Quinta-feira, Abril 09, 2009

COMUNICADO

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda Nacional Republicana (ASPIG), desde o primeiro momento que “aplaudiu” a reestruturação da GNR, sobretudo quando o Governo anunciava, com pompa e circunstancia, que parte dos 4.000 (quatro mil) excedentários da função pública assegurariam a componente administrativos e burocráticos da GNR e, ainda, o facto de um estudo que “apontava” para o encerramento de 110 (cento e dez) Postos Territoriais da Guarda como forma de rentabilização dos meios humanos e materiais.
A verdade é que nada disto se verificou.
Ao invés, o próprio Presidente da ASPIG (Cabo- José Alho), que dava os “primeiros passos” nas tarefas administrativas - após décadas de incansável “patrulheiro” – foi, por ordem do Excelentíssimo Comandante do Comando Territorial de Beja, catapultado de novo para a missão de “patrulheiro” sendo, de imediato, substituído nas suas tarefas administrativas por um “patrulheiro” da mesma categoria mas muito mais novo em idade e tempo de serviço e em condições físicas que superam largamente as do Presidente da ASPIG.
São estes actos, no âmbito da gestão de pessoal (aproveitamento de meios) que, pelos vistos, engrandecem a eficiência e eficácia da dinâmica da reestruturação da Guarda, com os quais a ASPIG tem que conviver.
São actos deste tipo que, na opinião dos “novos” Comandantes operacionais, dignificam a actividade operacional e minimizam a sensação de insegurança por parte dos cidadãos.



Lisboa, 08 de Abril de 2009

O Presidente da Direcção Nacional




José Fernando Dias Alho

22 comentários:

Anónimo disse...

Foste dar a entrevista ao programa do Mbuel Goucha com o Hernani e Carvalho e o Cte de Beja no outro lixou-te e bumba : Patrulha com o animal!!!!


RIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSSSSOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSSS

Isso era de esperar que ele andava com umas sedes que era obra.
Na 1ª opotrunidade .

geninho cansado disse...

Não é caso para admirar...no meu Comando vejo militares com tres anos de Guarda no "encosto" e não é pela suas mais valias ou habilitacão para o tal serviço. Como vemos, isto é a restreturação da GNR no seu melhor, os Guardas mais cansados ficam com o serviço mais penoso, os novos ficam com o descanso...é caso para rir....mais mais haveria para dizer desta dita restreturação....mas acho que toda a gente tem olhos na cara...VIVA A CUNHA

Anónimo disse...

O José Alho, como patrulheiro que sempre foi, do asfalto, pode e deve sentir-se orgulhoso e honrado por, apenas curto período de "nojo", ter voltado (por decisão superior) aquilo que sempre foi a sua função.

O José Alho vai continuar a desenvolver a sua actividade profissional na fiscalização do cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre viação terrestre e transportes rodoviários em toda a zona de acção do "seu" Destacamento de Trânsito. Vai continuar a manter a ordem e o respeito pela lei nas estradas de Portugal, dissuadindo, evitando e reprimindo principalmente as infracções que ponham em risco os utentes das vias. Vai continuar a proteger as pessoas e bens intervenientes nos acidentes de viação, apoiando e auxiliando os condutores em todas as situações que necessitam de socorro.

O José Alho, apesar do cansaço resultante dos anos de serviço prestado à Nação em prol da segurança dos seus concidadãos, não vai virar a cara às adversidades que a missão em si comporta, mas vai seguramente demonstrar a muita gente que um verdadeiro homem da ex-Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana, se for necessário, morre de pé no seu posto de trabalho. E o seu posto de trabalho é no asfalto.

Cumprimentos

Ass: João Meireles Correia

Anónimo disse...

Há, de facto, actos que não se compreendem.


A razão esta do lado dos ex-brigadeiros.
Não parece existirem duvidas de que a extinção da Brigada de Trânsito, se tratou de um grosseiro "erro político";
Também é verdade que o Comandante Operacional da Guarda (Ten.Gen. Meireles de Carvalho) sempre se "bateu" pela continuidade da Brigada de Trânsito, que comandou quatro anos e meio;
Também é verdade que a maioria dos Oficiais, Sargentos e Guardas - que conseguem reflectir - já verificaram a existência do referido erro;
Não deixa de ser verdade que o Estado Maior da Guarda está atento à situação;
É claro que o Ministro da Administração Interna já não sabe como construir "engenharias numéricas" para poder, assim, esconder os reais dados estatísticos;
Porém, o Governo parece não querer - como é seu apanágio" - "dar o braço a torcer".
Este "impasse" está a deixar os Comandos Territoriais à beira de um "ataque de nervos" que usando as mais labirinticas formas no sentido de se restabelecer a normalidade a fim de responderem à pressão política;
Entretanto a situação tende a degradar-se sem que medidas "milagrosas" tenham, até agora, surgido, de forma eficaz no restabelecimento da tão famigerada normalidade querida/imposta/suplicada pelo Gonerno em ano de eleições.
Por tudo isto, os Comandos Territoriais passaram a fazer dos Destacamentos/Postos de Trânsito uma espécie de laboratórios onde, como em qualquer laboratório, fazem as mais bizarras experiências sem que, contudo, se vejam desenvencilhados do "quebra-cabeças" que, para eles é a valência trânsito, especificidade técnica que estão longe de dominar.
Criou-se uma luta feroz contra o tempo, de tal modo que alguns Comandantes Territoriais estavam dispostos a quase tudo que lhes fosse pedido pelos ex-brigadeiros desde que estes começassem a levantar autos de Contra-ordenação. Há, até, uma espécie de apostas entre os 18 Comandantes Territoriais do Continente, que têm como fim único apresentar o 1.º Comandante Territorial a demover os ex-brigadeiros dos seus objectivos. O 1.º que conseguir - se existir - será então o vencedor com direito a "condecoração nas cerimonias do 10 de Junho".
Admitir o erro e corrigi-lo é o mínimo que se pode esperar de qualquer político com responsabilidades no Governo pois só assim pode mercer a confiança dos cidadãos.

ASS: EX- Brigadeiro

Anónimo disse...

Ò Zé não sei como é que ainda acreditas em regulamentação de horarios e coisas do género...
A guarda nunca vai mudar porque quem manda só sabe mandar desta maneira...

Anónimo disse...

Digam o que disserem mas factos são factos. Só no primeiro dia dia da chamada operação Páscoa houve 5 mortos. No tempo da ex-BT que agora tão atacada é, este número seria quando muito no fim da OP. Isto é um País de invejosos e incompetentes. Reorganizar sim. Destruir não.

Anónimo disse...

Sempre conheci o Zé Alho e o seu sarcástico sentido de humor. Foram anos a calcorrear as estradas do Sul, algures na planície alentejana.
Cheguei a encontra-lo com seis telemóveis no bolso que, mesmo a altas horas da noite, tocavam insistentemente.
A cada chamada que atendia – e eram muitas – o seu rosto “transfigurava-se”. Eram tantas as solicitações que só um dirigente associativo da craveira do Zé Alho é capaz de aguentar.
Cheguei a encontra-lo na parada dos quartéis de manhã e nos canais das televisões à noite. Nunca compreendi o que, realmente, move tal militar. É certo que oficialmente tudo se explica com a sua condição de dirigente associativo e, nesta conformidade, o seu “aparecimento” esta associado à defesa dos interesses dos militares da Guarda em geral e dos associados da ASPIG em particular. Mas, para mim, o Zé Alho vai mais longe: desafia generais, secretários de Estado, Ministros e afins.
Cheguei a pensar – confesso! – que se tratava de uma personalidade neurótica do nosso tempo e que, mais tarde ou mais sedo, só tinha duas saídas: centro clínico ou suicídio. Enganei-me!!!
Afinal o Zé Alho continua a calcorrear os caminhos do Sul, mesmo os vicinais, com menos, menos acuidade visual, menos cabelos, menos desenvoltura física - pois a idade é coisa que nenhum herói pode vencer – mas com a mesma determinação da sua juventude.
O Zé Alho mora numa rua de sentido único, nas extremidades de uma cidade, têm um carro de cor preto, usa uma indumentária que se confunde com o Povo humilde da sua terra e sabe ler escrever e contar; tudo o que o Salazar desejava do seu Povo, risssssssssssssssssssss.
Será que o Zé Alho tem dupla personalidade? É um espião duplo? Não sei.
Já ouvi dizer que no novo Estatuto dos Militares da Guarda vai deixar de existir os imperativos da 1.ª classe de comportamento e louvores para efeitos de promoção a Cabo-´Chefe e Cabo -Mor precisamente para que, assim, o Cabo Zé Alho possa ascender na carreira. A ser verdade o Zé Alho é uma espécie de espírito encarnado do Zé do Telhado que desafiava os grandes para dar aos pobres.
O Zé Alho deixou de fumar (venceu o fumo), coisa que eu ainda não consegui.
O Zé Alho é um indisciplinado com os Generais, Secretários de Estado, Ministros mas obedece prontamente às minhas ordens e fá-lo com o maior das motivações e respeito. Este facto já me fez perguntar-me: Será que eu sou um verdadeiro Comandante?
“Quem tem medo do Zé Alho”. Que excelente titulo para um livro…my God.

Abraço, Zé Alho.

Paulo

Anónimo disse...

Uma pequena correcção ao "geninho cansado" : "Reestruturação", é assim que se escreve e não "restreturação"...rsss, é que além de "geninho.." é inculto, para não lhe chamar "asinino"...vejo mesmo que pela sua forma de escrever, é pessoa que trata por tu as novas tecnologias... tipo "colher e talocha”...A ignorância, é a doença que afecta a maior parte dos “geninhos”… e quanto mais incultos e ignorantes, mais se julgam donos da verdade e da razão…esses são os sintomas dessa doença fatal…e pouco há a fazer, morrerão embrutecidos com tanta ignorância. Mas são pessoas assim que o Comando quer na Guarda…ignorantes e brutos como portas. Muitos dos geninhos, como você, que conheço, não têm qualidades nem competências para serem guardadores de cabras … não veja isto como uma ofensa, mas sim como a constatação da realidade.

Anónimo disse...

Ora aqui está um assunto que me agrada especialmente:
os novos no encosto e os militares mais velhos na patrulha.
Isto é um a facto cada vez mais evidente.
Com as novas tecnologias a serem continuamente implementadas na Guarda, SIIOP, SCOT, SIRESP, e outras tantas siglas, e não tendo os comandos capacidade para formar os quadros existentes optam, a meu ver mal, por acelerar os processos de instrução e optar por colocar nos serviços, que requerem, ao fim de contas, meros e simples conhecimentos informaáticos, os militares recem chegados à Guarda. Militares estes sem os minimos conhecimentos do terreno nem da área onde trabalham, apenas ociupam esses locais porque têm alguns conhecimentos de informática. Mas a culpa não é deles, é dos Comandos que na senda de mostrar resultados num curto espaço de tempo deturpa toda uma convivência de anos na Guarda, em que proximo do final da carreira lá se "encostavam" os militares mais antigos num gabinete a tratar dos oficios.
Agora não, o pessoal novo tá nos escritórios, qual funcionário das finanças, das 09 ás 17, os da decada de oitenta vão para a reserva fazendo como ultimo serviço uma patrulha ás ocorrências nocturna.

REVOLTADOSEMRAZÂO

Anónimo disse...

Será que há algo positivo nesta restruturação?
-Onde estavam dez militares de cavalaria numa esquadra e saíam duas ou três patrulhas, actualmente está apenas um militar á duas semanas seguidas de assistência a cavalariça.
-As viaturas estão lastimáveis ninguém se entende nas oficinas e logistica, parece um barco á deriva.
-Á uns anos atrás todos os dias saiam patrulhas apeadas para a rua, hoje as poucas que há ficam no posto.
-Á dias lí o reultado de uma reunião de comandantes de posto com o comdter e achei piada ao facto de determinarem que as patrulhas apeadas deveriam fazer uso de colete reflector para dar mais visibilidade e assim transmitir um maior sentimento de segurança, qualquer dia mandam ligar os pirilampos e as sirenes para a população saber que andamos na rua, não há patrulheiros inventam estas coisas.
-Nas cidades não se vêm patrulhas mas no ginásio do concelho estâo os militares dos gips no seu treino matinal e que se deslocam nas carrinhas do serviço.
-A restruturação tirou a motivação aos militares da ex bt e agora aumentam os condutores sem carta, com alcool, viaturas sem seguro e inspecção, não critico pois eu faria o mesmo como forma de protesto, mas não nos podemos esquecer que também andamos na estrada, no entanto a bf todos os dias tem operações para autuar os que andam a trabalhar.
-Onde havia um guarda velho numa secretaria, hoje estão dois ou três maçaricos engraxadores.
-Onde estão as equipas pir nos destacamentos, só garantem seis horas por dia, por isso ninguém conta com eles, mais valia entregar as carrinhas e equipamentos dos bombeiros aos bombeiros e pôr esses militares dos gips nas equipas pir para assim serem reforçadas e dar um auxilio eficaz ás patrulhas.
Esta guarda anda ao deus dará, está como o resto do país ,a semana passada lá fui eu pagar o imposto do carro e não é que estava um homem na porta das finanças a vender umas ameijoas dentro de um balde e as funcionarias de saquinho na mão ás compras, mas não faz mal deixa arder.
Ass:Espalha brasas

Anónimo disse...

Acordo
PSP conquista pagamento de horas extraordinárias

por C VALENTINA MARCELINOHoje

O Ministério da Administração Interna recebeu do ministro das Finanças o acordo para que os profissionais da PSP começassem a receber pelas horas extraordinárias o mesmo que se paga na função pública. Este pagamento é uma reivindicação histórica dos sindicatos - uma das que motivaram célebres 'secos e molhados' - e esperam que seja cumprida de imediato

O ministro das Finanças e da Administração Pública, Teixeira dos Santos, concordou com o pagamento de horas extraordinárias aos profissionais da PSP. A decisão, é uma vitória histórica para o sindicalismo desta força de segurança. A "boa nova" foi enviada esta semana pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, ao presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Policia (ASPP-PSP), com quem estava a negociar o caderno reivindicativo das remunerações.

O dirigente sindical, Paulo Rodrigues, vai hoje entregar ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, um pedido para que "dê orientações ao Director Nacional da PSP para que comece a cumprir este pagamento de imediato". O DN tentou obter um comentário do Gabinete do Ministro mas, segundo o seu porta-voz, o assunto está com Sá Gomes "com o qual não foi possível contactar".

Por seu turno, o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, prefere não se pronunciar "sem conhecer com exactidão o conteúdo do parecer do Ministério das Finanças. Trata-se de uma questão complexa, que traz muitas implicaçoes quer financeiras, quer operacionais" .

O presidente da ASPP não esconde que ficou "incrédulo" quando leu o ofício que Sá Gomes lhe remeteu. "Estive quatro dias a analisá-lo com o departamento jurídico do sindicato", confessa. Mas o parecer, sobre o qual Teixeira dos Santos tinha gravado o seu "concordo" não deixa dúvidas. O efectivo da PSP está sujeito ao decreto-lei 259/98, o "regime jurídico da duração de trabalho na Administração Pública", o qual consagra o pagamento das horas de trabalho além do horário normal. O valor de cada hora extra pode ser aumentado em 25, 50 ou 100% sobre o montante base, tendo em conta se é diurna, nocturna, respeitante a feriados ou fins-de-semana.

De acordo com Paulo Rodrigues, "cada profissional da PSP faz por mês, em média 24 horas a mais, para além do seu horário". Uma estimativa feita a partir de um salário médio de mil euros (um agente principal com 12 anos de carreira), somaria cerca de 4 milhões de euros por mês (ou 48 por ano) à despesa da PSP - cerca de 8% do actual orçamento.

Neste momento a PSP tem outros suplementos salariais mas é, a par da GNR, a única força policial, cujos profissionais não rececebem pelas horas extraordinárias. "É uma questão de justiça que há muitos anos pedíamos", diz Paulo Rodrigues.

O ex-comandante-geral da PSP, Gonçalves Amaro, concorda que "é feita justiça" mas também manifesta alguma "apreensão": "a ser executada, a medida tem implicações financeiras significativas e alterações profundas na gestão do pessoal. Tal como já acontece na maior parte dos países da Europa ocidental, os comandantes vão ter que ser criteriosos na escolha dos homens para as operações. Não podem dispôr deles sem fazer contas".

O superintendente chefe Amaro, o último militarde carreira a dirigir a PSP, até 2002, garante que "se fosse ainda comandante" receberia esta notícia "como um aliciante factor de motivação" dos seus homens, ao mesmo tempo que se preocuparia "com todas as vertentes da sua aplicação.


http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1200028

Anónimo disse...

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1200028

Anónimo disse...

Governo aprova pagamento de horas extra à PSP
Decisão de Teixeira dos Santos

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, consentiu que o Ministério da Administração Interna iniciasse os pagamentos aos agentes da PSP que realizam horas extraordinárias.

A decisão de pagar as horas extraordinárias à PSP, aprovada por Teixeira dos 2009-04-13 10:15:29
Santos, foi anunciada pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, ao presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Policia (ASPP-PSP), Paulo Rodrigues.

Paulo Rodrigues vai entregar, esta segunda-feira, ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, uma solicitação para que «dê orientações ao Director Nacional da PSP para que comece a cumprir este pagamento de imediato», refere o Diário de Notícias.

O documento, no qual o ministro das Finanças concorda com os pagamentos, deixa claro que o efectivo da PSP tem direito ao pagamento de horas extraordinárias, estando abrangido pelo decreto-lei 259/98.

A importância de cada hora extraordinária poderá ser aumentado em 25%, 50% ou 100% sobre o montante base, dependendo se é diurna, nocturna e referente a feriados ou fins-de-semana.

A PSP e a GNR são as forças policiais que não recebem remuneração pelas horas efectuadas para além do horário normal.
Vá… continuem a malhar nos ex. BT…

Anónimo disse...

Governo aprova pagamento de horas extra à PSP
Decisão de Teixeira dos Santos

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, consentiu que o Ministério da Administração Interna iniciasse os pagamentos aos agentes da PSP que realizam horas extraordinárias.

A decisão de pagar as horas extraordinárias à PSP, aprovada por Teixeira dos 2009-04-13 10:15:29
Santos, foi anunciada pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, ao presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Policia (ASPP-PSP), Paulo Rodrigues.

Paulo Rodrigues vai entregar, esta segunda-feira, ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, uma solicitação para que «dê orientações ao Director Nacional da PSP para que comece a cumprir este pagamento de imediato», refere o Diário de Notícias.

O documento, no qual o ministro das Finanças concorda com os pagamentos, deixa claro que o efectivo da PSP tem direito ao pagamento de horas extraordinárias, estando abrangido pelo decreto-lei 259/98.

A importância de cada hora extraordinária poderá ser aumentado em 25%, 50% ou 100% sobre o montante base, dependendo se é diurna, nocturna e referente a feriados ou fins-de-semana.

A PSP e a GNR são as forças policiais que não recebem remuneração pelas horas efectuadas para além do horário normal.

Vá… continuem a malhar nos ex. BT…

Anónimo disse...

http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&ouvir=1185&id=5726&pageNum_noticias=&d=noticias&c=1#ptv

ACREITARAM NO GOVERNO NÃO É VERDADE.... OS OUTROS QUE FORMA PARA A RUA NO DIA 31 ERAM TODOS UMA CAMBADA DE TONTOS....
A ASPIG PAPOU AS TRETAS DO MAI.... E AGORA CHORA.

Anónimo disse...

A concretizar-se opagamento de horas extraordinárias a PSP, é positivo e no caso da GNR como ficamos?

geninho cansado disse...

Ao anónimo da 22:41, aceito e concordo com o seu comentário, mas uma coisa lhe digo, um erro ao teclar toda a gente pode ter mas voce deve ser perfeito como toda a geração coca-cola a que voce deve pertencer. Provavelmente nunca soube o que é vida de GNR, e ainda bem para voce. Voce pode ser muito culto, formado ou até ministro, mas uma coisa lhe digo, mal educado e arrogante como voce eu não sou....e mais lhe digo tenho muita honra em ter uma folha de serviço como tenho...e não julgue as pessoas pelas aparencias,as vezes sai o tiro pela culatra

Anónimo disse...

AMIGOS GNRs É TUDO MMMEEENNNTTTIIIRRRAAA.

É UMA JOGADA POLITICA DO GOVERNO COM O PAULINHO RODRIGUINHOS DA ASSPP.

OUÇAM O RAMOS DO SPP A DENUNCIAR A JOGADA ELEITORAL DOS DOIS NA TSF.


ELE ESTÁ A JOGAR COM O PS PARA ARRANJAR TACHO CONFORME O ALBERTO TORRES QUE RECEBEU UM LOUVOR DO MAI E ESTÁ A TRABALHAR PARA O PS.


É MMMEEENNNNTIIIRRRAAAA.

Anónimo disse...

A GNR ANDOU SEMPRE A "REBOQUE" DA PSP E QUASE SEMPRE DAS FORÇAS ARMADAS.
EM ANO DE ILEIÇÕES È NORMAL OS GOVERNOS "LANÇAREM" ESTES "REBOÇADOS". CUIDADO....MUITAS VEZES LEVELAM-SE VENENOSOS... E AUMENTAM A BOROCRACIA ADMINISTRATIVA E, VENDO BEM, NÂO PASSA DE UMA ILUSÃO. EM TEMPO DE CRISE O GOVERNO PÕE NUM LADO, COM GRANDE ALARIDO E, TIRA DE OUTRO NOS MAIORES DOS SILÊNCIOS. VEJA-SE O DESCONTO PARA A SAD/GNR...

PAULO

Anónimo disse...

comentador das 15.55 o que ganharam com a manif?
As empresas que sustentam o patrão ganharam?
Entre lobos e e cães alemães, quero os lobos, por sei que em alcateia ainda podem deixar cair alguma presa para matar a fome.

Anónimo disse...

Ao anónimo de 13 Abril, 2009 19:11

O meu apauso!!!

Se até o Diário da Republica, por vezes, tem erros...

Abraço

Paulo

Anónimo disse...

Pois pois, devem ter sorte. Horas extras! Querias!!!