns, denominado "Paulo".
Hoje vou revelar qual a patente deste misterioso homem que muito estimo possui a patente mais nobre entre todas que é a PATENTE DO CONHECIMENTO (…)”
ROTIV SATNA, uma – entre muitas – virtudes militares denomina-se «decoro» (maneira correcta de bem proceder no meio militar e civil).
Hoje já se confundem as virtudes com qualidades militares e estas com a simpatia e cumplicidades pessoais.
Esta confusão não seria grave se não fosse o facto das virtudes e qualidades militares terem passado a ser subalternas da simpatia e cumplicidades pessoais.
Num momento em que se fala de promoções hierárquicas e remuneratórias com fundamento no mérito, cumprimento de objectivos, e nas qualidades e virtudes militares é motivo para reflexão.
A motivação e a disciplina não se compadecem com tais “confusões”. Qualquer confusão nesta matéria catapulta-nos para ambientes de injustiça e indisciplina que, desde já, urge acautelar.
Assim, proponho uma medida que deve ser incluída no processo de promoção por escolha. Não basta o CSG e o CEDD “colher” os dados das fichas curriculares dos militares – que muitas vezes nem os conhece pessoalmente - a promover por escolha e com esses dados resolver uma fórmula matemática da qual resulta uma nota que vai determinar a promoção por escolha e, consequentemente, a ultrapassagem de militares mais antigos.
Na minha opinião, a apreciação dos militares a promover por escolha devia incluir a obrigatoriedade destes estarem fisicamente presentes e sujeitos a uma entrevista para que os representantes do CSG e CDD pudessem, assim, verificar se a “criatura” que esta na sua frente tem alguma correspondência com as virtudes e qualidades militares, plasmadas nos louvores, cursos, notas, informações, funções, forma física, estado geral de saudade, registados nas respectivas fichas curriculares e outros documentos inclusos no processo.
É apenas uma proposta que, ao ser aceite, iria banir muitas dúvidas do imaginário colectivo e iria também deixar estupefactos os que tem legitimidade para decidir nesta matéria.
PS: Essa da “PATENTE DO CONHECIMENTO” só pode ter fundamento se não lhe for descontado a exagerada estima que alega ter por mim. Descontando tal exagero verificara que o “Paulo” é a vulgaridade em pessoa.
Paulo
ANABELA AZEVEDO, disse:
“Sr. Paulo;
Permita-me que lhe diga que o Sr. de GNR e muito particularmente de Serviço Territorial, que é a verdadeira matriz da Guarda, é um zero. Não percebe nada de nada. E a prová-lo está o facto de nunca aqui ter deixado um comentário sobre esse lado nobre e honroso da Guarda Nacional Republicana, que é, desde 3 de Maio de 1911, a GNR que os portugueses melhor conhecem e respeitam.”
Minha (?) «querida» Anabela
Folgo em saber que os meus comentários, de uma maneira ou outra, finalmente a “tocaram”.
Para que duvidas não restem começo por lhe dizer que não sou oficial do quadro permanente da Guarda Nacional Republicana. Se foi este pressuposto que a “tocou” lastimo em tê-la decepcionado.
Quanto à missão especifica desempenhada na vertente territorial operacional, um dia posso provar-lhe de que não preciso das suas “lições” no que concerne a motivação, condições de trabalho, mobilidade, carga horária, trato, camaradagem, dificuldades económicas, inadaptação, desenraizamento geográfico e ausências prolongadas do agregado familiar, dos homens e mulheres que, paulatinamente, calcorreiam, diariamente, vales, montes e planícies escaldantes, deste Pais à beira mar plantado.
Estas mulheres e homens – que alimentam o quadro orgânico ora deficitário – das Unidades e Subunidades territoriais, constituem, sem dúvida, o “lado nobre e honroso da Guarda Nacional Republicana” que tem a sua génese nos pretéritos anos de 1383-1385.
Estes homens e mulheres são o verdadeiro «rosto» da Guarda, que, por vezes, se tenta esconder.
Estes homens e mulheres forjaram a suas característica quando eram inspirados por um elevado ideal, quando o seu olhar contemplava a lealdade e o esforço dos seus chefes directos que sabiam o seu nome completo, onde moravam, quantos filhos tinham, e outras “familiaridades” não menos importantes para a coesão do “grupo”.
Bons tempos…aqueles – que presumo que não conheceu – em que, o sofrimento se suportava bem porque era agitado pela paixão duma grande aventura, vivida em completa solidariedade, camaradagem e, sobretudo, lealdade entre comandantes e comandados.
Hoje, egoísmo, as falsas expectativas, as promessas defraudadas, o enfraquecimento das forças morais, “arrasaram” o quotidiano territorial.
Resta o “pântano” e o esforço de não ser arrastado para as suas profundezas.
Que castigo mereceram os culpados?
Quantos fugiram a tempo?
Quantos se preparam para fugir, depois te adquiridos todos os direitos que a lei lhes confere?
Onde se encontram os políticos – se existiram - que contribuíram para o “pântano”?
A Anabela Azevedo, sabe, certamente, que Dias Loureiro foi, nos anos 90, ministros da administração interna. Quando se fala de ética – mesmo apenas no campo dos rumores - o que tem a dizer sobre este senhor?
Diga, Anabela Azevedo.
Na resposta não venha com essa “treta” que todos são inocentes até ao trânsito em julgado.
Essa coisa da presunção da inocência irrita-me à brava.
Paulo
Para quem conhece o Paulo, era de esperar que ele atacasse. Só por um motivo. É que este blogue estava um pouco amorfo,
E o que ele gosta de meter um pouco de veneno, para a coisa aquecer.
Um abraço ao Paulo das Feiras.
Miguel Portas
Caro senhor, Paulo;
Que tenho eu a ver com o ex-Ministro de Cavaco Silva, Dr. Manuel Dias Loureiro? Nada! Nem com ele nem com as ilegalidades supostamente por ele praticadas no âmbito das suas funções de administrador do BPN. Não sou nem nunca fui do PSD. E mesmo que fosse não defendia, por formação, pessoas que estivessem envolvidas em actos criminosos.
E já agora queira esclarecer o blogue a que pretexto foi buscar para aqui o Dias Loureiro e as suspeitas que sobre ele pairam.
Mas, também lhe digo: embora não seja PSD, nunca o fui, apoio mais depressa o Dias Loureiro que alegadamente terá tido uma conduta menos própria como administrador do BPN, do que apoio os energúmenos do Partido Socialista (PS)ou com ele conotados envolvidos nos hediondos crimes de pedofilia de Casa Pia.
Sr. Paulo;
Tanto quanto me é dado aperceber, o senhor não passa de um teórico, de 3.ª classe, tipo António Guterres, que falava muito bem e depois, de chegar ao poder, foi o que se viu.
Ainda gostava de vê-lo a si a comandar um Destacamento Territorial, na zona metropolitana de Lisboa ou do Porto. Com essa rópia toda, não tenho dúvidas que em pouco tempo os comandados mergulhavam no caos.
o paulinho pela sua prosa vejo que é um acérrimo defensor dos socratinos, pq não verbalizou o Sr,1 º ministro e as suas trapalhadas que vão desde de falsificar graus académicos até ao caso freeport.
o SR, PAULINHO NÃO É OFICIAL NEM NUNCA O VAI SER, EMBORA O QUISESSE PELO FACTO DE POSSUIR UMA LICENCIATURA QUIÇA TIRADA NA UNIVERSIDADE INDEPENDENTE E AO DOMINGO!!
O Arouca é "pai" de muitos licenciados na farinha amparo.
Este "Paulo" adoutorado é mais um.
Eu imagino o Paulo a rir-se destes senhores. Para quem o conhece como imagino!
Atingiu o objectivo. Mexer com o blogue.
Boa malha.
Rissssssssssssss
Miguel Janela (não Porta)
Por falar em mexer com o blogue.
Numa altura, em que importantes instrumentos para a Guarda e os seus profissionais EMGNR e ERGNR, estão a ser discutidos, e provavelmente, prestes a serem aprovados. Veja-se o que aqui se tem discutido e comentado nos ultimos comentários...
O que é que tem a ver com o tema em causa?
Entretanto, fala-se na criação de um horário de referência para os profissionais da Guarda (36 horas semanais) com a compensação pelo serviço extraordinário a regular por diploma próprio. De seguida, já houve quem falasse, que as horas extraordinárias, a fazer pelos profissionais da Guarda, iriam ser pagas a 1,50 EUR!!!...
Por acaso, já alguém pensou, que provavelmente, o tempo de serviço semanal vai continuar a ser o mesmo, 45, 50 ou 60 horas semanais, como presentemente acontece, sendo a partir das 36 horas pagas, o que até nem vai custar muito, devido ao baixo valor 1,50 EUR, o que se irá reflectir no vencimento, de apenas 30 ou 40 EUR mensais, sendo encontrada aqui uma forma airosa, de impedir que os profissionais protestem ou reclamem, pela falta do referido horário, e uma vez que até o serviço prestado para além do período normal, até já é pago.
Já agora. Vale a pena pensar nisto...
Por um, lado estabelece-se um horário de referencia (36horas) mas – e aqui é que esta o «rato» - sem prejuízo do dever de disponibilidade permanente e imperativo do serviço estatutariamente consagrados.
Considerando a escassez de meios humanos existentes para garantir o preenchimento dos quadros orgânicos estabelecidos;
Considerado o exponencial aumento das solicitações que são diariamente colocadas à Guarda;
Considerando as novas valências criadas na guarda – autênticos sorvedouros – da componente humana;
Considerando os desvio de grande numero de militares para missões internacionais;
Considerando a ineptidão da componente humana para, na óptica do utilizador, tirar um rendimento aceitável das novas tecnologias de ponta que têm «povoado» a Guarda com “brado” no deleite politico;
Considerando que raro é o diploma legal que não faça referencia à Guarda, como entidade competente para a sua aplicação;
Considerando o numero de militares que passa anualmente à situação de reserva comparado com o numero dos indivíduos que anualmente entram para a Guarda;
É fácil entender que o horário de referencia é, apenas e só, um «horário de referencia».
Quanto ao projecto de estatuto remuneratório, no que concerne à tabela de vencimentos e a certos subsídios, faz lembrar aquele provérbio popular “ quando a esmola é grande o pobre desconfia».
Saindo do contexto: hoje vi na televisão o ainda provedor de justiça. Para quem está, há meses de baixa medica, não me pareceu, no meu entendimento, muito combalido. O que me deixa preocupado é o facto do Senhor ter terminado o mandato há um ano e, desde então, ainda não o terem substituído, apesar do mesmo ter manifestado, publicamente, o seu desagrado pelo facto de não ser rendido no «posto».
Também falei com uma mulher que faz limpezas no corredor de um salão de beleza e perguntei-lhe quanto é que ganha à hora…. . Não deixo aqui a resposta pois a Anabela Azevedo pode sentir-se humilhada.
Paulo
ANABELA AZEVEDO, disse:
"Ainda gostava de vê-lo a si a comandar um Destacamento Territorial, na zona metropolitana de Lisboa ou do Porto. Com essa rópia toda, não tenho dúvidas que em pouco tempo os comandados mergulhavam no caos."
Anabela
Por força do Art. 44.º do ESTATUTO, não terá o prazer de me encontrar a desempenhar tão nobres funções.
Você faz-me lembrar o Salazar quando este caiu da cadeira e a D. Maria o encontrou no chão.
A D. Maria, perante a cena, meteu as mãos à cabeça e disse: - ai meu deus!!!
Perante as palavras e o espanto da D. Maria, Salazar comentou: Óhhhhhh… Maria, na intimidade podes-me tratar por Senhor Doutor.
A que propósito recorda aqui “os energúmenos do Partido Socialista (PS) ou com ele conotados envolvidos nos hediondos crimes de pedofilia de Casa Pia.”?
Fique a “menina” a saber que a maioria dos actos criminosos de pedofilia – que repudio – são praticados no seio do agregado familiar. Os pedófilos estão em todo o lado e, pasme-se…, com o “poder” típico de sociedades secretas. Poder esse, que, quiçá, poderá arrastara o processo “Casa Pia» para o “casarão” dos arquivos mortos ou, quanto muito, «parir» um pobre bode expiatório, não vá a opinião pública fazer uma “revolução”.
Quando diz:
“Sr. Paulo;
Tanto quanto me é dado aperceber, o senhor não passa de um teórico, de 3.ª classe, tipo António Guterres, que falava muito bem e depois, de chegar ao poder, foi o que se viu.”
Na verdade António Guterres, Sócrates, Mário Soares e tantos outros, sabem que o êxito em qualquer discurso consiste em negar masoquistamente o seu próprio objecto. Eles sabem que têm sucesso se numa conferência sobre teologia, iniciarem o discurso dizendo “Deus está morto” ou numa conferência sobre a pobreza ao iniciarem o discurso dizendo” Minha Senhoras e meus Senhores, a pobreza não existe”.
A retórica é a ciência da persuasão, ora tão conhecida em certos discursos de ocasião e auditórios “famintos” de “simplexes” e/ou “milagres”…
Não se deixe persuadir por mim, Anabela Azevedo. Afinal eu sou apenas uma analogia imaginária dos seus fantasmas e do que sempre sonhou ser mas não conseguiu…
Se o destino nos cruzar – em formato real – vai ver que estou muito aquém das suas expectativas. Quanto muito posso oferecer-lhe um coração ensanguentado e um olhar ceguinho de choro. Tudo falso, claro. Afinal…só já há espaço tranquilo para as “mascaras”.
Paulo
Sr. Paulo, penso que a frase com que a ASPIG remata os seu comunicado é suficientemente ilucidativa do que o governo tem que fazer. « Está na hora deste governo, ver, assumir e corrigir os seus erros»,isto em relação às reformas que impôs à GNR.
E não se quer, nem há interesse em voltar a implementar as Brigadas Territoriais, mas antes repensar o modelo e estrutura de todas as novas unidades, serviços e valências, tendo em conta o equilibrio financeiro a proporcionalidade dos meios humanos e materiais e sua distribuição a nível do território nacional assnte na diversidade e complexidade das missões atribuídas à GNR.
Também será lógico reconhecer, que manter a velha estrutura da GNR face à evolução da sociedade e dos tempos era mau, mas cometer tantos erros de uma assentada também não é aceitável nem solução para os problemas que esta reforma visava resolver.
Quanto ao horário de referência o pessoal que leia bem o que está escrito no projecto do EMGNR, nem é carne nem é peixe. Isto é dão-nos um rebuçado com a mão esquerda e retiran-nos dois com a mão direita. É uma norma ilusória, que caso não sejam alterados os artigos que fazem referência ao horário de serviço nada de novo e de melhor vem para o patrulheiro, a não ser na melhor das hipóteses receber uns céntimos a mais no seu magro ordenado e com isto ser obrigado a fazer ainda mais horas, com base na dita e irrisória compensação.
Se não fecharem as dezenas de Postos com meia dúzia de guardas e acabarem com om GIPS e outros serviços que devem ser desempenhados por civis para por mais pessoal na actividade operacional nunca vai haver um horário de serviço humanamente aceitável para o patrulheiro.
Horário "teórico" e mais expectativas é o que aí vem.
Totalmente descrente neste PS.
Este PS, que é o do Sr. Paulo, para além de uma desilusão, total, é uma vergonha nacional. Ali se acoita gente da pior espécie, a começar por todos quantos estão implicados em crimes de violação e abuso sexual de crianças.
Este PS, que é o do Sr. Paulo, e que para infelicidade nossa é governo, implementou reformas que não passam de abortos, acabando por lesar gravemente a vida dos pobres e fragilizados, que somos nós militares da Guarda, em benefício dos ricos e poderosos, que são os que nos olham com desdém;
Este PS, que é o do Sr. Paulo, é o coveiro deste País, que outrora fora um império e presentemente está reduzido a um rectângulo, que qualquer dia nem terra temos para enterrar os mortos;
Este PS, que é governo, que o Sr. Paulo apoia, sabe-se lá porquê, com as suas políticas desastrosas e irresponsáveis, promoveu a insegurança e estimulou o crime, criando na lei mecanismo benéficos para quem os pratica;
Este PS, que é o do Sr. Paulo, que nitidamente apoia e religiosamente defende, é o verdadeiro responsável pelo estado calamitoso em que se encontra este País, a começar pelo número de desempregados e acabar no elevado número de jovens licenciados se esperança de conseguirem alcançar o primeiro emprego, vendo-se obrigados, uma grande fatia dessa gente altamente qualificada, a ter de emigrar para poderem arranjar dinheiro para se alimentar.
Creia, Sr. Paulo, que fiquei muito condoída com o seu "coração ensanguentado e olhar ceguinho de choro". Creia que estou a ser sincera!
Queira, Sr. Paulo, se não se importar, contar a esta pobre e humilde patrulheira da Guarda, do serviço territorial, que razões houve ou ainda há, para que tenha um estado de alma a merecer comiseração.
ANABELA AZEVEDO, disse
«Este PS, que é o do Sr. Paulo, que nitidamente apoia e religiosamente defende”
«Creia, Sr. Paulo, que fiquei muito condoída com o seu "coração ensanguentado e olhar ceguinho de choro". Creia que estou a ser sincera!»
«Queira, Sr. Paulo, se não se importar, contar a esta pobre e humilde patrulheira da Guarda, do serviço territorial, que razões houve ou ainda há, para que tenha um estado de alma a merecer comiseração.»
Anabela
Há muito que me demarquei da política e da religião. Hoje sou apenas “prisioneiro” da liberdade e dos prazeres das coisas simples como são, por exemplo, o observar o sol-posto ou as segonhas que ficaram por cá no Inverno porque não tiveram motivação para "arribar".
Cedo verifiquei que quando o mesmo personagem era demagogo e general, a democracia transformava-se em Estado despótico.
Ainda sou do tempo em que a arte de bem falar e as armas não se exercitavam comumente. Facto que levava a que o poder fosse obtido unicamente pelo uso das armas.
Hoje, isso já não acontece com tanta frequência.
Hoje a eloquência foi levada ao mais alto grau de perfeição e goza da maior estima, logo são os oradores que governam o povo. Mas como não têm nenhum conhecimento da arte, não ousam tentar nada contra o Estado, ou, se o fazem em algum lugar, as tentativas são rapidamente reprimidas.
Como pode ver, a eloquência sem arte não leva a lado algum.
No seu caso apenas a arte é escassa nomeadamente para perceber os “sinais” implícitos nas minhas postagens.
Isto é que a devia condoer…
Paulo
Cegonhas é assim que se escreve. Para dr este Paulo dá cada calinada !
Quanto ao estatuto o que esperavam?Cada alteração é sempre para pior. Juntem-se aos cívicos e lutem por uma coisa em comum, isto para quem quer ser polícia
* "Cegonhas"
Paulo
Comentário retirado do site da Rádio PAX.
« 05/06/2009 - 12h52
Erique Dimas
Ao Dirigente José Alho:
tenho a dizer que compreendo a sua posição, mas não compreendo a sua ignorância e quase analfabetismo, sobre como se prenuncia e da forma como aborda as questões que de quando é confrontado pelos OCS.
Mas a pergunta que quero deixar é esta.
Não haverá alguém na ASPIG com mais capacidades literárias e culturais para o substituir ?
Por favor. sr Alho, aprenda, estude e já agora vá frequentar as novas oportunidades, pode ser que aprenda mais alguma coisa. Há mas não se esqueça de levar o um outro senhor Dirigente da PSP, que penso ser José Ramos.
Se não sabe devia ficar a saber, que o rosto das organizações são os seus representantes, logo a imagem das associações é a do seu presidente. »
Concordo.
Há sim sinhora!
Há um individuo munta bom para a ASPIG...
Culto, inteligente, dom da palavra, filiado no PC e empregador de filhas de líderes de partidos...
Risos
Chama-se..........
Chama-se...........
José João Ma.......
Rissssssssssssssssssss
O medo nunca foi o grande inimigo do José Alho.
Vai-se confirmando a ideia de que quando não há argumentos passa – se para o ataque ao bom-nome das pessoas.
Há gentinha que não pode ver alguém sair do anonimato sem que se desencadeie em si uma multidão de apetites.
Graças ao José Alho, muitas condutas inquinadas entraram nos “carris” da legalidade.
O José Alho é uma espécie de Cabo de forcados que atingiu tal destreza nas pegas que, já não há novilhos que se façam a ele, sem medo.
O «Modus vivendi» (forma de ir vivendo) do José Alho já atemorizou, me iudice, muita gentinha até então camuflada.
Há, isso sim, é muito «lapsus memoriae».
Paulo
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