Terça-feira, Março 31, 2009

COMUNICADO


A Associação Sócio – Profissional Independente da Guarda (ASPIG), não participou na manifestação agendada para hoje, dia 31 de Março de 2009, pelo seguinte:
1º - Não foi convidada.
2º- A ASPIG não participa em manifestações onde estejam outros serviços (Policia de Segurança Publica, Guardas Prisionais, Policia Marítima ou Serviço de Estrangeiros e fronteiras) quando estas persigam objectivos próprios da sua especificidade estatutária de natureza não militar.

A ASPIG luta, no “terreno”, pelos direitos e aspirações de todos os militares da Guarda, por isso:
1º- A ASPIG está a negociar com o Governo todos os pontos que são públicos, no “quadro” do compromisso assumido com o Governo, convencida de que este vai honrar as suas promessas.
2º- Alguns sindicatos, nomeadamente da PSP e dos Guardas Prisionais, desistiram da referida manifestação, porque negociaram com o governo e conseguiram os seus objectivos - carreiras, vencimentos e estatuto.
3º- A ASPIG entende que uma das preocupação maior neste momento é “intimar” o Governo sobre as consequências nefastas que resultaram da extinção da ex- Brigada de Trânsito (BT) e da ex- Brigada Fiscal (BF) e ainda os atropelos que os vários Comandos Territoriais da GNR fazem, diariamente, aos militares dos Postos Territoriais e ao restante efectivo, tais como: Transferências internas por "escolha"que passaram a ser uma prática corrente, sem obediência aos pressupostos legais que presidem às mesmas. Esta modalidade de transferência, que deveria ser uma excepção, não obedece a qualquer escala de transferências a título normal por oferecimento, violando, assim, princípios da mais elementar justiça.
4.º A reestruturação recente da Guarda não acautelou – o que não se verifica nas Forças Armadas - o regime legal da promoções por escolha, permitindo, assim, há anos, a não promoção de muitas dezenas de militares aos postos mais elevados das respectivas categorias.
5.º A ASPIG ao invés de se preocupar com calendários e objectivos políticos que estão na “retaguarda” de certas manifestações, luta para que o Governo seja célere em publicar o novo Estatuto dos militares da GNR, (EMGNR), e de forma inequívoca, finalmente, determine, objectivamente, o horário de referência e responda com coerência e objectividade ás legítimas aspirações de todos os profissionais da Guarda, em termos de direitos de cidadania, carreira profissional e remuneratória.
Face a estas, e outras, questões, a ASPIG espera do Governo uma atitude responsável no âmbito dos compromissos assumidos com esta Associação.

Lisboa, 31 de Março de 2009



ASPIG - Direc. Nacional

42 comentários:

Anónimo disse...

CONTINUEM SENTADOS Á ESPERA, QUE DEPOIS TALVEZ SEJA TARDE...
PROMESSAS DO MAI ??????


..... VER PARA CRER.

Anónimo disse...

HISTÓRIA REPETE-SE:
EM 1997 ESTAVA EU NO PT/ALENQUER E FUI A UMA CONCENTRAÇÃO ENFRENTE AO PRESIDIO DE SANTAREM QUANDO O CABO SILVA ESTAVA PRESO E A APG FEZ AQUELA CONCENTRAÇÃO.
NA ALTURA O PRESIDENTE DA APG ERA O CABO DUARTE E VI ELE E O CORREIA (PORQUE SÓ ERAMOS 32), A COMBINAR A ESTRATÉGIA PARA AS TVS QUE ERA A SEGUINTE:
- BOM VEIO POUCA GENTE, PORQUE 22 AUTOCARROS FORAM MANDADOS PARAR PELA GNR E TIVERAM QUE VOÇTAR PARA TRÁS!!!!


A ESTRATÉGIA NÃO MUDOU PASSADOS ESTES ANOS.

ONTEM NÃO ESTIVERAM AQUI EM LISBOA MAIS DE 200 GUARDAS E O SR. MANAGIERO DISSE QUE A GNR TINHA FEITO OPERAÇÕES PARA QUE NÃO ESTIVESSEM PRESENTES.

CONTINUAM IGUAL E COM A MESMA MENTIRA DE HÁ 12 ANOS ATRÁS.

Anónimo disse...

“A parábola da militarização (numa perspectiva construtivista)"

Era uma vez uma fábrica de automóveis. Certo dia, há muito tempo, houve necessidade de nomear um director para administrar a fábrica. Como não havia gente capaz para administrar a fábrica, o Presidente do Conselho de administração chamou um General do Exército. Com efeito, os militares, nesse tempo, eram os únicos com competência adequada. Com o passar dos anos, o General e os outros que lhe sucederam no cargo foram impondo a cultura organizacional que melhor conheciam e que dava mostras em ser capaz de resolver os problemas de laboração e produtividade. Aos poucos, os “Generais administradores” foram impondo aos operários as regras castrenses de organização e disciplina militar, chamando até para seus colaboradores outros camaradas de armas, colocando-os em locais de direcção, chefia e supervisão. A fábrica, com o passar dos anos, ficou um autêntico quartel do Exército, afeiçoando-se ao modo militar de fazer as coisas…
Ano após ano, os carros lá saíam da linha de produção e conseguiam-se vender. O cliente não era muito exigente…
Mas a certa altura os mercados mudaram, a clientela fartou-se dos carros e os “operários militarizados” começaram a ficar descontentes com as condições de laboração, questionando até se não haveria outra forma de fazer carros. Afinal haviam outras fábricas que faziam bons automóveis e os vendiam bem, mas não tinham Generais a administrar. Os Generais, que dirigiam a fábrica, começaram a ficar desnorteados. Certo dia, o Presidente do Conselho de administração, ao ver a quebra nos lucros e a desvalorização das suas acções, teve de tomar medidas enérgicas. Chamou uns gurus da nova teologia, desculpem, digo ciência da gestão. Estudaram o problema e fizeram um conjunto de propostas: mudar a forma de trabalhar, fazer novos modelos de carros, organizar a fábrica seguindo outros padrões, etc.
O problema é que os Generais, horrorizados, não compreendiam onde tinham falhado, não queriam abandonar o seu modelo de gestão e também não queriam perder os seus lugares, os privilégios e sinecuras, muito menos retirar a cultura organizacional que tantos prezavam. Teimavam em persistir no erro de fazerem Trabants em vez de Mercedes. A coisa arrastou-se até que os accionistas se fartaram. Fechar a fabricar, reconvertê-la, mudar a direcção, procurar um parceiro estratégico para uma fusão. Enfim uma miríade de decisões que urge tomar. Uma coisa é certa, com Trabants a fábrica não sobrevive.”

Por conseguinte, ainda que os Generais, e todos os demais, teimem chamar aos operários de “militares”, estes não passam de simples operários especializados da indústria automóvel. A fábrica pode ter casernas, paradas, pode haver formaturas, medalhas e louvores, até pode haver teorizadores que discorrem sobre as vantagens da cultura organizacional da fábrica ser copiada do Exército, mas na essência não passa de uma simples fábrica de automóveis. E se quem lá trabalha quer fabricar bons automóveis deve perceber que:
Os Generais têm competência para comandar tropas para o combate, não para administrar fábricas de automóveis.
Uma fábrica de automóveis deve fabricar automóveis e não diversificar a sua oferta de produtos que não estejam no âmbito da indústria automóvel.
Os dirigentes e operários devem ser altamente especializados nas suas funções e ter formação adequada, ministrada em Escolas de gestão e de engenharia e não em Academias ou Quartéis do Exército.

Se continuarem na teimosia de fabricar Trabants, arriscam-se que a fábrica seja desmantelada e definitivamente “deslocalizada” algures para um recôndito país da América latina, que adora ter Generais à frente de fábricas de automóveis e onde a clientela também não se importa de andar em carripanas pouco eficientes.

Anónimo disse...

Pelos comunicados da aspig que aqui tenho visto, acho que associação só se procupa com os problemas da ex BT, ou não fossem os seu dirigentes na maioria membros dessa força. Então porque não formarem uma associação dos profissionais de trânsito, assim deixavam de andarem encobertos, se é que andam...

Anónimo disse...

as loucuras que os comunas largam!
12% dos dirigentes são da BT nos orgãos sociais da ASPIG porque estive a ver a sua composição.
Se reparar no comunicado fala muito dos postos de BF.
8 linhas, 3 linhas e 1 respectivamente.
Há que queimar quando a derrota está à vista.
Este blogue é aberto a todos e o vosso??????

Anónimo disse...

Totalmente de acordo.
Ainda bem que existe alguem que não atira para a praça publica os problemas dos militares da GNR, transformando aspiracões legitimas em manifestações de rua quais funcionários civis, transparecendo falta de disciplina e afronta aos próprios comandos.
É preciso acabar com esta falta de postura e vergonha, em que se tornaram estas manifestações em nome dos militares da GNR, quando apenas uma pequena parte dos seus elementos se reveem nestas atitudes.
Há outras maneiras e locais onde reinvidicar aspirações estatutárias e sociais.

Anónimo disse...

Óh Paulo dizias que a amante do outro.... Anabela) na aparecia aqui no blogue da ASPIG.
Olha aí está ela a transcrever os comunas nesta praça.
Eu não te disse que a p.... não tinha vergonha.
RISSSSSSSSSSSSSOOOOOSSSSS


A doida não é femea! É macha e do outro lado da barricada.

Os norte-coreanos arranjam grandes estratagemas para botar fogo nos outros.



AnaFeio

Anónimo disse...

Quanto ao comentário das 17H05, tenho a referir que, não sou sócio de nenhuma associação. Mas isso não quer dizer que não continue a achar que as associações servem para defender os militares da Guarda no seu todo e as suas aspirações, e não classes ou grupos especificamente. Porque a Guarda deve ser unida na defesa dos interesses de quem a serve e na defesa dos cidadãos e não formada por diversos grupos com objectivos, e rumos diferentes uns dos outros...

Joy disse...

HISTÓRIA REPETE-SE:
EM 1997 ESTAVA EU NO PT/ALENQUER E FUI A UMA CONCENTRAÇÃO ENFRENTE AO PRESIDIO DE SANTAREM QUANDO O CABO SILVA ESTAVA PRESO E A APG FEZ AQUELA CONCENTRAÇÃO.
NA ALTURA O PRESIDENTE DA APG ERA O CABO DUARTE E VI ELE E O CORREIA (PORQUE SÓ ERAMOS 32), A COMBINAR A ESTRATÉGIA PARA AS TVS QUE ERA A SEGUINTE:
- BOM VEIO POUCA GENTE, PORQUE 22 AUTOCARROS FORAM MANDADOS PARAR PELA GNR E TIVERAM QUE VOÇTAR PARA TRÁS!!!!


A ESTRATÉGIA NÃO MUDOU PASSADOS ESTES ANOS.

ONTEM NÃO ESTIVERAM AQUI EM LISBOA MAIS DE 200 GUARDAS E O SR. MANAGIERO DISSE QUE A GNR TINHA FEITO OPERAÇÕES PARA QUE NÃO ESTIVESSEM PRESENTES.

CONTINUAM IGUAL E COM A MESMA MENTIRA DE HÁ 12 ANOS ATRÁS.

Anónimo disse...

Óh Belinha este espaço é naturalmente de todos os Democratas, mas não abrigo de oportunistas e comunistóides.

Os tais comunistóides oportunistas ditos democratas, mas que se alcançam o poder nunca mais o querem largar, como o Fidel, o Hugo Chaves e o ditador da Coreia do norte. Estas é que são as vossas referências de democracia.

Porque para vocês comunas, as ditaduras de esquerdas são plenas democracias.

Deixem-se de balelas e de tentar enganar os trabalhadores.

Respondam porque é que o regime da União Soviética dito "democrático" desapareceu ... Que maravilha que aquilo era, e que bem que os trabalhadores lá viviam. "tinham tudo", mas desgraçados nem liberdade de expressão e de circulação tinham dentro do seu próprio país. Miséria, fome, prisioneiros por delito de opinião, falta de bens essenciais, etc, etc... Foi o que se viu quando o colapso soviético aconteceu. Pois antes nada se sabia sobre o que lá se passava, não fosse ele o regime da cortina de ferro e do muro de berlim.


Português liberal...

Anónimo disse...

Boa malha

Anónimo disse...

vão esperando pelas negociações!!mas sentados, para não se cansarem!! vcs estão fartos de saber que este governo promete, mas não faz nada!! não nos atirem é areia para os olhos!!! aliás vcs contradizem-se, vão ler o vosso post do dia 25 de fevereiro, sobre a reunião com Mai!!! e agora andam em negociações???? realmete é preciso ter lata!!!dizem uma coisa num dia e noutro já dizem outra????já levaram uma lavagem ao cerebro do socrates??? ou dos seus cães de fila???

Cb ch José Policarpo

Anónimo disse...

Camarada Policarpo.

Cada dia é um novo dia.

Por isso tudo pode acontecer e virar o rumo da história.

No associativismo não existem verdades absolutas, nem o fechar de portas permanente.


Muita coisa se pode "jogar por trás dos bastidores", sem alaridos nem comédias publicas.

Entendeu ?

Mas cada um é livre de pensar e dizer o que lhe vai na alma.

Botafogo.

Anónimo disse...

Oh D. José Policarpo diga-me qual os dividendos dos 250 guardas (ovelhas do patrão manageiro)?
Qual o resultado em termos práticos e palpáveis?
A seguir à manif (grande) em que os policias, guardas prisionais e maritimos mandaram o eleito de lista única e soviética tiraram? O que trouxeram todos os GNRs para casa?
Deram lucros à empresa das manifs que faz faixas e autocolantes que é propriedade do patrão e pertence a tal familia.
Foi esse o triste resultado que trouxeram, enquanto os outros das outras policias trouxeram 11 milhões de euros.


Nós sabemos que o calendário politico assim o exigia. Estava programada à bué tempo com a tal INTER.


D. José Ximenes Belo

Anónimo disse...

Disse o anonimo de 01 Abril 2009 10:44:

"O problema é que os Generais, horrorizados, não compreendiam onde tinham falhado, não queriam abandonar o seu modelo de gestão e também não queriam perder os seus lugares, os privilégios e sinecuras, muito menos retirar a cultura organizacional que tantos prezavam. Teimavam em persistir no erro de fazerem Trabants em vez de Mercedes."

E agora sem stresse de guerra - já que 99% dos generais , no activo, das Forças Armadas de portugal- farão pequenos "magalhães".

*****

Anónimo disse...

Diso, no activo, das Forças Armadas de portugal não viveram em qualquer teatro real de guerra- farão pequenos "magalhães".

Anónimo disse...

Sabe D. Bela Azevedo.

Um militar estatuariamente tem por obrigação de ser neutro (apartidário ), quero com isto dizer-lhe, que pelo último comentário que fez já merece ser punida, por se identificar ou assumir como do centro direita -PSD.

O pessoal da ASPIG que eu conheça, não tem partido, como não devem ter os outros militares.
O partido do pessoal da ASPIG é por certo a GNR e mais nada.

Kaspita.

Anónimo disse...

Errata.

No meu anterior comentário, onde se lê; centro direita deve ler-se: centro esquerda.

Anónimo disse...

Anabela Azevedo disse:



"(...)Eu como militar da Guarda que sempre votei no PSD, e me considero em termos ideológicos do centro esquerda, sou sócia da APG há já muito tempo. Não sou nem nunca fui comunista. O ser sócio da APG não significa que seja comunista.(...)

É um prazer verificar que, afinal...voltou a este espaço.
Confesso que tinha saudades de você, Anabela.

Vejo,pelos comentários aqui postados, que a vida humana é feita de um certo patrimínio genético que define um ser único e irrepetível.Logo, você, também, única mas com uma particularidade comum com os "vendedores da banha da cobra". Umas vezes tende para a contradição outras para a universalidade. Não é fácil estar em sintonia consigo.
Neste momento estou a estudar a tese de «Luigi Ferrajoli» ( A questão do Embrião entre o Direito e a Moral) e cheguei a imaginar você a dicutir comigo sobre fundamentos metajurídicos e metamorais.
Na verdade presumi logo que tal discusão nos levaria a concluir que um embrião não é uma potencial pessou, mas uma simples coisa ( uma "porti mulieris vil viscerum), como diziam os romanos ( Povo de Roma e não os outros ...).
Fica, assim afastada a possibilidade de termos um filho em comum.


Paulo

Anónimo disse...

AMANHÃ TEMOS NOVIDAADES GIRAS NO CORREIO DA MANHA.


CORREIO DA NOITE

Anabela Azevedo disse...

Kaspita;

Saiba ler e interpretar, por favor.

Eu não posso ser militante de qualquer partido político,ou exercer qualquer actividade relacionada com a política, porque o Estauto a que devo obediência não me permite. A não ser que esteja autorizada superiormente!

Mas posso votar no partido que me aprouver. Eu ou qualquer militar da Guarda. Posso e devo cumprir o meu dever cívico.

Compreendeu ou é preciso fazer um esboço?

Anónimo disse...

Manu está muito bem informado e o pcp?
Agora já são 1500 ou 2000.
Daqui a 2 2 dias são 4.000
Comunas do caraças.
Faz lembrar os sócios da Aplausos!!!
Tem 17.500.
Se descuida e qualquer dia tem mais sócios que guardas há na GNR,


Rissssssssss

Anónimo disse...

Ó Zé deixa-os falar.
Os cães ladram e a caravana passa.
Embora tenhas de contar que estão à espera de retirar dividendos da vossa - acção persistente da ASPIG junto da tutela.
O sinal de que os vermelhos se sentem incomodados com a evolução da ASPIG e o seu aparecimento em crescente na cena nacional, está aqui presnte nos comentários dos seguidores e mandantes da Aplausos Palmas e Gargalhadas

Ass: Reviravolta Benvinda

Anónimo disse...

Oh D. José Ximenes Belo, por amor de deus nosso senhor e à Virgem Santíssima …. Tanto disparate junto, o que é que trouxeram para casa????? Até é insultuoso.

Primeiro pelo que aqui foi dito, fizeram historia, nem que fossem 5 ou 200, agiram…, para tristeza e raiva de muitos como o Sr foram mais.

Eu tive muita pena de não ter ido porque com tanta contra informação lançada desta vez pela ASPIG, não pelo Comando, foi informado que já não ia haver Manifestação. Enfim…

Se não é para reivindicar então para que serve esta Associação.
Serve para ajudar o MAI? E para dizer mal da APG?
Mais parece que sobrevivem porque existe APG. A atitude do Jose Alho já é grotesca, o homem tem um pó ao outro que até parece pessoal e tornasse já ridículo a figura que faz nos media.

Pois é Sr D. José Ximenes Belo se todos pensássemos assim ainda hoje andávamos a cochichar nas esquinas… e tínhamos o RDM. Quer dizer o Sr com esse pensamento reaccionário e nada solidário talvez se safasse. Não é verdade!

A malta que lá esteve foi muito corajosa, não foi comodista e conformista, é por existirem desabafos e pessoas como o Sr é que este pais está como está e a Guarda idem.

Mas eu explico porque que é que foram para a rua: porque não “temos condições de serviço dignas, um horário de trabalho, um Sistema de Assistência na Doença que reconheça o nosso agregado familiar, um Estatuto profissional justo e que valorize a profissão de risco que exercemos.” São estes os motivos….

Por último, vamos lá ver de nos entendemos, a não existir esta manifestação como a ASPIG queria, dava jeito a quem?
Ao MAI e ao Comando da Guarda, com toda certeza.

Foi uma grande tirada arriscada da APG, mas … sim senhor, se eu tinha duvidas agora é clarinho.

Ao que me parece não é a APG que tem compromissos de calendarização mas sim a ASPIG. Que sai à rua porque anda a negociar o que nem sequer existe….

Raul Silvestre - Porto

Anónimo disse...

Ainda bem que estou de férias para poder ler e reler as piadas chamando-lhe assim, dos seguidores do comunistóide Mandantgeiro.
Ok. vamos á luta e á guerra das palavras...

O senhor Silvestre por certo leu as preocupações vertidas no comunicado da ASPIG para depois falar delas,estão todas lá, não diga que foi a direcção da Aplausos que as escreveu.
Bem aos ex KGB´s talvez tudo lhe seja possível. Agora não sei que mais preocupações e reivindicações a Alausos está a fazer em termos de dar resposta às aspirações e salvaguarda dos legítimos interesses dos profissionais da GNR que a ASPIG.

Não sei onde está a diferença, mas sei onde está o incómodo.
Está na contínua expansão e conquista do lugar próprio
da ASPIG a nível interno da GNR e externo.

Pois é, pois é.

Tome umas aspirinas que isso passa...

Reviravolta Benvinda.

Anónimo disse...

Ó ZÉ ALHO FECHA A "PORTA" AOS COMENTADORES DA APLAUSOS, PORQUE AOS SÓCIOS DA ASPIG TAMBÉM NÃO NOS DEIXAM COMENTAR LÁ NO FORUM DELES SEM A REFERIDA SENHA.

QUE DEMOCRATAS QUE ELES SÃO


Z. Viana.

Anónimo disse...

Aos eleitos da Aplausos (que ficaram com a urna durante a noite e as eleições duraram 2 dois dias, mais parece África, por causa das distâncias), dizia eu, o trabalho que vem hoje no Correio da Manha, foi feito e descoberto e denunciado pela ASPIG.
Sabem de quem é a foto e o protagonismo?

Do comuna, claro.
Obrigado o jornal está dominado.
Eles procuram-se.
Conhecem-se todos desde Braga ao Cabo de S.Vicente.

Anónimo disse...

A grande "cantora" Linda de Suza um dia sentou-se no colo do "Bernardino" homem possante e com cabedal (duvida-se que a ferramenta seria proporcional ao arcabóiço) e disse:
- Ai tão grosso e tão duro!!!! Ai que bom!!!!
Nesta fábula o Bernardino do romance de Almeida Garrett dizia isto e ria-se....
Porque será que na intimidade todos gostamos de sexo e depois atiramos pedras e temos telhados de vidro?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

Anónimo disse...

A um comentador que diz ser próprio do 3º mundo ou de ditaduras ter policias militares, peço-lhe que explique o caso da França, Itália , Espanha, Luxemburgo, Estados Unidos etc. em qual das situações enquadra qualquer destes países.

Anabela Azevedo disse...

Bem... eu como militar da Guarda e sócia da APG, há já muito tempo, fico muito triste ao ver aqui comentários desagradáveis (muito desagradáveis) por se revestirem de teor notoriamente ofensivo e até injurioso de parte a parte, produzidos por pretensos profissionais da Guarda. Deviam, por uma questão de ética e camaradagem, abster-se de trazer para a praça pública questões de ordem interna das respectivas associações. O momento que atravessamos é de união e não de desentendimentos e rivalidades. De costas voltadas uns para os outros não vamos a lado nenhum. Toda esta fragmentação vai ao encontro dos anseios de alguns, que sempre nos gostaram de nos ver divididos, e que há muito pugnam por isso.
Como já referi no comentário anterior, eu sempre votei PSD. Não sou comunista. Mas continuo a ser sócia da APG, independentemente de ser uma associação próxima da CGTP ou do PCP como dizem. Isso para mim não conta nem quero saber. O que conta é que a APG e os seus órgãos na medida das suas possibilidades e dentro daquilo que a Lei e os Regulamentos permitem, vão pugnando quer junto do Comando Geral quer do MAI por melhores condições a todos os níveis para os militares da Guarda e respectivas famílias. Não é por 33,12 Euros que pago anualmente de quotização que fico mais rica ou mais pobre. E se não fosse a APG tenho a impressão que ainda hoje fazíamos plantões de suspensórios, de 24 horas, patrulhas à localidade de 4 horas depois de termos feito 24 horas de plantão ou prevenção, e outras barbaridades que nos impunham e nós como cordeirinhos acatava-mos sempre.

PS: Anteontem censuraram-me aqui dois ou três comentários. Penso que não havia motivo para isso. Perdoo-vos essa atitude mas não esqueço.

Cumprimentos

Anónimo disse...

Cara Anabela,
Fico satisfeito por saber que, pelo menos alguém neste blog conhece as regras do bom senso. Também eu fui censurado nalguns dos meus posts anónimos que falavam dos efeitos negativos deste tipo de “agressões” verbais e da importância da defesa de direitos. Pelos vistos só os post anónimos de teor insultuoso ficam por cá…
Vicente, Porto

Anónimo disse...

Pensei dos meninos já terem acabado com essa coisa da psiquiatria.
Lembras-te Zé quando eles (ele) te foi pedir ao CG para te internarem?

Os bandidos voltaram ao mesmo método.

Carlos não lhe respondas, manda-os para o blogue aberto deles.

Goza com eles e manda-os dar uma volta ao bilhar grande.

Façam como eu aqui no Posto.

Os animais se descuidam internam o pessoal todo da ASPIG na psiquiatria.

Era como eles estavam habituados na URSS. Quem não tivesse as ideias deles, bumba Sibéria. tratados como loucos.
Quando eles tinham um dirigente no Algarve mais bebado que o alcool e recusou-se a soprar, depois foi parar a Santarém. Internou-se no Centro Clinico e o partido mandou lá do Comité, mas o gajo viu que aquilo era mesmo uma sirose ambulante, nunca mais o apoiou. Então o tal cabinho algarvio teve mesmo que ir parar com os costácios ao Hotel de Santarém.
Arranjaram a vitima e foram para a porta do presidio gritar e dizer que os autocarros tinham sido mandados parar pela GNR e tiveram que voltar para trás.


Deixa-os ladrar.

L.Algarvio

Anónimo disse...

"""E se não fosse a APG tenho a impressão que ainda hoje fazíamos plantões de suspensórios, de 24 horas, patrulhas à localidade de 4 horas depois de termos feito 24 horas de plantão ou prevenção"""

A AMIGA ANABELA SABE DAS COISAS!!!
tiro-lhe o meu boné

zé do boné

Z. Viana disse...

Sr Anónimo ( Pior pesadelo - o seu)

Nada tenho a ver com o caso, mas por uma questão de justiça, sou obrigado a responder a este iluminado da "excelsa verdade".
A cobardia que lhe vai na alma bem como aos seus camaradas parece ser mais que evidente, pois não tem a coragem de dar a cara, como o Carlos Brás fez.
A sua coragem está no anonimato, que usa para chamar os seus camradas de armas de cobardes e paranóicos.
O que diz dos outros assenta-lhe bem a si.
Onde está a sua honra e dignidade ?
No anonimato da cobardia, na linguagem intelectual das suas ilusões de sábio ou na espada que lhe trespassa a alma, quando a verdade nua e crua aqui se esplana.
Concerteza que o Brás não precisa de advogados de defesa, mas é justo dizer que pelo que conheço do militar, sempre foi uma pessoa, vertical, íntegra, culta e de carácter elevado, como cidadão e como militar. O seu histórico profissional e militar é a prova provada da conduta e da sua forma de ser e estar.
Comportamento este, que aos instigadores da desordem, indisciplina e chinfrineira publica, causa incómodo.

Tal como camarada Brás espero que deixe a sombra do anonimato para ofender aqueles que hoje e sempre tiveram a coragem de dar a cara na praça publica e ao mesmo tempo, sentido de humildade, responsabilidade e profissionalismo.




Z. Viana

Anónimo disse...

Tenham calama, pessoal da ASPIG.

Não liguem aos ataques baixos dos insurretos.

O problema deles é a sombra que a ASPIG lhe está fazer.

Deixem-nos pousar....

Quanto a paranóicos e doentes psiquiátricos a manife do dia 31 de Mar. 09, mostrou bem onde os tais doentes mentais se enquadram. Razão tinha o ti manel...
Piruetas, bandeirinhas, cantarolas e danças do ventre.
Efim, a velha fórmula, que tem tudo, só não é mágica.


...??? Ai que raiva que eles têm deste Blog...
Se podessem quem apagava todos os comentários desfavoráveis á Aplausos eram os "soviéticos".

Mais uma acha para a fogueira,

EStou a gostar.

Olhem agora chamem-me também paranóico, que eu gosto...

Hééééé´...

Anónimo disse...

O incio deste século (ano 2000 da era de Nosso Senhor Jesus Cristo) A Guarda «ouviu» tocaram as "campainhas de alarme)quanto à sua natureza.
À data, a Guarda caminhava por uma estratégia - que nada agradava ao exercito - que tinha por objectivo retir, de forma paulatina e subtil, mas persistente, a natureza militar à Guarda Nacional Republicana.
Foram, então, "mobilizados" os mais notaveis representantes da Nação para virem a terreiro defender a natureza militar da Guarda.
Em 2001, após uma contrvérsia "batalha" jurídica e ambiguidade política, em torno da então realidade, sairam vencedores os mui nobres representantes da Nação e os seus mobilizadores. Defenderam a sua "dama" puxando dos galões e estribandem-se no costume e da tradição como se tais formas de intrepretação juridica ainda fossem fontes formais de direito.
Veja-se que até fundamentaram a sua defesa com argumentos deste tipo: « O ouro é metal mais nobre . O dourado é tradicionalmente utilizado nos uniformes militares, nos símbolos das patentes dos oficiais, na cor dos botões das fardas, etc. em contraposição, com o prateado, utilizado pelas polícias».
Depois , nos seus discursos os defensores da natureza militar realçaram o facto de na Guarda ainda se falar em "quartéis", " porta de armas", sentinela", "parada", etc. linguagem não usada nas forças policiais do tipo PSP.
Na altura fiquei confuso. Confesso. Não entedi porque razão o Presidente Jorge Sampaio - chefe supremo das Forças Armadas - dava "vós" aos defensores da natureza militar da Guarda. A questão deixou-me preocupado na medida em que, na minha opinião, o chefe máximo da Nação não devia "emprestar" a "papel" de Presidente da República a uma questão meramente cultural ou sociologica mas, pronto. Mais tarde verifiquei que a Guarda possui um "corpo de oficiais generais do exercito" constituido por mais de uma dezena de oficiais entre Tenentes-generais e Majores-generais.
E mais não digo.
OBS: talvés a comentadora Anabela Azevedo possa dizer algo mais.
A verdade é que a natureza militar da Guarda também serve para permitir uma não comparação de direitos regalias e benefícios, sem qualquer constrangimentos ético estatuários, quando por exemplo a PSP (força de natureza civil) pretende ter os mesmos direitos , regalias e benefícios que são conferidos à Guarda na medida em que está é de natureza militar.

Paulo

Anónimo disse...

D. XIMENES BELO, vejo que o sr. ainda acredita no Pai Natal!!! em relação ás manifestações, tome por exemplo o que as Associações das Forças Armadas fazem nesse aspecto,para lutar pelos interesses dos seus militares!! se na GNR fosse assim , todos ganhavamos com isso, mas como na GNR se zangaram as comadres,existe mais luta da parte da aspig contra a apg, de que contra o proprio MAI e o governo!!!

Cb Ch Policarpo

Anónimo disse...

Guarda1979

Nao tendo nada contra, o presidente da APG ou o presidente da ASPIG, mas constato em ambos uma situaçao que me deixa triste por ser GNR... nomeadamente o medo que os presidentes das associaçoes da GNR tem a dar o nome aos bois e a dizer tudo o que vai de mal na GNR, talvez por medo de processos disciplinares... se assim o for, porque nao deixarem de simplesmente dar a cara aos orgaos de comunicaçao social e nomearam simplesmente um representante civil ?????? simples... muito simples... mas nao sei porque nao se aplica... será que é melhor passarmos a imagem para o publico que temos medo ? vejam a diferença para o presidente da associaçao da PSP.. diz tudo o que vai de mal... nao sei se tem resultados... mas expoe as situaçoes...
Em suma:

Se por serem da GNR nao podem dizer as verdades todas... façam.se representar por um civil que conheça as verdades... e este que as exponha... Caso nao seja possivel que me expliquem o porquê...

cumprimentos a todos

Anónimo disse...

Hum...

Já vi que a ASPIG é o "mar" onde navegam os peixes graúdos.

Por isso tá tudo dito.

Os pequenos estão sempre F.d...s

Zés Manéis, APG, ASPIG e afins é tudo a mesma coisa.

Ninguém defende o patrulheiro é esta a minha ideia.



Romano

Anónimo disse...

Se ainda ninguèm o disse digo eu.

" O sr. Pior Pesadelo" é ordinário, covarde, desonesto, difamador e um palhaço sem graça...

Por isso não mostra a cara.,

Ribatejano de gema - Sócio 3027

Anónimo disse...

ou palhaça....

Anónimo disse...

Ai é.....