Mais uma vez a Direcção Nacional da ASPIG, atenta aos problemas pessoais e profissionais dos militares da Guarda, foi obrigada a apelar ao Sr Comandante Geral da Guarda para pôr fim às precárias condições de alojamento e higiene em que os militares do Posto Territorial de Leiria eram obrigados a pernoitar e tomar as refeições quando de serviço ou por motivos do mesmo.
A resposta do Comando da Guarda ao apelo da ASPIG, foi a pronta intervenção.
Hoje os militares que ali prestam serviço, já se encontram alojados em instalações condignas, elevando assim a moral e bem estar destes profissionais, para melhor servir a Guarda e os cidadãos.
No mesmo sentido e indo de encontro aos problemas e preocupações manifestadas pelos jovens Guardas que recentemente ingressaram nas fileiras da Guarda ( alistamento de 2007/2008 ) esta associação solicitou ao Comando Geral da Guarda para que a situação destes militares, (classificada ainda de estágio), fosse alterada, e pago a estes profissionais aquilo a que têm direito em termos de vencimento - subsídio de alimentação, suplemento de escala e patrulha, bem como o processamento de colocação nas Unidades destes elementos.
Face ao exposto, o responsável pelo Gabinete de Relações Publicas do Comando Geral, informou e garantiu a esta Associação, que tudo já está a ser feito para regularizar a situação destes militares.
A Direcção Nacional da ASPIG, agradece a atenção dispensada pelo Sr. Comandante Geral da Guarda e apela mais uma vez, para que haja maior sensibilidade e empenho por parte da hierarquia superior da GNR, no sentido de dar resposta às legítimas expectativas e anseios dos profissionais da Guarda.
ASPIG - DIREC. NACIONAL
120 comentários:
Muito bem! Gostei de ler esta informação aqui produzida pela Direcção da ASPIG/GNR, a que preside o nosso amigo Cabo José Alho, alentejano de gema.
Embora seja sócia da APG, há já bastante tempo, se a ASPIG/GNR mostrar merecer a minha confiança, não tenho pejo em transferir as cotas mensais que venho pagando à outra associação para esta. O que é preciso é que mostre resolver situações como a que agora resolveu dos militares de Leiria e está em curso a resolução dos militares "estagiários". Gabo-lhe a acção e exorto-a a continuar a pugnar pelo bem estar dos nossos militares, sobretudo os dos Postos Territoriais, que aos olhos de uns quantos que se vão servindo da Guarda, com desfaçatez e sem pudor, são vistos com desdém e indiferença, quando afinal são eles os que mais riscos correm no dia a dia.
Acabo de receber uma mensagem no meu telemóvel e um e-mail da APG para dia 31 de Março, às 17h00,nos Restauradores, em Lisboa, estar presente na manifestação nacional das forças de segurança. Lá estarei seguramente. Apesar de haver transporte gratuito, vou no meu carrito. Tenho de pedir dispensa ao meu comandante da parte da tarde desse dia 31. Faço a patrulha de manhã e fica o caso resolvido.
Não se esqueçam que dia 31 temos de estar presentes na manifestação.
Apelem também, no sentido de saber qual o motivo, de no projecto do EMGNR, entregue ao MAI, não vir contemplado, a possibilidade de o militar passar à reserva após 20 anos de serviço efectivo, e nessa situação se manter, até à idade da reforma. Mantendo o direito à pensão calculada, a que tem direito. E ainda, a possibilidade dos cônjuges, de terem direito à sad GNR, à imagem do que acontecia até 2005.
Situações ainda em vigor nas Forças Armadas.
Entrei em casa, agora mesmo!
Corro para a mesa do computador e sento-me na cadeira de madeira, rija e resistente. Resistente porque com 1,85m de altura e 75 Kg de peso tem de ser, necessariamente, uma cadeira que suporte o peso desta “patrulhjeira” quase Cabo e futuro Sargento da Guarda, quiçá Comandante de Posto de uma qualquer vila do Alto ou Baixo Alentejo, Algarve, Minho, Trás-os-Montes ou Beiras. Só destes locais, porque do litoral, próximo do mar, não me dou bem, é muito húmido.
E por falar em humidade, tenho de me apressar porque a banheira chama-me, estou toda suada de mais uma caminhada das 9 às 17h, onde me surgiu, durante o serviço, um pouco de tudo. Assaltos, agressões, acidentes de viação e um de trabalho, para além de ter de fazer o almoço, para mim e mais dois camaradas. O meu camarada de patrulha e o atendimento ao Posto. Sou a “mãe” deles, salvo seja!
Reparo, porém, que o comentário produzido pela direcção da ASPIG/GNR no seu blogue tem apenas três comentários, dois dos quais produzidos por mim, ontem. Estranhamente está haver pouca adesão dos “comentadeiros” dos costuma, principalmente daqueles que têm o mau hábito de zurzir na Anabela. Lá em casa também serão assim ou já foram postos a andar com os sacos do modelo atrás? Fica a questão.
Vou-me ao banho. Volto logo, lá para as 22h00, porque até lá vou tratar das lides domésticas.
Cara camarada Anabela...
De facto tenho seguido os seus comentários ultimamente, e de facto reparo que é uma grande mulher e militar que a GNR tem...de facto é de louvar!!!!
Mas não acha que está a dar muita conversa fiada aos leitores deste blog?
Fala como se os outros nada fizessem nesta guarda!!!
Patrulheiro de um DT no Baixo Alentejo
Ó Belinha se quiser escrever o seu diário aqui não é local mais apropriado, aqui ninguem quer ler e saber a q horas a menina toma banho!!! percebeu??? ou é necessário fazer-lhe um desenho??? há problemas mais sérios e importantes na Guarda do que saber que a belinha é alérgica à humidade!! mas vc precisa tanto da humidade que não sei como vc resolve esse problema!!
Boa noite pessoal patrulheiro.
Vim aqui "parar" por indicação de um nosso camarada e nem sei que diga perante o que acabei de ler.
Quanto ao comunicado da ASPIG; se resolveram a situação do pessoal do PT Leiria, e dos guardas estagiários, óptimo. Agora e quanto aos comentários que por aqui se seguem é um lavar de roupa suja, que nem merece atenção.
Salvo a/o "patrulheira" Anabela que parece apostada em dar nas vistas, pelo menos em altura« 1,85 ».
J. Luis
Essa Anabela...eu conheço-a tem cá uma bigodaça!!!
zé do boné
Bom dia camaradas,que a tala união para melhorar as nossas condições e não utilizar este blog para lavar roupa suja. Uma pergunta onde posso ver a nova propasta dos estatutos. Bom serviço, um abraço
pjdg
Tantas movimentações por causa da restruturação e no posto ainda não vi ninguém, a única coisa que vi foi um carregamento de mesas e secretárias para o comando territorial, imagino a disputa que vai haver para aqueles lugares. Então onde estão os quatro mil militares que vinham das secretarias e outros serviços da treta para o territorial?
Em todas as especialidades e nos postos se queixam que têm menos militares, e os postos vâo ficar piores do que estavam há uns meses atrás, ainda há uma semana foram mais quatro militares para o curso dos bombeiros, mas também é lá que estão em falta, afinal a carrinha é de cinco lugares e só andam quatro a passear.
Há quatro ou cinco anos onde estava um guarda velho a registar expediente, estão hoje três guardas maçaricos engraxadores a fazer o mesmo, assim em vez de andarem trinta a fazer patrulha só andam quinze, o resto está tudo encostado.
Esta restruturação é uma comédia.
Ass:Ampulheta
Ainda bem que os problemas do PT Leiria, foram sulocionados.
Para quando interpelar o C.G., no sentido de esclarecer onde foram colocados os guardas, que viriam das secretarias para os PT?
Para quando as promoções a cabo por excepeção, dos guardas alistados na GNR desde 1991? Alguns deles até foram notificados. Para quê?
Quando terei direito, a ter ao meu dispôr todos os dias, para me deslocar ao serviço, um veicúlo da guarda com combustivél e condutor á conta do orçamento? Aliás no CT. de Beja, já é praticada esta modalidade mas, só para o 2º Cmdt, e para alguns sargentos que têm a sorte de residir em Évora.
E assim vai a guarda e este País.
Bisalhão 2
Nos quarteis da ex-brigada fiscal até dó ver aqueles militares todo o dia aos magotes de mãos nos bolsos sem fazer um corno. Nada! Absolutamente nada. Agora "trabalham" 12 horas/dia e descansam 60 horas consecuitivas. E viba o luxo! Agora é que dá para tratar da vidinha. E os dos postos territoriais continuam a trabalhar 60/70/75 horas por semana. Desde noites passadas nos Postos de de serviço de atendimento ao público, a noites de serviço de piquete no exterior, patrulhas a pé e auto, serviço de gratificado de 4 horas depois de terem feito 8 de atendimento ou patrulha, é a sorte que têm e a vida que Deus lhe deu.
Ainda nenhum cabeçudo viu (ou não quuis ver) que o serviço deve ser dividido de forma equitativa. Enquantos uns são uns mártires, outros pavoneiam-se e ainda gozam o pagode.
Essa Unidade de Controlo Costeiro, constituída por milhares de homens, o que t~em feito em prol do país e da sociedade portuguesa? nada. Zero!!
Sr. Comandante Geral da Guarda e Ministro da Administração Interna, desloquem-se ao terreno e vejam com os vossos próprios olhos quem anda cá só para ao dia 21 de cada mês ir ao banco receber o ordenado. Os militares do territorial são quem garantem a segurança deste país, e cada vez há menos homens nos Postos, o que poêm em causa a segurança das populações. Metam essa gente da ex brigada fiscal a trabalhar, a fazer patrulhas às localidades, de noite e de dia, tipo policiamento de proximidade, que é aí que fazem falta. Não é no interior dos quarteis a roçar as costas pelas paredes.
A Guarda está a afundar-se porque não tem gente capaz aos lemes dos seus comandos.
Volta General Paços de Moriz. Que falta fazias nesta Guarda.
Essa gente da ex brigada fiscal tem como part-time ser militar da Guarda Nacional Republicana. Todos têm a sua profissão na vida civil. Mas a culpa não é deles. É de quem lhes permite ter profissões paralelas e ainda por cima em flagrante violação do artigo 14.º do EM/GNR.
O serviço territorial é de grande desgaste fisico e psicológico para os militares, principalmente para aqueles que efectuam patrulhamento, no entanto são lesados injustamente pela Instituição inúmeras vezes, o que leva à desmotivação e descontentamento dos militares.
- Diz-se que o millitar que anda à patrulha está apto para todo o tipo de serviço. Porque é que quando concorre a uma especialidade faz testes psicotécnicos? Será que se o mesmo não passar nesses testes terá capacidade de tomar conta de uma ocorrência relacionada com essa especialidade?
- Se em algumas equipas do Pelotão Intervenção Rapida existem militares de cavalaria, porque é que em alguns convites os militares de cavalaria são excluidos,no entanto um guarda canalizador pode concorrer?
- Se os militares de cavalaria não podem concorrer para o PIR, será que não estão aptos a tomar conta de ocorrências de alteração à ordem pública?
- Porque é que existem equipas formadas do PIR se quando as patrulhas precisam de reforço numa situação mais complicada os mesmo estão fora de serviço?
- As equipas PIR só conseguem garantir um turno de seis horas por dia para uma área bastante densa, quando cada destacamento deveria ter equipas para garantir as 24horas de serviço, afim de assegurar a integridade fisica dos militares e a ordem pública.
-Existe uma má gestão nos postos em que existem militares de cavalaria, uma vez que estes estão várias semanas/meses sem efectuar patrulhas a cavalo porque são desviados para outro tipo de serviços, havendo efectivo de infantaria suficiente.
-Se os militares de cavalaria fazem maioritariamente o serviço de patrulha as ocorrências, apeadas, porque não podem ser transferidos para um posto de infantaria, assim estão limitados e o gosto que tinham pelos cavalos torna-se um pesadelo.
-Se na GNR existem vários tipos de fardamento, os militares de cavalaria não entendem o porquê de serem obrigados a vestir a farda nº2(camisa e gravata) quando este não é um serviço higiénico e existem várias especialidades que usam o polo no patrulhamento.
-Se os militares de cavalaria ao fim de três anos após o termino do curso especifico de cavalaria podem concorrer a outra especialidade porque é que não podem ser transferidos para um posto de infantaria ao fim desses mesmos três anos e só o podem fazer aos quarenta anos de idade segundo NEP 1.14?
-Se o militar da guarda pode andar a patrulha até ao fim da sua carreira porque é que a maioria das especialidades tem um limite de idade tão baixo?
- Um militar para concorrer a algumas especialidades tinha o limite de idade de trinta anos, mas se estiver no territorial até com cinquenta anos faz o serviço inerente a essas especialidades.
- Como se pode exigir a fiscalização de viaturas quando as viaturas da GNR circulam com pneus abaixo do legalmente permitido por falta de verba ou outras burocracias.
-Porque se fiscalizam os bares sempre ao sábado á noite com fraco efectivo e com armas por ali a dentro, quando estão a abarrutar de gente? Para ver as licenças e cd´s até eu sozinho fiscalizava, mas ia quando o bar abrisse e num dia mais calmo, não é por se ir a um sábado fiscalizar que as pessoas se sentem mais seguras e se respeite mais a guarda, ao contario, os proprietários ficam revoltados porque tinham a casa cheia e tiveram de fechar e os clientes deixam de consumir e vão-se embora no único dia que o podem fazer, deve ser para os senhores oficiais se mostrarem?
-Se existem tantas equipas de NIC, NIC D, GEAP, NAO e outras com tanta investigação será que não detêm ninguém, a desculpa é sempre que querem apanhar o cabecilha, mas não é sentados numa secretária e sem fazer noites que o apanham.
-No periodo nocturno não existe nenhum graduado(sargento/oficial) nos destacamentos para resolver ou colaborar com os militares em alguma situação anómala, os guardas estão por sua conta e risco.
-Militares dos GIPS andam á deriva pelos destacamentos sem que haja um aproveitamento eficaz dos mesmos.
-Os motociclos nos postos deixam de funcionar por estarem parados demasiado tempo, no entanto são eficazes na patrulha pela sua versatilidade, consumo e resposta rápida ás ocorrências, mas passam-se meses sem uma patrulha moto.
-Existe uma diferença muito grande no vencimento base do guarda para um cabo de curso o que desmotiva os guardas no desempenho das suas funções.
-Nas operações, principalmente na fiscalização de bares existe um grande falta de militares e meios o que põe em risco a integridade fisica dos militares.
-Faz falta nos postos haver mais instrução nas diversas áreas, para os militares terem uma melhor formação e contínua.
-Temos uma guarda que se preocupa com a imagem, até viaturas tem para o tourist patrol, no entanto a maioria dos guardas não sabe falar inglês.
-Os militares que andam à patrulha recebem menos do que os que estão nos serviços internos.
-Os militares do último curso eram para estagiar três meses e já estão há oito meses nos postos e nada sabem do seu futuro.
-Como pode um guarda ferido em serviço suportar todas as despesas de saúde até fecho de um processo, não deveria esse militar ter uma linha de credito suportada pela GNR e no fim do processo o culpado pagava a GNR?
-Quando se fala em associações todos dizem que estas nada fazem, mas esses militares também nada fazem para as melhorar, não basta associarem-se e já têm os problemas resolvidos, um sócio não tem só direitos, também tem deveres, tais como, colaborar, denunciar e lutar por uma guarda melhor, porque a mudança depende do esforço de todos e não só da vontade de quatro ou cinco.
-Temos uma Guarda igual ao país, um país igual ao mundo, onde a corrupção e os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses colectivos.
Ass:Ampulheta
Valente "Apunheta" deste-lhe bem. As questões colocadas não obtêm reposta porque os (ir)responsáveis não ligam à maralha. Eles querem é dias 21 e passar durante o mês assim de mansinho sem que ninguém dei por eles e sem que os demais se apercebam do manto de incompetência de que se cobrem.
E os guardas fiscais? Qual é a missão deles? Resultados? ZERO!
Sr Ampulheta
Tem toda a razão nas questões que enumera e que não são de agora. São de sempre. E tudo por que a guarda sempre teve um grande deficit de liderança a todos os escalões. Mas ultimamente tem-se agravado Um líder acima de tudo tem de tratar os subordinados com dignidade. Uma liderança autêntica que privilegie a persuasão em lugar da coação e que seja conquistada não pelo paternalismo, mas pela competência profissional, aliada à firmeza de propósitos e à serenidade de atitudes. Importância do exemplo pessoal, do desprendimento e do respeito ao próximo, demonstrados pelos chefes em todos os escalões, como incentivo à prática de atitudes correctas por parte de cada um. Não confundir rigor com mau trato, nem bondade com " nacional porreirismo". " Tratar com afeição os irmãos de arma e com bondade os subordinados" é compromisso militar. A vocação é a fonte de todas as virtudes militares.
Os militares escolhidos para ficar na UCC de setúbal tem quase todos outras profissões...uns são empreiteiros, outros electricistas, outros são bate chapas , outros são mecanicos, outros são pedreiros...todos tem a sua vidinha... mas sabem pq foram estes os eleitos e não os outros??? pq o sargentinho, o sr. coronel ou o sr. major... porque qdo estes precisam de efectuar qualquer actividade ligada ás vidinhas destes militares são eles que avançam e de borla....os maiores baldas e engraxadores ficaram. os que trabalhavam foram embora...tá tudo dito em relação á UCC
Em Setúbal o pessoal da UCC e da UAF contuinuam a deambular pela parada e respectivos corredores do aquartelamento e outros esconderijos da "casa". E os do Posto Territorial instaladaos no mesmo quartel nem tempo têm para se coçar. Fazem 75 horas por semana. Os da ex fiscal ainda gozam com o pagode. E não há cabeçudo nenhum de estrelas ou galões nos ombros que veja esta pouca vergonha.
Os graxadores, incompetentes e inadaptados ficaram e os mal amados, apesar de competentes e dedicados ao serviço, foram parar ao posto territorial. Um já se quis suicidar. Tanta injustiça que vai naquela casa.
E os cabeçudos teimam em não querer ver estas arbitrariedades
Anabela Azevedo disse:
"1,85m de altura e 75kg de peso"
Bem..é, de facto, uma grande mulher...
Fiquei a pensar se, realmente, fui, ou não, pouco delicado para com ela, nos comentários que lhe teci...
Hoje, apenas posso dizer à Anabela, o seguinte:
Sob a ponta afiada do lápis vou esboçando os contornos do teu corpo a traço fino em aproximações de ti. Vou desenhando o relevo do teu peito e as formas que tão bem conheço ao toque das minhas mãos. Esboço as tuas mãos onde me guardas a vida e o sentir e acaricio os teus dedos, procurando segredar-lhe murmúrios e os caminhos que nos conduzem um ao outro neste mundo virtual.
Dedico-me ao teu rosto,queimado pelo sol em patrulhas apeadas, delineando os teus lábios decalcados de tantos beijos. Pedidos. Roubados. Trocados. Profundos e intensos. Reconhecê-los-ia de olhos vendados, porque eles superaram os meus sentidos quando te tinha como comandanta de patrulha. Traço a traço desenho-te o rosto acetinado suavemente, as feições que me deixas gravadas no corpo cansado de calcorrear caminhos vicinais e outros. Dedico-me aos teus olhos, sombreando o que trazes no olhar e que tem o cheiro da rebentação das ondas sobre a areia no movimento perpétuo que te traz a mim para logo depois nos afastar porque o regulamento de disciplina e a ética são, em cada patrulha, crueis companhias. Desenho-te cada fio de cabelo e ganhas vida a carvão, onde posso jurar que os teus lábios me beijam os dedos amarelecidos do tabaco.
Retrato-te em esboços vários e sorrio, mas tu és apenas carvão sobre o papel. Passo a borracha e apago cada traço do teu corpo para te recriar uma vez mais. afinal, começo a estar "louco" pelos teus enigmaticos comentários...
PAULO
Excelente comentário Sr. Paulo!!!!!
Pastilhas
Paulo, cantas bem mas não me alegras. Os teus rodeios e frases pomposas não me convencem. Mas que o comentário poético está giro lá isso está.
Oh Paulo ainda estás convencido que a "Anabela" é mesmo uma mulher? Acreditas no Pai Natal? Pois olha, eu não. O gajo anda a gozar com o pagode. Saudações
Mas o que é que eu terei de fazer para provar a estes arautos do cepticismo que sou uma mulher?!! Sou mulher e muito mulher, em todos os aspectos, ouviu seu pindérico anónimo!
Será necessário colocar aqui um link com a minha fotografia, fardada e armada? Vejam lá se querem, só falta isso.
O comentador que diz ser paulo, ou finge muito bem ou emita muito mal. A conversa dele é de quem gosta de mulheres como companhia e não de mulheres para acasalar.
Nada tenho a ver com a orientação sexual de cada um, mas quanto a mim um homem que gosta de homem, não é normal.
Anabela Azevedo disse:
"Mas o que é que eu terei de fazer para provar a estes arautos do cepticismo que sou uma mulher?!! "
Óhhhhhhhhh, «miúda»... fala-lhes do «ponto G».
"OS PROBLEMAS DOS PROFISSIONAIS DA GNR SÃO AS PREOCUPAÇÕES DA ASPIG"
Se és um gajo e dizes ser mulher, então isso também é um problema da ASPIG.
A minha orientação sexual jámais será um problema para a ASPIG. Acho que tenho tudo no sítio e, até, agradeço à «mãe» Natureza por ter sido tão generosa comigo.
Desde há muito que acasalo e não me foram apresentadas reclamações no "livro amarelo".
Confesso que não concordo com a última parte do Art.º 13.º da Constituição....
Bem....tenho que ir para a patrulha....
Paulo
À ANABELA AZEVEDO
ANABELA, QUERES COMENTAR?
«Ontem, pelas 21:40 horas, na Ilha Graciosa, nos Açores, foram encontrados sem vida, na sua residência, um militar da GNR e a sua mulher. Por motivos ainda desconhecidos, o militar terá atingido a sua mulher utilizando uma espingarda caçadeira de sua propriedade, suicidando-se em seguida», informa a instituição.»
Paulo
Este comentário está comentado por natureza. Um militar da Guarda enlouqueceu, como enlouquecem muitas outras pessoas, pelas mais variadas razões, e acabam por se suicidar. Aqui o indivíduo assassinou a esposa antes de se suicidar. Devia ser um Guarda Fiscal farto do mundo e da Guarda.
Só espero que não venham agora dizer que a Guarda é responsável pelo acto tresloucado do militar, como normalmente acontece.
A Guarda tem as costas largas.
Anabela Azevedo
Bem, a "menina" afinal é um (a) Cabo da GNR. Aqui:
"Os cabos da GNR Paulo Vieira Pinto e Anabela Azevedo que integram este núcleo responsável pela investigação em nove concelhos da AMP (os casos do Porto são reportados à PSP) recordam bem a história.
Tudo aconteceu em 2004. Um idoso de 80 anos, doente de Alzheimer, queixou-se de agressões por parte da mulher, de 78 anos. Na altura, o senhor estava hospitalizado pela segunda vez depois de ter sido agredido «com facas e garfos, no pescoço e nas mãos». Vítima e suposta agressora acabaram por falecer meses depois, poucos dias após a arguida ter sido formalmente acusada. O caso foi arquivado, mas os agentes não esqueceram a indiferença dos filhos do casal, que não chegaram a conhecer pessoalmente. "
Paulo
Anabela AZEVEDO, AQUI:
005-11-28
"Paulo Pinto, Anabela Azevedo e José Silva são militares da GNR com uma missão que, há alguns anos, não passava de uma miragem no seio daquela força de segurança. Especializaram-se numa temática delicada - a violência doméstica - e hoje estão tão preparados para investigar e deter os agressores como para apoiar e ouvir desabafos das vítimas.
A abordagem é de tal forma cuidada que os três guardas, afectos ao Núcleo Mulher e Menor (NMUME) do Grupo Territorial de Matosinhos, até são confundidos com outros profissionais que trabalham na área."
pAULO
A Anabela é homem... Ehhhh.. Risss
E a gaja é oficila... Eh....
A gaja é generala... ´´éeeehhhhh
As mulheres não tem para a net... estão na cozinha... ´´éehhhh
--ANABELO
Chego aqui e deparo-me logo com comentários de quem se deita a advinhar. Dizem eles que a Anabela não mulher. É homem, dizem os advinhos. E é de Matosinhos! LOL
Para que fique claro, entre os descrentes, que a Anabela Azevedo é mulher. É uma senhora. Que por acaso é militar da Guarda. E é, por enquanto, Guarda da GNR. Brevemente será Cabo. Depois, se a coisa correr bem, como se espera, será Sargento e futura Comandante de um Posto. Nem só para servir o País e a população, mas também para pôr certos militares tipo "Paulo", armado em poeta, na ordem. Entrais na ordem que é um mimo.
Conheço o Paulo e para tu lhe chegares aos calcanhares tens muito que aprender.
Tá tudo cheio de medo de ti...
A Anabela é oficiala iehhhh
Infiltrado do caraças, vai tomar banho e levar porrada dos ciganos....
Conforme nós levamos diariamente nos Ptts. Aí a coisa é dificil de roer.
Fala com a linha anti-suicidio que o major Canas trata de ti.
IHHHEEEEE..
Risss..........
ANAFEIO
Ando irritada. Muito irritada!!!
Os militares do Posto não chegam para as encomendas. O serviço é muito e tem de ser feito. Oito horas de atendimento, oito horas de patrulha às ocorrências, oito horas de patrulha na resolução de expediente. Depois os gratificados, de interesse público, que têm de ser também realizados. Numa semana fazemos 75 horas de serviço. E os militares sempre prontos e disponíveis para bem cumprir. Bravos militares!
Mas depois temos os mimados da ex BT/GNR que barafustam todos os dias porque não foram integrados na UNT. Batem o pé e dizem que não fazem multas. Sabem uma coisa? Ponham esses rapazinhos mimados nos postos e vão ver como começam a saber comportar-se. Eu, como Guarda, futuro Cabo, estou cá para dar o meu melhor. Estou porque quero, ninguém me obrigou a vir para a GNR e a permanecer cá. Se esses rapazinhos estão descontentes, por que não vão embora? Vão! Tenham a coragem e a dignidade de se por a milhas. Não brinquem com quem trabalha. Estafermos.
Oh Anabela gostava mesmo de te ver armada e equipada.Mas olha que a promessa de exerceres prepotências quando tiveres funções de comando não te fica nada bem.Se fosse teu cmdt com essa tua mera hipótese ficavas logo na secretaria, porque uma das qualidades do líder é tratar os subordinados com urbanidade e justiça. Não confundir rigor com mau trato. As frustrações e recalcamentos sublimam-se. Fala para a tal linha do psicólogo.Se precisares de instrução sobre liderança fala comigo. Z´Fisga
Bem cada vez gosto mais deste "Centro de Consultas de Psicologia da GNR", cada dia que passa dou mais gargalhadas devido aos comentários infelizes de alguns colegas. Eu compreendo que se tenha de estravazar a frustação da vida, mas pensava que este blog servia para dar criticas construtivas e algumas destrutivas em relação à GNR, mas afinal apenas serve para alguns se vangloriarem de alguns feitos e de algumas aspirações de carreira...
Cda vez mais me custa pagar cotas de associações, pois cada vez mais se preocupam com quem actualmente nada faz e leva boa vida ( ex: UNT; UAF; UCC.), esta gente so tem direitos e cada vez mais e a malta do Territorial apenas tem deveres. Deveres de 8h de patrulha mais gratificados, dias perdidos nos tribunais, maus ordenados, a sorte desta instituição é ter patrulheiros dedicados e não preocupados com o dia 21, pois em primeiro venhem aqueles que juramos defender.
Patrulheiro da calçada
Patrulheiro da Calçada
Tenho pena de si. Só de ler o seu post quase dá vontade de chorar. Paciência. Podem vis dias melhores
Ao anónimo 23 Março, 2009 20:02
Não precisa de ter pena de mim, pois gosto do meu trabalho seja ele bom ou mau.
Ao contrário do que o senhor deixou transparecer eu não gosto de me encostar a sombra da bananeira como o senhor certamente já o fez.
Com os melhores cumprimentos
patrulheiro da calçada.
"E os militares sempre prontos e disponíveis para bem cumprir. Bravos militares!
Mas depois temos os mimados da ex BT/GNR que barafustam todos os dias porque não foram integrados na UNT. Batem o pé e dizem que não fazem multas. Sabem uma coisa? Ponham esses rapazinhos mimados nos postos e vão ver como começam a saber comportar-se. Eu, como Guarda, futuro Cabo, estou cá para dar o meu melhor. Estou porque quero, ninguém me obrigou a vir para a GNR e a permanecer cá. Se esses rapazinhos estão descontentes, por que não vão embora? Vão! Tenham a coragem e a dignidade de se por a milhas. Não brinquem com quem trabalha. Estafermos."
CARA ANABELA
AO LER ESTE SEU COMENTÁRIO NÃO RESISTI A FAZER UMA OSERVAÇÃO AO MESMO.
TODOS OS MILITARES DA GNR ESTÃO SEMPRE PRONTOS E DISPONIVEIS, EXCEPTO OS "COXOS" QUE TIRARAM UM CURSO NA GNR COMO TODOS NÓS, E DE UM DIA PARA O OUTRO ESTÃO ATRÁS DE UMA SECRETÁRIA A EFECTUAR SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS, SEM QUE PARA TAL TENHAM SEGUIDO ADMINISTRAÇÃO OU TENHAM ALGUMA DOENÇA QUE OS IMPOSSIBILITE DO SERVIÇO OPERACIONAL.
EM RELAÇÃO AOS MILITARES DA EX-BT/GNR, DEVERIA TER MUITO CUIDADO NO QUE DIZ...SABE PORQUÊ?!
PORQUE SERÁ QUE OS MILITARES DA EX-BT/GNR INCOMODAM TANTA GENTE?!
PORQUE NÃO EXISTE PRESSÃO NO TERRITORIAL PARA EFECTUAREM O SERVIÇO QUE LHES PERTENCE, TAL COMO PATRULHAR LOCALIDADES, MONTES, ZONAS ISOLADAS, ETC, ETC...
OS MILITARES DA EX-BT NÃO SABEM FAZER SÓ MULTAS...SABEM FAZER PREVENÇÃO, SIM PREVENÇÃO...É DESSA FORMA QUE O CIDADÃO NOS OLHA COM ALGUM RESPEITO.
ACHO QUE NEM LHE DIGO MAIS NADA, PORQUE NEM MERECE AS PALAVRAS QUE ESCREVI.
PELO QUE PERCEBI SE ALGUM DIA CHEGAR A COMANDANTE DE ALGUMA COISA...ACONSELHO-A A USAR UM CAPACETE EM CAMPO ABERTO E NAS CURVAS DEVE-AS FAZER FORA DE MÃO...
UM DIA EXPLICO-LHE PORQUÊ...
Pastilhas
Em 2002, na sequência daquela vergonha que manchou a instituição GNR, a Brigada de Trânsito devia ser logo extinta por Decreto-Lei e uma grande parte dos seus elementos imeditamente detidos e guardados no presídio em Santarém.
Os bons, sérios e honestos militares da ex Brigada de Trânsito continuam a ser bons profissionais, e não é o facto de dependerem, agora, hierarquica e funcionalmente dos Comandos Territorais, que deixam de ter o mérito que sempre tiveram. E temos os outros, os que recebem de ordenado por mês 1000 Euros mas têm brutas vivendas e bons carros e boas motos. Esses choram todos os dias pela "sua" Brigada de Trânsito. Acabou-se a MAMA!!!
Os militares da ex Brigada de Trãnsito, principalmente os desonestos, sempre incomodaram muita gente, principalmente empresas de camionage e outras afectas a transportes. Faziam-lhes muitas exigências...
Bandalhos, que manchastes a instituição e envergonhastes Portugal.
Daqui por mais uns mesinhos vai ser bonito vê-los a policiar o futebol de clubes de bairro de pistola e bastão à cinta e de bomboca verde na cabeça. O vosso reinado acabou. E ainda bem!
A UNT é para gente nova, sem vícios e sem maus hábitos. Graças a Deus!!!
vicios vão eles apanhar nos romanos que é tudo uma data de corruptos nesses postos onde porcos e borregos não resistem à gula.
Guarda Fiscal com muito gosto.
Não faltam por aí guardas fiscas com muito gosto envolvidos em casos de contrabando e tráfico de droga. Esses também viram a Guarda Fiscal a ser extinta quase por razões semelhantes às da Brigada de Trânsito. Só vergonhas. Mas o mais engraçado, que não tem graça nenhuma, é vê-los tipo girafa de pescoço comprido a falar alto e bom som como que se não tivessem qualquer mancha e fosse a gente mais séria do mundo. Têm lata pra tudo. São desavergonhados quanto basta.
Ass: Cabo da GNR de um Posto Territorial
este pessoal da guarda (alguns) não prestam para nada.Passam a vida a degladiarem-se uns contra os outros a atirarem pedras mutuamente como se fossem meninas virgens e não tivessem todos telhados de vidro. Por que não se calam? Só se desprestigiam a vós e à organização que servem (mal) e vos paga.Parem um bocado para pensar. Será possível.Cá para mim acabava era com toda a guarda e mandava-vos para as obras do TGV ou do aeroporto. Pelo menos não tinham tempo para a má língua e faziam qualquer coisa de útil para a sociedade e os projectos ficavam mais baratos.
Patrulheiro da calçada
Onde descobriu que tenho ou tive à sombra da bananeira? Erro seu.Se tem gosto no que faz, o que só lhe fica bem, para isso é pago e escolheu livremente, não sei por que se lamenta? Só lhe estava a dar ânimo.Há coisas piores
Ó cabo da GNR, cale-se...eu sou do fisco com muito orgulho, mas lembro-lhe que estou há 10 anos num posto territorial,e sei o que se passa mto bem na territorial em termos de corrupção e de prendinhas... portanto acho que o sr. devia estar caladinho... e não vir aqui armar-se aos cucos!!!
Sr. Cabo da GNR...desenvorgonhado é voce que enche a sua casa de tudo,anda a pedinchar!! e vem para aqui aramar-se em honesto e anjinho!!! eu sei quem vc é!! tenha vergonha
Esta anabela é uma ordinária...voce mancha a instituição, cale-se... e vá lavar as cuecas!!!
Eu como Cabo da GNR de um Posto Territorial, situado no Norte de Portugal, nunca recebi (nem tenho nada que receber) ofertas de ninguém. Vivo única e exclusivamente do meu vencimento de Cabo no 5.º Escalão. Sou pobre, é umn facto, mas sou honesto. E não é um ex-Guarda Fiscal ou um ex-Brigadeiro ou qualquer outro indivíduo civil ou militar, que me dá exemplos de conduta irrepreensível. A minha nota de comportamento e os livros de registo de autos do Posto aliados ao conhecimento que os meus superiores têm de mim, que se for preciso abonam a minha idoneidade profissional, são o testemunho claro e inequívoco daquilo que afirmo.
Ass. Cabo da GNR de um Posto Territorial
Nem uma batatinha, nem uma couvinha?
Pelos menos um rabanete....Rissssss
Sabe tão bem....
vamos ao que interessa e deixem-se de ser anabelas....
Acabo de saber que a Anabela Azevedo (pseudónimo) é Oficial da GNR. Tem o posto de Capitão e é solteira. parece que não há homem que lhe pegue. Tal é a qualidade dela.
ANABELA AZEVEDO DISSE:
"(...) para pôr certos militares tipo "Paulo", armado em poeta, na ordem. Entrais na ordem que é um mimo."
Não terá o prazer de me "pôr na ordem" se, de facto, é essa a sua vontade.
O meu caracter foi forjado no "caldeirão do Diabo" A vivacidade da juventude e a ponderação da idade, agora madura, vincaram o meu modo de estar que, para seu desgosto, esta acima da ordem.
O tempo para nós os dois talvés fosse sempre muito diferente neste relógio de corda com que ilustrámos o que, um dia, nos uniu. A mesma farda. As horas que gerámos na cumplicidade da missão e nos enganos que as expectativas dos políticos produziram em nós, não passaram de pondeiros com horários de referência....e pouco mais.
Estranho relógio este a que apenas eu dava corda e pelo qual somente eu me regia enquanto você dava, certamente, os primeiros «passasos» no lamaçal da vida pré-GNR..
O tempo entre nós sempre foi, certamente, demasiadamente desigual e os nossos "ponteiros" - salvo seja - apenas se acertavam à mercê do quatidiano das ilusões. Pelos seus comentários, presumo que sempre se recusou a atrasar o relógio para que no meu regresso ainda a podesse ensinar a ser Cabo, Sargento e, quiça! Oficial..
Agora chega demasiado tarde para ter a dita do meu "abraço". O abraço do "poeta".
O medo hierárquico é uma deformação profissional.
Quando sentir os efeitos da abnegação, resignação e do "mastigar" de "sapos vivos", não chame por mim pois, nessa altura todos os relogios terão parado para que você aprenda, pelo menos, a olhar para o Sol e poder, com os seus próprios olhos, ver que Ele é, também, um relógio...com autoridade.
Mas não desanime... outros ocuparão o meu lugar das 00:00/24:00 horas...
Paulo
éh paulo do caraças.... estás mt inspirado, será do maldito cigarro no dedo???
Eu ontem fui com a minha Anabela a uma consulta anti-tabágica. Levei choques nas orelhas e olha já fumei! Esta merda tá a dar resultado!!!
Mas o maior choque eléctrico foi os 60 euros que o vetenário me levou!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sociedade 24 Mar 2009, 13:01h
Militares da GNR condenados em pena de prisão suspensa por receberem 25 euros para perdoarem multa
O Tribunal de Almeirim deu como provado que dois militares da GNR receberam cinco contos (cerca de 25euros) para perdoarem uma multa por excesso de álcool a um condutor. E condenou cada um deles a penas de prisão de um ano e dez meses, suspensas por igual período. Os guardas que na altura exerciam funções no posto de Almeirim não tinham antecedentes criminais, mas já tinham sido sujeitos a processos disciplinares. A um foi aplicada a aposentação compulsiva, mas ainda decorre um recurso desta decisão. O outro já tinha sido suspenso de funções durante 15 dias.
No acórdão, lido esta terça-feira, dá-se como provado que Leonel R. e Pedro E. mandaram parar um automobilista em Benfica do Ribatejo durante uma acção de fiscalização, no dia 3 de Setembro de 2000, cerca das 22h30, e sujeitaram-no ao teste de alcoolemia que acusou 1,30 gramas de álcool por litro de sangue. Este foi informado que teria de ser conduzido ao posto de Almeirim. Um dos militares conduziu o veículo do condutor enquanto este seguia no carro da GNR que circulava à frente. Pedro E. disse para os passageiros que até Almeirim tudo se poderia resolver. À entrada da cidade o guarda que conduzia a viatura da GNR parou e o condutor entregou uma nota de 5.000$00 que trazia no bolso.
Os guardas deixaram o automobilista retomar a viagem na sua viatura e este dirigiu-se ao posto de Alpiarça onde fez novo teste de álcool, que acusou 0,90 g/l, e apresentou queixa contra a patrulha da GNR. A juíza presidente do colectivo, Maria José Cortes, disse que os arguidos quiseram aproveitar-se das suas funções com o propósito de obterem para si a quantia em dinheiro. E justificou que todo o circunstancialismo que envolveu a situação bem como a forma como deixaram o condutor ir embora sem ser autuado ditaram a decisão que se apoiou também nos testemunhos do condutor e das pessoas que o acompanhavam na altura.
Curioso. Então não diziam, que isto só acontecia na BT. Não foi este o motivo, pelo qual a BT foi extinta?
Então e os outros?
Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a redacção de O MIRANTE.
O Suplemento de serviço das Forças Armadas passou recentemente para 20%, conforme aprovação em D.R.
O suplemento de serviço das Forças de Segurança é..é..é ... 14,5%..????
Pois, vão lá discutindo os 25,00 e as anabelas que a seguir levam com o factor de sustentabilidade e com o indexante aos apoios sociais, mais P1 e o P2 a dividir por 40.
Pelo menos vão olhando para aquele projecto de estatuto que está mesmo em ponto de rebuçado. Misturam maternidade, paternidade e parental. É tudo a mesma coisa.
Vão-se esconder. Não digam a ninguém que auferem entre 500 a 700 cts.
Tirem-me´de lá aquele artigo dos licenciados que é igualzinho ao de 93.
Porra para isto!
Preterido 1.14, e em tudo onde exista escolha.
Pois é Sr. Preterido.
Tem toda a razão.
E avaliação. Artº 160º, em que o avaliador é, em regra, o superior hierárquico imediato.
Mas essa questão e outras, para uma grande maioria, a avaliar pelo que se lê, vê e ouve por aí, já não importa.
Porque para esses, o topo máximo da carreira já foi alcançado.
Foi alcançado no dia 01/01/2009, com a extinção da BT.
A Anabela, (a minha cadela de raça retriver do labrador)ontem em missão de detecção de estupefacientes detectou 50 gramas de cocaina, contribuindo assim para o sucesso de mais uma operação de combate ao t´rfico de droga...isto tudo seria normal, mas qual o meu espanto , quando chego aqui e vejo que o meu canideo nas horas de folga vem escrever postagens no BLOG das ASPIG...fiquei incredulo, revelou qualidades de inteligencia acima da média e até consegue escrever com as suas patas enormes!!! Viva a minha Anabela...cadela mais inteligente não há na cinotécnia da GNR!!!!
K9
Na UCC de setúbal existe uma equipa não oficial de investigação de não sei bem o quê, que foi recentemente reforçada com mais dois militares, agora no total são 5 militares. Esta equipa dita de investigação e comandada por um sargento do mais baixo nivel existente na guarda, não passa de uma equipa de Bufaria e de engraxadores,pois o serviço dos mesmo é andar a investigar os colegas!!parecem pides, cada qual mais geitoso, não entendo como hierarquia continua a permitir este tipo de situações!!!o serviço deles é passear e ouvir as conversas para irem depois bufar ao Sr. sargento!!!vão mas é trabalhar seus malandros , passam o tempo a brincar aos policias
Ó caro anónimo de 25 Março, 2009 13:08, essa gente devia ir era para o posto territorial, que se encontra a funcionar nessas instalações. Patrulhas às localidades 24 por dia é que a Guarda devia fazer, mas não faz porque parte dos seus militares andam a investigar os outros seus camaradas. E biba a bufaria.
O anónimo de 24 Março, 2009 22:39 vem para aqui achincalhar os militares da GNR de Almeirim por terem recebido 25 euros em troca de uma multa. Cale-se, homem. Tenha vergonha. Os de Almeirim receberem 25 euros, mas os da BT/GNR reciabam aos 50 contos em cada patrulha que faziam. Enuqnato do territorial encontramos 10 militares num universo de 12 mil homens, na BT/GNR encontramos 170 num universo de 2600 homens. Cale-se, tenha vergonha. dispa a farda e v´-se embora. Vá trabalhar prás obras.
calma. muita calma! Então não foi 1 oficial constituido arguido por corrupção?!
Sabiam?
O Sr. de 25 de Março, 2009 13:27, está nervoso?
Calma. Não se trata de achincalhar ninguém, simplesmente o constatar dum facto.
Quanto à farda, lamento desaponta-lo, mas não a posso despir, uma vez que não faz parte do meu guarda roupa.
Em relação às obras, o trabalho quando é honesto, não envergonha, nem desonra ninguém.
Por acaso, até conheço algumas pessoas que trabalham nessa actividade, e num pequeno texto ou excerto, como o que o Sr. escreveu, dão menos erros ortográficos.
Ao Preterido 1.14
Vejo que esta interessado no projecto do novo EMGNR.
Na verdade o Antigo Art.º 213º lá vem novamente (embora com outro numero) a continuar a alimentar as expectativas dos licenciados da Guarda (Sargentos e Guardas). A "maldida" legislação especial há 16 anos que não é publicada.
Assim, como até agora, um Guarda titular de um doutoramento - o mesmo do Presidente da Republica - em geografia/história/português que se candidate ao curso de promoção a Cabo é submetido à prova escrita com um grau de dificuldade equivalente ao 9.º ano de escolaridade...
O mesmo Guarda ou Sargento, titular de um doutoramento em direito não pode ser instrutor de processos disciplinares pois estes estão reservados ao oficiais independentemente do grau academico dos mesmos.
Paulo
Mau. Então querem ser Guardas ou Doutores?
Já viram por exemplo, o que seria se uma pessoa, apenas com o 9º Ano, agora com o programa das novas oporunidades, num instante tira o 12º. De seguida, ingressa num qualquer curso universitário, desses tirados à pressa. E seguidamente, propõe-se para ser oficial. Que me desculpem, mas acho que não, não é justo.
A César, o que é de César.
"Assim, como até agora, um Guarda titular de um doutoramento - o mesmo do Presidente da Republica - em geografia/história/português..."
Ando por aqui há uns tempos,bons, mas ainda não tinha lido tão grande asneirola, do tamanho do Mosteiro dos Jerónimos, como a que acima reproduzi e que é da autoria do Paulo.
"Um Guarda titular de um doutoramento - o mesmo do Presidente da Republica - em geografia/história/português".
Por favor, não ofenda mais o Prof. Doutor Anbibal Cavaco Silva. Não compare semianalfabetos com ilustres economistas com provas dada e reconhecidas cá e além fronteiras.
Estou a ficar sem paciência. Ter de fazer a patrulha de 8 horas, sempre a bulir, participações várias de diversas situações para fazer, o jantar para preparar para mim e respectiva família, em número de 5 pessoas, e às 01h00 volto a entrar de serviço, sem saber o que me espera, não tenho paciência para ouvir mais este Paulo a dizer calinadas enormes.
Arre!!!
Se eu fosse Oficial da GNR e visse todos os licenciados que há na instituição a serem, por essa razão, promovidos a Oficiais, imediatamente me dirigia ao Comandante-Geral da Guarda e entregava-lhe a espada e passava na mesma altura a civil. Que haja praças e sargentos, que os há, de deficente formação a todos os níveis, ainda vá que não vá, agora Oficiais da Guarda formados em universidades de vão de escada e outras de beiral de pombo, essa é que não. Um Oficial da Guarda tem que se lhe diga. Ainda não chegámos á Guiné!
Pobres lienciados....
Se não querem ver os Sargentos e Guardas licenciados, promovidos à categoria de oficial por favor "cortem" do Estatuto essa norma legal que ali existe desde 1993 - e continua no projecto do novo Estatuto- sob pena dos licenciados entenderem essa norma legal como um "atentado" ao seu bom nome .
As leis são para cumprir!!!
50% das normas legais previstas no estatuto de 1993 - ainda em vigor - não foi cumprido pelo facto do Ministro (portarias) Governo (leis) Comandante Geral (despachos) não terem produzido , como manda o estatuto, a legislação regulamentar. 16 anos....entretanto passaram...
Veja-se o novo projecto de alteração ao Eatatudo: esta pejado de normas que para serem aplicadas ficam pendentes de Despachos, Portárias, Legislação especial regulamentares que, depois, ninguém regulamenta.
É disto que se esta a falar e não própriamente da legislação especial regulamentar para os licenciados que passados que foram 16 anos ainda não foi publicada.
A omissão de legislar por parte do Ministro, Comandante Geral, não será, no minimo, passivel de sanção disciplinar?
Pelos vistos é mais grave um militar chegar 5 minutos mais tarde à formatura, caso em que é punido.
Quando estes exemplos vêm de cima...o fim das Instituições está para breve.
Paulo
À Anabela Azevedo
Anabela, queria-lhe dizer o seguinte:
Um velho Sargento, já na reforma, num certo dia, disse-me:
"À medida que a idade avança, nós vamos vendo as realidades de outra forma. São verdades que se vão compondo no texto. Uma coisa é a mensagem que nos passam; outra coisa é a verdade que não nos querem mostrar. Cada um enxerga aquilo que quer ver. Eu procuro enxergar para lá dos olhos. Para lá da aparência e das falinhas mansas, do sorriso de circunstância, do batimento casual nas nossas costinhas largas que se vão curvando com a idade. As costas podem começar a ficar um pouco curvas, a coluna pode começar a ceder à idade, mas o olhar em frente não deve mudar, mantendo sempre a cabeça bem levantada para quem nos olha, não temendo a verdade da vida.
Não devemos ser arrogantes perante a verdade, mas devemos ser pouco condescendentes perante a mentira. Cada um fará o julgamento que entender."
E eu já fiz o meu julgamento...
Paulo
Paulo
O sr já deve estar cansado de tanto alardear o seu grau académico(?). Julgo que já aqui alguém lhe explicou que o grau académico só por si não qualifica ninguém para ser oficial. Muito menos tem que ver com a competência para fazer processos disciplinares cabe aos oficiais.Isto aprende-se no alistamento. No seu pelos vistos não ensinaram.Se se acha com capacidade para ser oficial concorra ou à AM ou então ao Instituto da Amadora. Não se lastime eternamente.
A Anabela se como dizem é oficial deixe que lhe diga que a cadeira de comando e chefia ficou por fazer ou então copiou, ou sacou o teste ao prof como é hábito na AM.De qualquer modo é conveniente fazer um up-grade da matéria.Saudaçõe militares do Cabo-ch c/ aspirações a CB-MOr
Sobre a formação na AM em “Ciências militares”. Em termos epistemológicos não existem ciências militares, logo trata-se de um jargão sem substância que só serve para enganar tolos. A Táctica e a Estratégia, bem como a Logística são os únicos conhecimentos específicos do domínio da “arte militar”. Sim, falamos em “arte militar” e não em ciência, porque estes conhecimentos não são ciência.
Se olharmos atentamente para o currículo do curso da GNR na AM, constatamos que apenas 12 cadeiras podem ser enquadradas na “arte militar” ainda que algumas só com muito esforço (v. g. Treino físico, preparação e treino militar, equitação). Assim, em rigor, a famigerada licenciatura em “Ciências militares” só contempla sete cadeiras semestrais que se enquadram na dita “Ciência militar” (v. g. Táctica Geral e Operações militares I e II, Logística, Elementos de armamento, Organização do terreno, sistemas de armas da GNR(?) e Tiro, Transmissões e Guerra Electrónica). È muito pouco para ser uma licenciatura na “arte militar”…
A falácia e o embuste reside neste ponto, porque a licenciatura dos Oficiais da Guarda é um arrazoado de cadeiras sem qualquer conexão e lógica em termos epistemológicos, revelando uma incoerência científica que há muito devia de ter sido banida do sistema universitário português. Mas isto é um problema mais profundo e que toca com a reforma do dito “ensino militar” e no lobby das FA, dos desperdícios de dinheiros públicos a propósito de uma alegada especificidade que esconde a ambição da manutenção de feudos e interditos. Se os militares querem ter ensino universitário os seus estabelecimentos de ensino deviam reger-se pelas regras das universidades e não inventarem “especificidades” que só servem para criar mitos de origem, castas baseadas em rituais iniciáticos e processos de socialização mediavelescos, que desacredita o dito ensino militar. Crie-se uma Universidade da FA aberta à sociedade e, sem dúvida, que os militares ganhariam em prestigio e reconhecimento. Os “rituais” ficariam para as escolas práticas e tirocínios.
Retomando o curso da GNR. Com efeito, da licenciatura em “ciências militares” da GNR, 12 cadeiras são jurídicas e tiram-se em qualquer faculdade de direito. 19 são cadeiras na área das ciências sociais e humanas e podem ser tiradas em qualquer faculdade (v. g. História, Sociologia, Gestão, Economia, Relações Internacionais, ó para ilustra algumas) e, pasme-se, só 2 são conhecimentos específicos da GNR e, salvo melhor opinião, nem deviam ter dignidade de cadeira universitária, porque o seu conteúdo é estritamente técnico-profissional (v. g. Táctica da GNR I e II).
Conclusão: o famigerado curso não é de Ciências militares, nem policiais, nem de coisa nenhuma. É uma forma do Exército perpetuar a sua ideologia e pessoal na GNR, através de um ensino que transmite os “valores” e a organização que o Exército Português entende que devem prevalecer na Guarda e tal nem seria grave, salvo se a Guarda não fosse uma polícia e Portugal não fosse um Estado-membro da EU…
Saudações
Basta consultar o Relatório da Comissão de Avaliação Externa da CNAVES (Curso da GNR/AM de 2003) para se perceber que a ignorância atrevida é um mal nacional. Aqui ficam alguns excertos incómodos da famigerada licenciatura agora travestida em Mestrado Integrado de Bolonha (para quem não sabe a reforma de Bolonha é uma espécie de novas oportunidades do Ensino ìuperior - o que dantes só era possível passado 8 anos é agora uma realidade em 5!):
Pontos fracos:
- A ocupação de tempo dos estudantes, a despeito das modificações já introduzidas, no bom sentido, com vista a reduzi-la, é ainda considerada excessiva, não disponibilizando tempo suficiente para as actividades de estudo, situação que carece de progressiva revisão.
- O número de professores civis com qualificação académica elevada é baixo.
- No tocante à generalidade do corpo docente, deve recorrer-se apenas às possibilidades previstas no ECDU, (Estatuto da Carreira Docente Universitária) em termos de atribuição de categorias idênticas ou equiparadas às previstas naquele diploma, evitando situações de pouca clareza. Em resumo, a qualificação dos professores só deve ser julgada, alternativamente, ou pela sua qualificação académica, no tocante às matérias de conteúdo “civil” (leccionada maioritariamente por professores civis) ou pela especialização e experiência profissional dos docentes militares, a quem competirá principalmente a leccionação de conteúdos essencialmente militares.
- De um modo geral, consideramos que a actual constituição do corpo docente é excessivamente variada e pouco clara, tal constituindo uma das vulnerabilidades do sistema.
- As actividades de investigação são ainda incipientes e requerem um esforço sustentado para o seu reforço.
Recomendações
- No que respeita à estrutura curricular, recomenda-se, na generalidade, a libertação de mais tempos, a ser consagrados ao estudo das matérias leccionadas, o que poderá ter incidência sobre as ocupações de tempo sujeitas a horário.
- Numa perspectiva de médio e longo prazo, sugere-se a substituição de uma parte das aulas teóricas com carácter expositivo, por actividades de auto-aprendizagem, com base na disponibilidade de materiais de aprendizagem de qualidade, designadamente em suporte informático.
- Recomenda-se o reforço generalizado das competências, tanto em matéria de qualificação académica do pessoal docente civil, como do reforço de qualificações profissionais do pessoal docente militar.
- Recomenda-se o preenchimento progressivo da totalidade das vagas nos quadros de pessoal docente civil, segundo as normas do ECDU.
- Recomenda-se o reforço das competências efectivamente exercidas pelo Conselho Académico, designadamente no tocante ao recrutamento e formação académica do pessoal docente e à análise dos currículos dos cursos, com vista à sua permanente actualização
- Recomenda-se a realização regular de actividades de sensibilização e de formação contínua dos docentes em matéria de métodos e técnicas pedagógicas, designadamente as que fazem apelo à utilização de novas tecnologias aplicadas ao ensino.
- Encoraja-se o desenvolvimento progressivo das actividades de investigação do pessoal docente.
- Recomenda-se a adopção, pela AM, de uma perspectiva de Qualidade Total, por via da criação de um Plano Anual de Qualidade e da designação de um Gestor do Plano.
E gasta a Guarda (erário público) por ano milhões de Euros a subsidirar esta coisa...e a dar diplomas de graça a meia-dúzia, quando qualquer estudante tem de pagar propinas do seu bolso...
Crise levou militar da GNR a deixar de passar multas
Um militar da GNR admitiu, esta sexta-feira, à TSF, que já há alguns meses que deixou de passar multas porque compreende que para pessoas desempregadas e reformadas o dinheiro da multa pode fazer muita falta.
Esta tarde, durante o debate do fórum da TSF o militar da GNR, que preferiu não ser identificado, diz que deixou de passar multas. Vive numa zona com reformados a receber cerca de 250 euros por mês e compreende que uma multa pode vir a retirar-lhes toda a pensão do mês.
Em debate estava o aumento da criminalidade, ao que o militar responde que «tem que haver [aumento da criminalidade], os guardas não andam contentes». Refere ainda que existe um número elevado de operações stop para as quais não existe pessoal efectivo suficiente.
«Eu estou num posto que o efectivo devia ser de 30 homens, estamos lá 14, desses 14 só nove é que fazem patrulhas, e as patrulhas que fazem, às vezes, anda um homem sozinho», acrescentou o GNR.
A Guarda apresenta-se ao serviço com falta de homens para fazer patrulhas, assim, como para cumprir com as operações stop que lhes são marcadas.
O militar da GNR disse ainda que «a contestação dentro da Guarda não passa para fora», admitindo ser este descontentamento da Guarda Nacional Republicana uma das causas do aumento da criminalidade.
Colin Powell cidadão negro norte-americano.
Colin Powell foi oficial do Exército dos EUA.
Colin Powell foi Comandante em Chefe das FA dos EUA (equivalente ao nosso CEMGFA).
Colin Powell foi Secretário de Estado da Defesa dos EUA (equivalente ao nosso Ministro da Defesa).
Colin Powell não frequentou West Point (equivalente ao à nossa Academia Militar).
Pergunta-se a razão de em Portugal isto não ser possível?
A propósito, nos EUA foi promovida a General (4 estrelas) a primeira mulher, tendo-lhe sido entregue o Comando da logística (o CARI lá do sítio). A senhora também não andou em West Point e, pasme-se, é licenciada em Educação Física.
Chama-se a isto meritocracia, que contrasta com os tiques aristocráticos que pulula neste país, que se afunda cada vez mais, porque há castas que impedem a ascensão social dos mais capazes. Quem não nasceu em berço de ouro não é ninguém.
Pobre país e pobre gente….
Mau. Querem ver que temos oficiais a menos!...
Não chegam já, os formados nos locais próprios pró efeito?
Será, que é mesmo necessário e urgente, recorrer a outro tipo de expediente, para dotar o País com mais oficiais?
O País, está em guerra com alguém?
Perspectiva-se, que a curto ou médio prazo, vá entrar em alguma?
Chiça!...
Contribuinte sofre...
"Locais próprios para o efeito" é precisamente essa a questão dos posts anteriores. Ao que parece não percebeu, mas também não vou perder tempo a explicar...
ENQUANTO SE VAI COMENTANDO BANALIDADE NESTE "ESPAÇO", OUTROS TÊM OBJECTIVOS BEM DIFERENTES, VEJA-SE»»»»
O ATAQUE À CONDIÇÃO MILTIAR CHEGOU À GNR
"Agora que as ondas de choque resultantes do anúncio da nova organização para as Forças de Segurança passaram, aparentemente, para o segredo dos gabinetes, é altura de fazer um ponto de situação sobre o assunto.
Eis uma curta fita de tempo:
No princípio de 2006 o governo encomendou ao Instituto Português de Relações Internacionais, da Universidade Nova, então tutelado pelo Dr. Severiano Teixeira (entretanto nomeado Ministro da Defesa), um estudo sobre um novo modelo de Segurança Interna. O estudo foi entregue em Julho de 2006 e depois de ter sido sujeito a críticas, foi reformulado, tendo uma versão final sido elaborada em Dezembro desse ano.
Em simultâneo o Ministro da Administração Interna (MAI), encarregou a empresa americana “Accenture” de fazer outro estudo (racionalização da GNR e PSP), cuja versão final foi apresentada em Julho de 2006.
Por ordem do governo anterior corria ainda um estudo sobre uma nova delimitação de áreas de responsabilidade da GNR e da PSP, de que tinha sido encarregue o Gabinete de Coordenação de Segurança (GCS), chefiado pelo General Leonel de Carvalho.
Estes estudos, sobretudo os dois primeiros, custaram uma nota preta aos contribuintes,respectivamente,72500 e 174240 euros,mais IVA (curiosamente a “Accenture”também instalou todo o siatema informático da PSP).
O General Comandante da GNR mandou constituir um Grupo de Trabalho (GT) a fim de analisar o relatório da Accenture. Este GT entregou as suas conclusões, mas não foram estas que foram entregues ao MAI, mas sim um memorando preparado pelo Gabinete do Comandante da Guarda,que não estava,aparentemente, em conformidade com o estudo da GNR e que não teve a concordância de nenhuma unidade.
Aparentemente os comandantes dos órgãos superiores da GNR só tiveram conhecimento deste memorando na manhã do dia em que o Comandante Geral, o foi entregar ao Ministro. Estamos em Set/Out de 2006.
O Comando da Guarda desvaloriza o estudo da “Accenture”, que contém algumas apreciações menos apropriadas.
E nós estranhamos como se encomenda um estudo sobre uma parte fundamental da Segurança do Estado e da Nação Portuguesa a uma empresa estrangeira!
Na sequência o MAI terá feito uma acção alargada junto dos órgãos de comunicação social, nomeadamente os jornais Expresso, Público e Jornal de Notícias (Jan 07), preparando o terreno para o que pretendia implementar.
Do estudo apresentado pelo agora MDN apenas se aproveitou a criação do Sistema Integrado de Segurança Interna (SISI), que obrigará à extinção do GCS. Deste facto já se queixou o Dr. Severiano Teixeira, emendando logo a mão, dizendo que o que tinha apresentado era apenas um estudo académico. Estranha-se o facto de o MAI ter encomendado e pago um estudo académico que apenas se justifica como trabalho de curso ou obtenção de um título académico… As coisas que eles dizem.
De repente tudo se precipitou. O Primeiro Ministro (PM) decidiu, quase em cima do acontecimento, apresentar o novo figurino da Segurança Interna, no debate mensal da Assembleia da República (AR), agendado para 28 de Fevereiro. Porque o fez é objecto de especulação: não tinha assunto relevante para tratar?; quis apresentar uma novidade?; queria fugir à questão do encerramento das urgências dos hospitais, então na berra? Só ele pode explicar.
No dia 27/2 o Comandante Geral é informado que no dia seguinte o PM iria apresentar o assunto na AR. Como nenhuma das suas tropas sabia algo do que se iria passar o General iniciou uma corrida contra relógio para as informar do que iria ocorrer antes de as mesmas saberem do facto pela comunicação social. Nesse mesmo dia enviou mensagens a convocar oficiais, sargentos e praças, representantes de todas as unidades do País, para estarem presentes na Escola Prática da GNR, em Queluz, no dia seguinte.
Pelas 0800 reuniu-se com os oficiais generais; pelas 0900, com os coronéis e pelas 1000 com os restantes oficiais sargentos e praças.
Às 1200 os oficiais generais foram ao MAI e afirmaram a sua não concordância com o que se estava a passar.
À tarde voltaram ao Carmo para se avistar com o Comandante Geral e dali seguiram para o Estado-Maior do Exército onde foram dar conta ao respectivo Chefe do que se estava a passar,apresentar a sua disponibilidade para regressar ao Ex. e solicitar directivas. Regressaram de seguida às suas funções na GNR.
É curioso notar que o Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda na manhã da reunião com o Comando Geral expressou preocupação com o que se estava a passar, apelou à prudência e manifestou-se contra a extinção das Brigadas. À tarde o PM quando falava no Parlamento exibiu uma mensagem do mesmo Manageiro em que este apoiava a iniciativa do executivo. O que o terá feito mudar tão drástica e rapidamente de opinião?
A partir daqui a desorientação foi grande com muitas coisas a saírem fora de controle.
No dia 2 de Março, o MAI apresentou no Parque das Nações, a reforma prevista, à GNR, depois à PSP e mais tarde aos autarcas. Pelas 1700 foi a vez da comunicação social que já usufruiu um briefing diferente do da manhã.
Entretanto um grupo de 80 oficiais da GNR, oriundos da Academia Militar (de um total de 300), reúne-se em Loures para debater a situação. A reunião é interrompida pela brigada de minas e armadilhas da PSP por ameaça de bomba.Decidiram criar uma nova Associação de Oficiais,pois a actual não defendia os seus pontos de vista.
Os Chefes de Estado Maior, apreciaram também a situação e opuseram-se à atribuição da quarta estrela de general do comandante da GNR. A questão entra em Belém.
O Chefe do Exército reúne-se por iniciativa própria ou por indicação do CCEMs, com o MAI e o MDN para lhe expor as preocupações dos militares. Não há comentários dos interlocutores. O MDN guarda de Conrado o prudente silêncio, como se nada fosse com ele.
Finalmente, aproveitando o acto comemorativo do regresso das últimas tropas da Bósnia, em S. Margarida, e na presença do PR, o CEMGFA General Valença Pinto expõe publicamente alguns problemas e deixa no ar críticas e recados. O ambiente é tenso.
É muito provável que a sua demissão, por iniciativa própria ou alheia, tivesse sido encarada.
Esta coisa dos políticos tomarem decisões e só depois encararem as suas consequências e regulamentação, tem sido recorrente e funesta.
Não existe espaço num simples artigo para apreciar todas as propostas agora aprovadas, algumas das quais já sofreram alterações significativas.
Mas o ataque à condição militar da Guarda, apesar dos protestos da sua manutenção retiram qualquer boa intenção e credibilidade à iniciativa governamental, como aliás os seus preparativos indiciavam.
Podemos repescar das resoluções 244 e 245 de 19/3/07 do Conselho de Ministros, uma série de conclusões que esvaziam de sentido e põem em causa na prática, a continuação da GNR como força militar.
Assim:
- o vocabulário e a nomenclatura das unidades agora aprovado, nada tem a ver com o múnus militar;
- a organização tende para contornos civis;
- a instrução vai tender a unificar-se com a PSP, ora sendo os parâmetros militares mais elevados e mais exigentes a tendência será para “nivelar por baixo”, além disso é muito mais fácil desmilitarizar uma força do que militarizar outra …;
- decorrente do atrás apontado, o Exército será excluído da formação dos oficiais da Guarda;
- não se sabe ainda como se irão promover a generais, oficiais que não são oriundos de uma Academia Militar (e partindo do princípio que se manterá a exigência de uma licenciatura …);
- não se vislumbra ainda como se poderá processar o normativo existente de colocar a GNR debaixo do comando do CEMGFA, em tempo de guerra (aliás as forças da GNR que têm sido destacadas para cenários de guerra já deviam ter estado debaixo da alçada do CEMGFA e não como se tem verificado, no âmbito do MAI);
- a externalização de serviços prevista pode pôr em causa a autonomia e capacidade de unidades da GNR de operarem em cenários militares;
- a existência de um “horário de referência” é contrário ao espírito da condição militar;
- a existência de um “centro de arbitragem”, para resolução alternativa dos litígios estatutários, é em termos de disciplina e justiça militar, um aborto.
Finalmente:
- é necessário prever com o fim do Regimento de Cavalaria, quem vai ficar fiel depositário das tradições equestres do Exército Português, atribuído àquela unidade;
- tudo parece que a intenção futura será o de unificar a GNR com a PSP;
- substituir a figura de Comandante Geral (cuja conduta em todo este processo se afigura o menos clara possível), por um “Director Civil” (como já acontece, por ex, com a Guardia Civil, espanhola), e veio a ser dfendido pela APG recentemente;
- que a criação da “Unidade de Controle Costeiro”, irá colidir com as missões da Armada.
Por último, tudo aponta para que a Administração Interna queira invadir áreas de competência à Defesa (como aliás aparenta querer retirar a Polícia Judiciária à Justiça…):
- a apetência pela Autoridade Marítima é evidente;
- a intenção de abocanhar o Serviço de Busca e Salvamento é publica;
- a criação de vários mini “grupos” aéreos é um dado adquirido, não havendo aparentemente quaisquer dificuldades em arranjar meios, quando se sabe das dificuldades da Força Aérea em operar os seus e do Exército, que têm há mais de 15 anos aprovados os seus helicópteros orgânicos e até agora … nada.
É neste cenário que o MAI corroborado pelo PM, vem afirmar que a quadrícula nacional vai ser assegurada pela GNR em vez do Exército, o que originou os reparos do CEMGFA e do CCEMs.
Enfim o MAI está a tentar “usurpar” cada vez mais competências ao MDN. É mais um erro e um despautério!
Alguém viu por aí o Dr. Severiano Teixeira?"
(João José Brandão Ferreira)
Paulo
ATIRARAM-SE AOS LICENCIADOS COM TAL "RAIVA" QUE NINGUÉM COMENTOU ISTO:
"As leis são para cumprir!!!
50% das normas legais previstas no estatuto de 1993 - ainda em vigor - não foi cumprido pelo facto do Ministro (portarias) Governo (leis) Comandante Geral (despachos) não terem produzido , como manda o estatuto, a legislação regulamentar. 16 anos....entretanto passaram...
Veja-se o novo projecto de alteração ao Eatatudo: esta pejado de normas que para serem aplicadas ficam pendentes de Despachos, Portárias, Legislação especial regulamentares que, depois, ninguém regulamenta.
É disto que se esta a falar e não própriamente da legislação especial regulamentar para os licenciados que passados que foram 16 anos ainda não foi publicada.
A omissão de legislar por parte do Ministro, Comandante Geral, não será, no minimo, passivel de sanção disciplinar?"
Mas para que se fazem as leis se, depois, não são aplicadas porque não são regulamentadas.?
O que têm feito os sucessivos provedores de justiça sobre esta matéria?
ASS: ASPIRANTE A LICENCIADO
A Guarda está muito mal servida. Tem ao seu serviço pessoas que nunca deveriam ter entrado num Quartel da Guarda quanto mais vestir a farda da GNR. Ser um militar da GNR implica ser, acima de tudo, uma pessoa íntegra, séria e honesta,ter a noção do sentido da responsabilidade e saber honrar e dignificar o serviço e a instituição que lhe deu guarida. Cada vez mais vimos a Guarda a ser traída e muitos dos que nela estão a servirem-se dela e do seu património em proveito próprio.
Muitos, que nem para soldados servem, querem ser oficiais, só porque tiraram uma licenciatura na farinha amparo. É uma tristeza viver e trabalhar com esta gente.
a Anabela é amante do cte geral...
A>hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Isto é o fim . À falta de melhor já repetem os post anteriores. É ridículo. E repisam nos mesmos assuntos. Mudem de tercio
Ai está a aspig a marcar pontos, deve conhecer os problemas e tentar resolvelos.
As reclamações dos patrulheiros são reais os problemas no dia à dia aumentaram só o que não aumenta são os efectivos.
Por vezes penso que a Guarda esquece qual é a sua função, a "SEGURANÇA" de pessoas e bens, mas é o que tem sido descurado.
Isto dos patrulheiros reclamar por tudo e por nada tem de acabar. Fazem uma patrulha de 6 ou 8 horas e ainda estão descontentes. Trabalham 8 descansam 16, o que é que querem mais? Devem querer que o Comandante de Posto, para além das funções que tem, que é comadá-los e muitas vezes fazer de pai e mãe deles, também faça patrulhas e piquetes. Estudassem. Olha que esta!!
Anabela Azevedo, disse:
"Muitos, que nem para soldados servem, querem ser oficiais, só porque tiraram uma licenciatura na farinha amparo. É uma tristeza viver e trabalhar com esta gente."
Óhhhhhhhhhhhhh, Anabela ..."pecadora"...
Estas a fugir à questão:« A omissão de legislar por parte do Ministro, Comandante Geral, não será, no minimo, passivel de sanção disciplinar?»
Não somos mais eloquentes que Lutero , e Lutero caiu no pecado da impureza. Uma noite, em que o firmamento estava uma maravilha, Lutero contemplava, com Catarina de Bora, que ele seduzira, a grande abóbada estrelada, semelhante a um cofre faustoso dum Deus milionário em estrelas. Diz-se que terá exclamado, entre suspiro libidianos: « Vês Catarina..., nada disto é para nós! Nenhum de nós irá para lá!».
Esta é uma boa lição para ti, Anabela. Evita tudo quanto possa acender a tua concupiscência, Diz a lenda que as salamandras vivem perfeitamente no fogo. Mas, tu pelos vistos, és exatamente o contrário delas: és essencialmente inflamável.
Bem não me posso demorar...porque tenho que fazer um trabalho para apresentar, no âmbito do doutoramento que estou a finalizar...
Paulo
Anabela porra. Continuas amante do cte geral.
Muda, torana-te amante de 1 puto novo, que tenha acabado o alistamento, tem mais força na verga, moça!!!
Rissooo
1 beijo na tua boca e um ganda linguado
Anafeio
Ao anonimo de 27 de Março 16:09
Que disse:
«os tiques aristocráticos que pulula neste país, que se afunda cada vez mais, porque há castas que impedem a ascensão social dos mais capazes. Quem não nasceu em berço de ouro não é ninguém.
Pobre país e pobre gente….»
CONCORDO!!!!!
É por isso que há Guardas verdadeiros chefes naturais que as castas não querem legitimar e, por outro lado há o resto: aquilo que todos sabemos....
Paulo
Paulo
Os militares (?!!) da ex-Brigada de Trânsito da GNR, integrados nos 18 Comandos Territoriais, de Norte a Sul de Portugal, continuam a chorar, chorar, chorar, fazem birra e não comem a sopa, enquanto não os integrarem na UNT. Sim, isso mesmo, na Unidade Nacional de Trânsito. Esperai sentados, que já ides ser integrados. A UNT é para rapazinhos sem vícios nem maus hábitos. Pureza, pureza, é o que se quer. E o cidadão automobilista agradece.
O melhor é começarem a pensar organizar patrulhas mistas. Um ex-brigadeiro (ex brigadeiro porque agora passou a romano) com um ou uma romana/o. Isso mesmo. E os cintos, coldres e chapéus brancos devem recolher à arrecadação. As viaturas devem passar a ser tal como são as dos Postos Territoriais. Stops devem ser sempre vigiados de perto por um Oficial e dois ou três Sargentos.
Tem sido uma vergonha. E a vergonha continua.
A mama acabou-se.
Não chorem mais que eu comovo-me
APG apela a manifestação maciça das forças de segurança
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG) quer que os trabalhadores participem de «forma maciça» na manifestação dos serviços e forças de segurança agendada para terça-feira, tendo em conta o «não cumprimento de promessas» pelo Governo.
Depois de uma assembleia-geral no sábado, que serviu também para aprovar o relatório e contas de 2008 e o plano de actividades e o orçamento para este ano, a direcção nacional da organização divulgou um comunicado onde «exorta todos os profissionais da Guarda» a estarem presentes no protesto contra a falta de condições e a espera pela revisão dos estatutos profissionais, que consideram demasiado longa.
«É inaceitável que se mantenha o protelamento da implementação de direitos básicos como a fixação do trabalho e a criação das condições humanas e materiais mínimas para o exercício funcional da segurança pública», refere a Associação, lamentando também o facto de não se se ter concretizado o compromisso de integração do agregado famíliar no SAD/GNR para usufruto de assistência na doença.
A APG manifesta, por isso, o seu «mais veemente repúdio e protesto» pelo «não cumprimento de promessas por parte do Governo e pelas actuais condições de trabalho dos elementos da GNR», que considera terem vindo a degradar-se progressivamente.
A Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança convocou uma manifestação para dia 31, em Lisboa, onde chegou a estar prevista a presença de todas as suas estruturas - Associação dos Profissionais da Guarda, Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.
No entanto, apenas as duas primeiras organizações decidiram avançar com uma partipação efectiva, depois de as restantes terem já iniciado as negociações dos estatutos profissionais com as respectivas tutelas.
Esta semana, o presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, Gonçalo Rodrigues, disse à Lusa que os seus membros vão aderir à iniciativa por "solidariedade" com a APG, a única a não ter recebido ainda o projecto do estatuto.
Os Guardas Florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR e a Associação Nacional dos Sargentos da Guarda também já anunciaram a sua participação.
Diário Digital / Lusa
tal tá o cara...
Este blogue é da APG ou da ASPIG?
Esta merda faz propaganda aos comunas?
Já agora o oficial indiciado e arguido por corrupção é da BT ou Romano?
Vamos ver.....
Mas, vai haver mais....
Os guitas do posto de Setubal mais 80%deles não reunem condições para promoção a cabo na UCC de Setubal nos 100 homens do efectivo só 2 é que não foram promovidos.Os da Ucc é que são malandros e não trabalham será que os castigos no posto da terretorial serão por os militares ajudarem os seguinhos atravessarem as ruas
Então parece que o pessoal da ex-BT continua com maus hábitos. A política deles é zero OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO. É passá-los aos postos territoriais quew eles amansam
Em relação ao pessoal da "Ex. BT", conforme alguns o apelidam.
Muitos, ainda lhe continuam a "malhar", vá lá saber-se porquê.
Porque será, que a estes militares, se tem que exigir mais que aos das outras valências?
Não pertencem todos(presentemente) a um mesmo comando CMTER?
A exigência, não tem que ser igual para todos?
A propósito, com o pretexto ou o argumento, de que estes militares estão a fazer uma suposta greve, ou um fechar de olhos às infracções de trânsito, como forma de protesto de qualquer coisa, impõe-se a seguinte questão.
Se, ao associar a este facto, a quebra de receitas, proveniente de multas, como alguém já referiu, de dezoito milhões de euros, nos três primeiros meses do ano. Então, só estão a demonstrar que, ao que parece, este número restrito de militares (pouco mais de 2000), num universo de 25000, é que trabalhava.
No minimo, para o simples e comum cidadão, essa foi e é a imagem e a mensagem que está a passar.
O que é que anda o restante efectivo a fazer?
Como o comentador de 29 de Março 2009 20:06 diz "É passá-los aos Postos Territoriais que eles amansam".
Então, estes militares são bravos, ao passarem para lá, vão fazer mais que os que lá estão, não iram fazer como eles e o mesmo que eles?
E os efectivos destes Postos, são mais mansos?
Em relação a protestos e reclamações. Por acaso, a manifestação/acção de protesto, marcada para dia 31 de Março de 2009 em Lisboa, foi idealizada, planeada e ou decidida, por aqueles militares os "Ex."?
Aqui, já ninguém critica ou comenta. Já se pode protestar e reclamar?
Perante esta atitude, o que pensará o cidadão comum?
As. Simples contribuinte.
Cavalheiro;
Os militares dos Postos Territoriais não existem para "meter" dinheiro nos cofres do Estado. Existem e trabalham para garatir a segurança das populações. E fartam-se de trabalahar. São os militares mais sacrificados de toda a Guarda. São eles a verdadeira imagem da instituição. Ao contrário da BT, quando exista, que tinham uma imagem de gente corrupta. Imagem essa que foi ficando cada vez mais conhecida dos portugueses, porque já não havia família nenhuma que não tivesse sido vítima dessa prática de corrupção que muitos dos militares da ex BT desenvolvia no dia a dia. Gente suja, sem escrúpulos, autênticos sabujos, de que a Justiça se incumbio de julgar e punir alguns, porque uma grande parte conseguiu escapar, pese embora a sua conduta criminosa.
e os porcos e as casas e os borregos dos romanos???
Vão vir para a praça publica.
Quem vai apagar o lume?
Serão da BT???
Sr. 29 Março de 2009, 23:31
Então os da BT existiam para meter dinheiro nos cofres, por todos os restantes?
Não trabalhavam, e trabalham ainda em prol da segurança das populações.
Porque é que acha que a sinistralidade rodoviaria, nos ultimos anos em Portugal, principalmente fora das localidades diminuiu?
Ao contrário, porque acha que está a aumentar presentemente dentro das localidades. Tal como a criminalidade violenta e especialmente complexa, também a aumentar, sendo o ano de 2008, o que maior aumento sofreu, nos ultimos dez anos, mantendo-se a mesma tendência no primeiro trimestre de 2009. Não será devido às sucessivas operações STOP ao trânsito e bastante mediatizadas (como que a dizer aos bandidos onde se está e se vai estar), pelos dispositivos territoriais, com o direccionar do efectivo, para estas acções (para isto não existia uma BT), descurando o policiamento de visibilidade e próximidade, em que tanto se tinha investido e apostado em tempos recentes.
E por falar em sacrificios. Qual a unidade da Guarda, onde mais militares perderam a vida, e ficaram feridos em serviço?
Em relação à imagem, certamente cabe à população e à sociedade em geral, fazer um juizo de valor.
Porque, não são as instituições que são boas ou más, ou que tem boa ou má fama e imagem, conforme os termos que aplicou ao referir-se à BT. São algumas das pesoas que delas fazem parte. E dessas (pessoas) conforme já deu para perceber ao passar por este Blog, há em todo lado.
O Sr. é que me parece, que talvez ande um pouco distraído.
As. Simples contribuinte.
Momentos de lucidez:
Reflectindo acerca de uma sociedade que ainda está amarrada a um conjunto de constrangimentos que a impedem de alcançar padrões de desenvolvimento consentâneos com o valor absoluto do mérito, Eliseo Estanque, sociólogo do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, traça-nos um quadro que para muito de nós na Guarda é demasiado familiar, angustiantemente familiar…
«Porque é que proliferam tantas atitudes bajuladoras do "chefe", do "mentor", do "patrão", do "orientador" ou do "padrinho"? Porque na maioria dos contextos organizacionais se isso não acontecer o mais provável é que nos caiam em cima as mais diversas formas de retaliação, das mais perversas e subtis às mais arrogantes. Enquanto a cultura do mérito permanece incipiente, a cultura da mediocridade, do "cala-te e deixa estar", parece tornar-se cada vez mais forte. Há uma pressão para os "alinhamentos" incondicionais com este ou com aquele, e se as expectativas de quem está na posição de poder não se confirmam é comum que a reacção autoritária se faça sentir sobre o "elo mais fraco".
José Gil definiu o país pelo «Medo de Existir». Mas o medo existe, de facto. Medo de quê? Medo, por exemplo, do possível despedimento ou do estatuto de "excedentário"; do tratamento desfavorável, da desconsideração, da pequena "vingança"... As pessoas sentem uma grande falta de segurança e estabilidade. Isto, associado aos baixos níveis salariais – que, como se sabe, estão cada vez mais longe de satisfazer as exigências do custo de vida actual e as expectativas de uma "carreira" ou de um padrão de consumo de "classe média" –, favorece a inibição, o retraimento e a crispação. Num clima geral onde quem triunfa é em geral o "yes man", espera-se que todos nos comportemos como tal. Continuamos a debater-nos com necessidades primárias por cumprir. E a segurança é uma delas. Por isso também no mundo empresarial prolifera uma mentalidade que é avessa à mudança, à iniciativa individual, à inovação tecnológica e sobretudo à inovação social e organizacional. As lideranças são em geral medíocres e por isso também favorecem a mediocridade e o carreirismo, cego e seguidista, quer nas novas contratações quer nas avaliações e promoções de quadros e subordinados. O peso dos micropoderes nas instituições burocráticas e nas empresas continua a alimentar múltiplas situações de opressão que asfixiam a dignidade individual, a autonomia e a criatividade de cada um.»
Esta restruturação é uma palhaçada umas especialidades acabam sem motivo aparente, visto que, corrupção há em todo o lado e se o motivo da extinção da bt foi a corrupção, tinhamos de por os nossos politicos quase todos no desemprego e eles ainda lá estão a mamar.
Acabam umas criam-se outras, ouvi dizer que vai haver uma especialidade para complementar os NIC chamada de NAU, mas como é que ajudam os NIC senão os vejo a fazer nada,em vez de andarem na rua á civil, são mais conhecidos que o papa e andam num carro com uma cor que mais ninguém tem, peço desculpa aqueles que gostam de trabalhar mas sabe-se lá porquê, a culpa é do sistema.!
Deixa arder.
Ass:Ampulheta
Então e os PE.
Programas especiais, na sede dos DTERs. Que além dos NIC e Escola Segura, vão ter também: Táxi seguro, comércio seguro, idoso em segurança, férias em segurança, etc. Haja dinheiro e efectivo, que o contribuinte paga.
Efectivos há sempre, tiram-se do efectivo do postos.
..Num clima geral onde quem triunfa é em geral o "yes man", espera-se que todos nos comportemos como tal...
Esta frase tirada do texto "Momentos de lucidez" é o exemplo mais que semelhante do que se passou na restruturação da Brigada Fiscal em Setúbal, e ainda se passa, foram os "Yes Man"que foram escolhidos, uns cobardolas, sem opinião,sem personalidade propria, uns fantoches, que sugeitam ao pulha do sargentinho, por tudo e por nada!!!
Acudam à guarda que está cheia de traidores
Quem são esses traidores ?
Digam por favor.
É preciso que todos os profissionais da GNR conheçam esses traidores.
A deontologia profissional deve ser observada e estar acima dos meros anátemas, pois se há traidores, eles têm de ser denunciados e julgados pela opinião geral...
Cerca de mil militares da GNR iniciaram, ao fim da tarde desta terça-feira, uma manifestação em Lisboa contra "a escravatura do horário de trabalho" e a "degradação" das condições de serviço, marchando dos Restauradores até à Assembleia da República.
Esta manifestação, liderada pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG), conta também com a presença de guardas florestais do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente, Associação Nacional dos Sargentos da Guarda e o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Os militares vão dizendo palavras de ordem e chamam 'Mentiroso! Mentiroso!' ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, pelo incumprimento das promessas feitas à GNR.
Isto já só lá vai á bomba
A Guarda está cheia de traidores, malandros, corruptos, vigaristas e calões. E o pessoal dos Postos Territoriais é que pagam as favas. Têm de justificar o dinheiro que recebem no final do mês, deles e dos outros. São os que ainda vão garantindo a segurança dos portugueses e trabalham em prol dos portugueses. O resto é pra esquecer. A ex BT não fazem um corno. Querem é ser integrados na UNT. Devem ser. É já a seguir.
Os da ex BF continuam a passar os dias de mãos nos bolsos e a gastar pneus e combustível. Resultados zero.
TENHO SAUDADES DA ANABELA AZEVEDO!!!
Paulo
Ainda os Licenciados....
«GUARDAS E SARGENTOS “DOUTORES” DA GNR
O actual Estatuto dos Militares da Guarda Nacional Republicana
Aprovado pelo Decreto-Lei nº 265/93, de 31 de Julho, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei nºs 298/94 de 24 de Novembro, 297/98 de 28 de Setembro, 188/99, de 2 de Junho, 504/99 de 20 de Novembro, 15/02 de 29 de Janeiro, 119/04 de 21 de Maio, 159/2005, de 20 de Setembro, 216/2006, de 30 de Outubro e 194/2008, de 6 de Outubro.
(…)
Formação e instrução
Artigo 213.º
Recrutamento
O recrutamento para oficiais dos quadros é feito entre alunos que frequentarem os cursos de formação de oficiais e, nos termos de legislação especial, os licenciados que pertençam aos quadros da Guarda ou tenham cumprido o serviço efectivo normal como oficiais das Forças Armadas, mediante a frequência do respectivo tirocínio de formação com aproveitamento.
1.º Projecto do novo Estatuto dos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) apresentado ao Ministério da Administração Interna, po parte do Comando Geral da GNR em Março de 2009
(…)
Formação e instrução
Artigo 220.º
Recrutamento
O recrutamento para oficiais dos quadros é feito entre alunos que frequentarem os cursos de formação de oficiais e, nos termos de legislação especial, os licenciados que pertençam aos quadros da Guarda.
Comentários
Desde o longínquo ano de 1993 – já lá vão dezasseis (16) anos – que o Estatuto dos Militares da Guarda Nacional Republicana está em vigor (Dec- lei 265/93 de 31 de Julho.
Nestes últimos 16 anos o referido Estatuto foi alterado nove (9) vezes.
Das nove (9) alterações verificadas nenhuma alterou o Art.º 213º - que consagra a ascensão à carreira de oficial da GNR dos militares da GNR (Guardas e Sargentos ) titulares de grau académico equivalente a licenciatura - nem a “legislação especial” prevista no mesmo artigo foi, entretanto, publicada. Este facto que obriga a que os militares (Guardas e Sargentos) titulares de uma licenciatura estejam, para todos os efeitos, equiparados aos seus colegas possuidores do 9.º ano de escolaridade, tem criado enorme desmotivação e constrangimento dos visados.
Se ainda não bastassem dezasseis (16) de legitimas expectativas vem agora (Março de 2009) o Comando Geral da GNR apresentar ao Ministério da Administração Interna (MI) um projecto de novo Estatuto onde, no seu Art.º 220.º mantém, mais uma vez, a expectativa dos referidos licenciados
Esta omissão de legislar e/ou regulamentar o legislado é uma das maiores “fraudes” que podem acontecer aos depositários das virtudes e qualidades castrenses. Não basta a Constituição lhes restringir direitos e liberdades, nomeadamente a liberdade de expressão, como também o seu próprio Estatuto estar “armadilhado” : pejado de comandos legais que por ausência de Despachos, Portarias e/ou legislação especial regulamentares, não podem ser aplicados.
Se não querem que, de facto, os licenciados (Guardas e Sargentos) da GNR ascendam à categoria de oficial, por favor…retirem essa expectativa dos diplomas institucionais da GNR.
16 anos de legitimas expectativas defraudadas é, no mínimo, motivo, mais do que suficiente para reflectir se, na verdade, vivemos, ou não, num Estado de Direito democrático. Num Pais onde o Presidente da Republica promulga diplomas legais em 48 horas e disso faz “bandeira, existem, por outro lado, - no mesmo Pais com o mesmo Presidente - diplomas legais especiais que há 16 anos que aguardam publicação que é o caso do actual Art.º 213.º do Estatuto dos Militares Guarda Nacional Republicana.
Uma situação que tem merecido reparos dos sucessivos Provedores de Justiça, cujas recomendações a favor dos licenciados – apesar de não vinculativas – deveriam, no mínimo, merecer respeito.
A resposta do Comando Geral da GNR é sempre a mesma: “está em estudo”, está para breve”, “a situação será regulamentada com a próxima alteração ao estatuto”. Afinal…passaram 16 anos e verificaram-se, entretanto, 9 alterações ao Estatuto. Não teria havido tempo e/ou oportunidade?»
"Se o lema principal dum militar é cumprir, para o bom soldado da Guarda haverá um dever, a que não poderá furtar-se, e que virá logo a seguir: estudar" (Major/GNR Pinto Ribeiro - revista o "soldado" - janeiro de 1942)
Estudar..., para...????
ESTUDANTE
Eu ainda sou do tempo em que os Oficiais da Guarda eram pessoas cultas, bem formadas e inteligentes. Para que fossem Oficiais tinham de merecê-lo. Hoje em dia há Oficiais que valem menos que sargentos. E ainda anda por aí uma certa qualidade de gente que só porque tirarm uma licenciatura na moderna e na independente já querem ser Oficiais da GNR também. Os que nos faltava agora era Oficiais semianalfabetos.
Verdadeiramente é de risos, este último comentário.
Note-se:
« antigamente era cultos e bem formados ».
Santo Deus...
Quem não conheceu e conhece oficiais com o 9º. ano de escolaridade, vindos de milicianos do exército, tipo Maj. "Ò Pá", o "Cavilhas", o TNC Caldeiradas e outros, em que a sua linguagem era do mais grosseiro possível e tratavam os seus subordinados abaixo de cão, é que podera dizer tal disparate.
Muito bem formados, sim senhor e cultos...
Francamente, os tais bem formados e cultos do 9º ano, são hoje coronéis que só o são porque foram sempre uns lembe botas e uns Yes man ao serviço dos Generais do exército.
Mas indo pela "lógica da batatata, que valia mais antigamente o 9º. ano que hoje uma licenciatura ", está certo o que o último comentador disse."
Démocrates.
Disse o Paulo:
«Se não querem que, de facto, os licenciados (Guardas e Sargentos) da GNR ascendam à categoria de oficial, por favor…retirem essa expectativa dos diplomas institucionais da GNR.»
Acho que tem razão!!!
A actual situação é que não lembra ao diabo.
Tenho o 9.º ano mas não tenho nada contra os licenciados.
Segundo entendo há aqui duas questões:
1.ª A situação dos licenciados;
2.ª A omissão de legislar, por parte do Governo, durante 16 anos.
Se a primeira tem sido alvo de criticas negativas a segunda não tem merecido qualquer comentário de indignação por parte dos comentadores. Com isto quer dizer que é aceite o facto de se fazerem e publicarem as leis, sendo que estas podem ser aplicadas por falta de regulamentação?
António Aleixo
No comantário anterio:
Onde se lê "podem ser" deve ler-se "não podem ser"
António Aleixo
O VELHO ESTATUTO DA GNR COM PEQUENOS REMENDOS É AGORA CHAMADO DE NOVO.
É APENAS ISTO, NADA MAIS
MUITOS NÃO COMENTAM A SITUAÇÃO PORQUE AINDA NÃO TIVERAM ACESSO AO DOCUMENTO, ASSIM NADA PODEM DIZER SOBRE O LOGRO QUE ESTE PROJECTO É.
O PROJECTO COMEÇA LOGO COM A APLICAÇÃO DE DE MIL E UM REGULAMENTOS DE DISCIPLINA E E CÓDIGO PUNITIVOS, QUERENDO APLICAR AO PESSOAL DA GNR TODDOS OS REGULAMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS, COMO A LEI DE BASE DA CONDIÇÃO MILITAR, DANDO A IDEIA QUE A GUARDA NÃO É UMA FORÇA DE SEGURANÇA AUTÓNOMA, MAS SIM O 4º RAMO DAS FFAA.
SERÁ QUE SE FOSSE AO CONTRÁRIO, QUE APLICASSEM AOS MILITARES DAS F.A. O RD/GNR ESTES IRIAM ACEITAR ?
POR CERTO NÃO.
CAMARADAS DA GNR ISTO PARA NÓS É UMA VERGONHA E UMA HUMILHAÇÃO.-
É PRECISO DIZER BASTA DE TROPA NA GNR.
VAMOS UNIR ESFORÇOS E DIZER AO GOVERNO QUE CHEGA DE COLONIZAÇÃO E MILITARISMO.
O PESSOAL DA GUARDA ESTÁ FARTO DA COLONIZAÇÃO DO EXÉRCITO.
VAMOS DEFENDER COM FRONTALIDADE E CORAGEM UM VERDADEIRO ESTATUTO POLICIAL PARA A GNR.
"Oficial de outros ofícios"
Se não querem ser militares passam a funcionários públicos como a polícia. Depois não se queixem.
Para o anónimo anterior ficar um pouco mais esclarecido:
Ser ou sentir-se que se é algo que na realidade não somos pode ser uma tendência esquizofrénica ou uma ilusão encantatória, um ledo engano.
O que vou dizer pode e vai certamente chocar muita gente, mas não se trata de emoções e sentimentos mas estritamente argumentos e factos firmados em raciocínios lógicos.
Muitos apelidam-se de “militares” e revêem-se nessa condição quando de facto não o são. Repudiam o termo “militarizado” como se este fosse um anátema e querem à viva força viver na ilusão de que são militares tal como os “camaradas” das Forças Armadas. Pura ilusão…
A actual Constituição reserva em exclusividade o termo militar para os elementos que integram as Forças Armadas ao mesmo tempo que reconhece haver nas Forças de Segurança agentes militarizados dos quadros permanentes em serviço efectivo, bem como agentes dos serviços e das forças de segurança. Ou seja separou, inequivocamente, a Defesa nacional e a Segurança interna enquanto actividade do Estado, afectando-lhes recursos específicos e devidamente organizados. Assim, na consecução das tarefas de Defesa Nacional, a defesa militar da república cabe em exclusivo às FA ao passo que a Segurança Interna é competência das Forças e serviços de segurança.
Até 1984 na GNR (que face à lei constitucional é apenas e só uma polícia, nada mais) coexistiam os militares dos Quadros Permanentes e de Complemento do Exército, em comissão de serviço, que compreendia a classe dos oficiais, com os sargentos e praças dos quadros da Guarda, isto é os “agentes militarizados” tal como a Constituição os designa. Com a criação do quadro permanente de oficiais da Guarda, os oficiais do quadro do complemento do Exército (vulgarmente conhecidos por milicianos contratados), transitaram para a situação de oficiais do quadro permanente da Guarda. Consequentemente, ao deixaram o Exército, para assim ingressarem no quadro permanente de oficiais da Guarda, deixaram de ser militares e juntaram-se aos sargentos e praças na condição de agentes militarizados. Passou, então, a existir na Guarda os militares do exército em comissão de serviço e os agentes militarizados, isto é, os oficiais, sargentos e praças dos quadros prementes da Guarda.
Lembro que o RDM deixou de ter aplicação na Guarda, precisamente, porque o STA recordou que a Constituição apenas admitia a sua aplicação aos militares que se encontravam em comissão de serviço na Guarda, ou seja aos oficiais do exército, e por conseguinte este não poderia ser aplicável aos agentes militarizados dos quadros permanentes da GNR. E para evitar a declaração de inconstitucionalidade com força obrigatória geral (e com as consequências inerentes) o governo foi forçado a legislar um regime disciplinar específico para “in extremis” salvar a situação e evitar as consequências de haver doutrina de um tribunal superior a declarar que na Guarda não há militares mas agentes militarizados, pondo em crise toda a legislação ordinária que abusivamente usa o termo militar.
Resumidamente, o STA e o TC, interpretando a Lei fundamental, declarou que militares apenas são os elementos que integram as FA, muito embora o legislador ordinário, por tradição mas ao arrepio da Constituição, continue a empregar o termo “militar” para indistintamente designar os oficiais, sargentos e praças dos quadros da GNR. Trata-se de um sincretismo nada saudável, que ainda assim teima em perdurar na legislação ordinária e que contraria a CRP. O caso mais flagrante é a Lei o que regula a orgânica e o Estatuto, que à viva força quer aplicar tudo o que é militar a algo que na substância o não é. Aconselho a leitura atenta da jurisprudência que mandou para o caixote do lixo a aplicação do RDM na GNR. Houvesse ousadia de mandar para o TC estes atentados à CRP a surpresa seria enorme…
De facto a esquizofrenia deste país assusta
Estatuto dos Militares da Guarda Nacional Republicana
Aprovado pelo Decreto-Lei nº 265/93, de 31 de Julho, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei nºs 298/94 de 24 de Novembro, 297/98 de 28 de Setembro, 188/99, de 2 de Junho, 504/99 de 20 de Novembro, 15/02 de 29 de Janeiro, 119/04 de 21 de Maio, 159/2005, de 20 de Setembro, 216/2006, de 30 de Outubro e 194/2008, de 6 de Outubro.
“Artigo 5.º
Regime aplicável
1 – Ao militar da Guarda são aplicáveis o Código de Justiça Militar (CJM), o Regulamento de Disciplina Militar (RDM), o Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM) e o Regulamento da Medalha Militar (RMM), com os ajustamentos adequados às características estruturais deste corpo militar e constantes dos respectivos diplomas legais.
2 – As referências feitas no CJM às Forças Armadas e ao Exército consideram-se, para efeitos do mesmo Código, como abrangendo a Guarda Nacional Republicana.
3 – A competência prevista no nº 2 do artigo 49º do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-Lei nº 316/2002, de 27 de Dezembro, é conferida ao comandante-geral da Guarda Nacional Republicana sempre que o agraciado no desempenho da respectiva missão se encontre sob comando operacional da GNR.”
No projecto do novo Estatuto consta o seguinte:
“Artigo 5º
Regime aplicável
1- Ao militar da Guarda são aplicáveis a Lei de Bases Gerais do Estatuto da Condição Militar (LBGECM), o Código de Justiça Militar (CJM), o Regulamento de Disciplina da Guarda Nacional Republicana (RDGNR), o Regulamento de Disciplina Militar (RDM), o Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM) o Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas (RMMMCFA) e o Regulamento das Medalhas de Segurança Pública (RMSP), com os ajustamentos adequados às características estruturais deste corpo militar e constantes dos respectivos diplomas legais ou em outros regulamentos.
2- As referências feitas no CJM às Forças Armadas consideram-se, para efeitos do mesmo Código, como abrangendo a Guarda Nacional Republicana.
3- A competência prevista no nº 2 do artigo 49º do RMMMCFA, aprovado pelo Decreto-Lei nº 316/2002, de 27 de Dezembro, é conferida ao comandante-geral da Guarda Nacional Republicana sempre que o agraciado no desempenho da respectiva missão se encontre sob comando operacional da Guarda.”
Comentário:
Como se pode verificar, tanto o estatuto ora em vigor como a proposta de alteração aplicam um regime ao militares (?) da Guarda de tal modo rigido que ultrapassa,em rigidez, o aplicado às Forças Armadas.
Resta-me, assim, usar as palavras do comentador de 02 Abril 2009 16:28 «a esquizofrenia deste país assusta» noutro sentido.
Paulo
Anónimo Anónimo disse...
Disse o Paulo:
«Se não querem que, de facto, os licenciados (Guardas e Sargentos) da GNR ascendam à categoria de oficial, por favor…retirem essa expectativa dos diplomas institucionais da GNR.»
Acho que tem razão!!!
A actual situação é que não lembra ao diabo.
Tenho o 9.º ano mas não tenho nada contra os licenciados.
Segundo entendo há aqui duas questões:
1.ª A situação dos licenciados;
2.ª A omissão de legislar, por parte do Governo, durante 16 anos.»
E o pessoal teima em não comentar o facto do Governo teimar em não legislar - regulamentar - durante 16 anos.
Pois é....
António Aleixo
Rep. ao comentador de 02ABR09 das 16h28
É justa, clara e fundamentada a explanação das sua ideias, logo e por certo, merece o incondicional apoio dos que há muito lutam por separar o "trigo do joio". Ou seja, a GNR do Exército-Forças Armadas.
É realmente verdade, que a esquízofrenia deste país assusta ...
Apoiado, continue.
D.Vital
PERDOE-ME O AUTOR DO TEXTO QUE A SEGUIR SE TRANSCREVE, MAS NÃO PUDE FICAR INDIFERENTE E TIVE MESMO DE O COLOCAR AQUI, POR JULGAR QUE É NECESSÁRIO QUE OS MILITARES DA GNR LEIAM OPINIÕES VÁRIAS, PARA TOMAREM CONSCIÊNCIA E TEREM UMA VISÃO MAIS ALARGADA DAQUILO QUE É A GNR OU DE QUE PODE VIR A SER, FACE A ACTOS IRREFLECTIDOS ...
« Miguel de Unamuno explicou lapidarmente que "o que faz Portugal é o mar!"
No meu modesto papel, atrevo-me a proclamar que "O QUE FAZ A GNR É A CONDIÇÃO MILITAR!"
Ao alhear-se do mar tem vindo a corresponder um enfraquecimento de Portugal (diminuição da Armada, da Marinha Mercante, da Frota Pesqueira, do controlo da ZEE, da Indústria Conserveira...).
Caso se afaste da condição militar a GNR entrará no caminho da extinção (atacada pelo civilismo, seduzidos os seus elementos pelo sindicalismo, reduzida a sua independência política pela instabilidade de influências ideológicas e partidárias, quebrada a sua coesão interna, abalada a sua eficácia operacional, perdida a justificação da sua existência...).
A força da segurança GNR é um corpo militar de polícia. A GNR é diferente dos corpos civis de polícia. Podem as missões e tarefas a desempenhar ser iguais, mas são diferentes o estatuto institucional, a maneira de estar, as capacidades e os modos de agir. A condição militar é uma mais valia em proveito das missões civis. Assenta numa ética específica que se conjuga com a deontologia policial; melhora a eficácia com o forte espírito de corpo; reforça a prontidão com a disponibilidade permanente; garante lealdade e oferece austeridade e espírito de sacrifício.
Acatando limitações aos seus direitos enquanto cidadãos, as expectativas dos militares da GNR vão naturalmente no sentido de terem salário equitativo, condições de trabalho adequadas e dignidade profissional.
Como era de esperar, a reorganização das Forças de Segurança e a sequente reestruturação interna trouxeram alguma instabilidade e problemas que levam tempo a resolver. Creio ser extremamente importante que se consiga estabelecer equilíbrios, sobretudo em defesa das partes mais fracas.
Entretanto, além dos esforços para resolver problemas, sabedoria popular: Para ser respeitado há que dar-se ao respeito. Na minha opinião e sem pôr em causa os direitos cívicos, tal como estará errado ignorar as reais necessidades materiais e espirituais dos militares, não parece acertado para estes alinharem em manifestações de rua eventualmente desestabilizadoras, contribuindo para pôr em causa o modo como a Instituição é vista pelo Poder e pelas opiniões públicas.
Afigura-se importante marcar a diferença entre civis e militares, independentemente da existência de solidariedades. Sem esquecer que dos mesmos lados donde se grita pela desmilitarização da GNR se consente, se é que não se favorece, a militarização crescente das polícias civis. »
TEXTO RETIRADO DO BLOGUE SECURITAS - ZÉ GUITA
BEM, O PROBLEMA DAS SECRETARIAS ERA RESOLVIDO DE UMA FORMA SIMPLES.
COMO NÃO QUEREM CIVIS NAS SECRETARIAS DA GNR, ABRIAM CONCURSO PARA A GNR PARA ADMINISTRATIVOS, SUBSIDIOS NÃO GANHAVAM FICAVAM PELO VENCIMENTO BASE E OS DE INF.ª E CAV.ª PATRULHEIROS COM SUBSIDIOS.
ATENÇÃO, COMO OS OFICIAIS PASSAM TANTO TEMPO EM SERVIÇO NOS DESTACAMENTOS E A RONDAR DEIXAVAM DE SER DE INF.ª E CAV.ª PASSAVAM A ADMINISTRATIVOS AQUELES QUE QUERIAM SER INF.ª E CAV.ª O LUGAR DELES ERA NA RUA A APOIAR O SOLDADO QUE ESSE É O VERDADEIRO POLICIA.
BEM HAJA AO TERRITORIAL A MELHOR DE TODAS AS ESPECIALIDADES.
Para um tal de Venâncio:
TEXTO RETIRADO DO BLOGUE SECURITAS - ZÉ GUITA - Comentário de Alves de Fraga a propósito do delirio de querem que a GNR seja á viva força «militar». A propósito leia também a jurisprudência do TC a STA e não fique deslumbrado com a ideologia barata desse blog:
"Caro Senhor,
Antes do mais agradeço-lhe a passagem pelo «Fio de Prumo».
Por norma não tenho o hábito de dar resposta aos comentários que são deixados no meu blog; quero-o uma tribuna onde, segundo os critérios por mim definidos – que são de ampla abertura – cada qual deixe a sua opinião e seja dela tão responsável como eu sou da minha. Não admito, nem aceito provocações, porque, também não as cultivo!
Vou tentar dar resposta a alguns dos pontos que achou discutíveis ou, até, controversos. Inventario-os, primeiro, para deixar o meu ponto de vista em seguida.
“GNR como força não militar”, “ética militar e deontologia policial na GNR”, “a GNR como corpo especial de tropas”, “quarta estrela vs director nacional civil”, “conceitos de militar, militarizado e para-militar”.
Vamos, então, pela mesma ordem.
A GNR é, desde sempre, por definição e por atribuição de funções, uma força essencialmente policial destinada a garantir a ordem, a segurança e paz internas. Creio que isto é indiscutível. Está, por conseguinte, virada para a defesa interna. Por definição, por tradição e por vocação, as forças armadas estão viradas para a defesa externa. Excepcionalmente a GNR pode ser chamada a colaborar em certo tipo de missões viradas para a acção exterior, tal como as forças armadas podem reforçar o dispositivo da defesa e segurança internas em situações de excepção. Assim, a excepção não pode (não deve) ser tomada como regra.
Para compreender a GNR como força militar e não força policial é preciso fazer o recuo histórico e chegar às Guardas Municipais das quais a GNR foi herdeira. Deste modo, no século XIX aquelas Guardas eram constituídas, na sua máxima força, por militares permanentes (ou praças em regime de readmissão) oriundas do Exército. As Guardas constituíam uma “primeira linha” do exército vocacionado para a repressão interna. Nem a República e muito menos o Estado Novo alterou este conceito, pelo contrário, reforçaram-no e, não foram raras as vezes, em que o Exército foi chamado a colaborar com a GNR na reposição da ordem interna. Nessa altura e nesse contexto, fazia todo o sentido que a GNR fosse uma força militar, porque não estavam separadas as áreas de actuação das forças armadas e das forças policiais. Os tempos evoluíram e os conceitos também. Hoje há uma clara separação do que é ordem interna e ordem externa (ainda que o fenómeno “terrorismo” tenha trazido para a ordem interna o inimigo externo). Deste modo, só o peso da tradição e as conveniências corporativas do Exército arrastaram unido, por anos excessivos, aquilo que devia estar separado há muito tempo, pois que nem a formação, nem a vocação dos oficiais do Exército está virada para a repressão interna nem para a manutenção da ordem nesse domínio.
A conjugação actual, na GNR, da ética militar com a deontologia policial resulta, afinal, do quadro que anteriormente tracei. Mas note que não sei como pode conviver pacificamente com a sua consciência um oficial do Exército – preparado para defender a Pátria dos seus inimigos (que supostamente não são seus concidadãos) – quando é confrontado com a necessidade de fazer uma carga policial sobre civis (seus concidadãos) que supostamente alteram a ordem pública! As polícias fazem-no, sem rebates nem problemas de consciência, porque têm de ter, por formação específica, um entendimento do uso da força em favor da colectividade e da ordem colectiva. Misturar as duas coisas é perigoso, porque, às duas por três, se pode instituir um Estado policial ou um Estado militarizado – situações que, em si mesmas, são pouco consentâneas com o Estado democrático.
A GNR como corpo especial de tropas continua a ser assim chamada em consequência do quadro já antes abordado. Em boa verdade a GNR poderá ser um corpo especial de polícia, com características específicas e modos de actuação específicos. Corpo de tropas só pode resultar de uma distorção de um passado em que se confundiram duas missões que em si mesmas eram distintas, como aliás já disse.
Não advogo um director nacional civil, mas também não defendo um general do Exército. Aceito que, de acordo com um estatuto próprio e um sistema de graduações apropriado, o comandante-geral da GNR seja um membro da corporação que atinja o mais elevado posto da mesma, acabando, de uma vez por todas, com a presente situação “promíscua” de um oficial (ou vários) do Exército a comandar a corporação.
Para ser rápido, esclareço que guardo a designação de militar para os membros das forças armadas, militarizado para as corporações que se regem por princípios iguais ou semelhantes aos dos militares, embora com elementos distintivos e paramilitar reservo para as corporações cujo comportamento profissional é paralelo ao da corporação militar (daí o sufixo “para”, de paralelo). A GNR, na perspectiva da legitimidade (não da legalidade) e na da deontologia militar é, no presente momento, uma corporação militarizada; se se desligar em absoluto dos laços que a prendem ao Exército e estabelecer a sua própria idiossincrasia passará a ser uma corporação paramilitar .
Que compreenda e aceite a minha explicação, quem quiser.
Os meus cumprimentos"
Como vê a conversa da treta do SECURITAS é facimente rebatível e só se deixa enganar quem quer.
Ainda para um tal de Venâncio e a resposta de Alves de Fraga ao SCURITAS e seu delírios:
"Indo mais directo à questão central, não é só por razões éticas ou deontológicas que entendo que a GNR não deve fazer parte das forças armadas e, por isso, ser somente uma força militarizada; é, exactamente por aquilo que ela é.
Ora, o que a GNR é, não se define através do que está na lei, mas através do que ela efectivamente faz. E o que a GNR faz, no seu quotidiano constante, é trabalho de segurança interna, trabalho de policiamento. E, tanto assim é que a sua inserção na estrutura orgânica do aparelho do Estado é dentro do MAI e não no do MDN.
Se, efectivamente, a GNR estivesse inserida organicamente no MDN ela poderia ser (eventualmente) uma força militar integrada nas forças armadas e, nesse caso, seria uma polícia militar que, em circunstâncias extremas, actuaria no âmbito do MAI. Mas isto não é a realidade presente, nem nunca foi. Assim, não se pode tomar a nuvem por Juno, isto é, não se pode dizer que é uma força militar só porque albergou militares nos seus quadros (em regime de comissão) os quais lhe deram a forma militar (porque outra, também, não saberiam dar). Ela é, essencialmente uma força policial em consequência da sua missão principal e fundamental. Uma força policial que escondeu durante o tempo da República e da ditadura a vergonha de o Exército servir para reprimir e oprimir a população interna. A GNR foi uma espécie de máscara que o Estado emprestou ao Exército para o colocar como esteio do poder político, fazendo de uma parte da sua oficialidade carrascos da população, oprimindo-a.
Hoje é desonroso (eu não aceitaria um cargo na GNR enquanto oficial das forças armadas) ser oficial general das forças armadas e, mantendo o mesmo uniforme e as mesmas regalias, ocupar cargos de comando e direcção na GNR. Não por aquilo que a GNR é ou faz, mas por aquilo que um oficial das forças armadas aceita fazer ou mandar fazer. Se há camaradas meus com vocação policial deveriam ter seguido a carreira correspondente (isso, em si mesmo, não é desonroso), mas ter tido a vocação para defender Portugal na ordem externa e aceitar subverter essa vocação para servir numa corporação vocacionada para a manutenção da ordem interna é, no mínimo, pouco digno!
Aqui tem. A GNR é uma força policial de segurança interna que cumpre, e bem, a sua missão, mas é só isso e nada mais. É-o, por força das funções que desempenha (assim já sociologicamente está certo?). Deste modo, mesmo que a Lei a classifique como entender, não passa de uma força militarizada (uma força militarizada não é composta por militares) e nunca deve ser confundida com forças armadas; é, por força das suas funções e do seu real desempenho, uma força de segurança interna, uma força policial.
Esta é a minha inamovível posição sobre o assunto. E mais não digo, porque mais dizer era repetir-me e só poderei dizer o contrário quando a GNR fizer o mesmo que as forças armadas, isto é, defender, na vertente externa, Portugal."
A quem incomoda que a guarda seja militar ? Se é desonroso um gen servir a guarda que não venham que ninguém os cá chamou. A Força só lucraria com isso. Pelos vistos há quem pense que servir a ordem interna é indigno. Só de idiotas. Vejam o que se passa por essa Europa fora e até nos EU como tantos gostam de ter como exemplo. Recentemente houve estados que converteram policias em policias militares. Mas esses são burros.
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