Saiu hoje ( 10-02-2009) publicado em Diário da Republica - I Série, a Declaração de Rectificação nº. 16/2009, referente às nomas a que obdece a eleição dos representantes das categorias profissionais de Oficiais, Sargentos e Guardas para o Conselho Superior da GNR e para O Conselho de Ética, Deontologia e Disciplina. http://www.dre.pt/
ASPIG/GNR - Direc. Nacional
Terça-feira, Fevereiro 10, 2009
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25 comentários:
O redactor do texto devia escrever assim:
Saiu hoje ( 10-02-2008 ) publicado em Diário da…
E não saiu hoje publicado ( 10-02-2008 ) em Diário da...
Ou seja, a data de 10-02-2008, deveria ser escrita antes da palavra "publicado" e não depois.
E biba o homem de Cuba
O homem de Cuba, na sua correcção, também se esqueceu dum pormenor.
A data, quem já leu a Declaração de Rectificação nº 16/2009, a data é 10-02-2009 e não 10-02-2008.
Pormenores.
Segurança: Ministro da Administração Interna anuncia admissão de mais 2.000 elementos para PSP e GNR
17h08m
Lisboa, 10 Fev (Lusa) - O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, anunciou hoje a admissão, ao longo deste ano, de 2.000 elementos para as forças de segurança e a distribuição de 7.000 novas armas para a PSP e GNR.
A admissão de 1.000 policiais para a PSP e outros tantos guardas para a GNR durante este ano é uma das medidas que constam da Estratégia de Segurança para 2009, documento que hoje foi apresentado por Rui Pereira.
O ministro da Administração Interna adiantou que os cerca de 2.000 novos elementos da PSP e GNR que foram admitidos no ano passado estão a iniciar formação e a partir de Outubro deverão estar no terreno.
Durante este ano vão ser ainda incorporados mais 39 oficiais na GNR e 37 na PSP, adiantou.
Rui Pereira disse que o Governo vai continuar a "privilegiar o reforço" das forças de segurança no sentido de "enfrentarem a criminalidade violenta", estando previsto, nesse sentido, a distribuição de 7.000 novas armas de nove milímetros e 1.000 coletes à prova de bala.
CMP.
Lusa/Fim
Lembram-se das ultimas (15) medidas, apresentadas no ano passado...
Enfim. Bem destes futuros agentes, considerando que uma grande parte vão substituir os que entretanto se
reformam, e a outra vai ingressar nas (muitas) chafaricas criadas nas (muitas) direcções, secções, comandos, criados na reçém lei orgânica, quantos vam sobrar, para o serviço policial?
Pelo menos numa coisa houve bom senso, o de não anuciar, a retirada de agentes que se encontram a desempenhar funções não policiais, para as funções policiais.
É que esse filme, já todos o vimos.
Enfim sofre patrulheiro.
Resta uma coisa como consolo.
O dia 21 de cada mês.
Nossa Srª.
O homem de Cuba (que não é) não tem tempo para se coçar, quanto mais para......
Resp. ao "homem de Cuba"
A pressa é inimiga da perfeição.
Ok.
Ob.
Resposta ao primeiro comentador:
Não tenho qualquer afinidade com a ASPIG, mas vejo-me na obrigação de os defender, pois você de facto, não deve mesmo ter nada para fazer, se quando estava a escrever esse comentario LHE DESSE UMA VALENTE CAGANEIRA, não se perdia mesmo nada...
Preocupe-se com queetões pertinentes ou então não se preocupe de todo pois também ninguém lhe liga.
Ass: N
E biba o homem da parvalheira...
Anónimo de 11 Fevereiro, 2009 21:45, devolvo-lhe a caganeira que me deseja, e espero encontrá-lo num sítio que eu cá sei para lhe tirar as amígdalas pelo cu.
Aprenda a escrever e deixe-se de comentários infelizes.
O que lhe faz falta a si é patrulhas no período 01h00 - 09h00, na resolução de ocorrências com acidentes de viação, tiros, facadas, pancadaria e afins para saber o que é amar a Deus de beiça caída.
E Biba o homem mde Cuba do Alentejo
És parvo quanto desejas. Ordinário.
Ofendes no anonimato e metes-te com Homens cobardemente.
Porque de quem estás a falar, esse nem consulta este blogue, porque tem mais que fazer.
É por isso que a guarda é o que é.
Cada vez gosto mais de ser pica.
anónimo de 12 Fevereiro, 2009 18:43, que gostas de ser pica, gostes que não gostes agora és GNR. E és romano!!
Que pobreza de comentários!!!
É triste
"Porque de quem estás a falar, esse nem consulta este blogue, porque tem mais que fazer."
Se tem mais que fazer não deve ser a trabalhar para a Guarda que é quem lhe paga o ordenado no final do mês.
"Que pobreza de comentários!!!
É triste"
A começar pelo teu! Prudziste aqui um comentário de grande profundidade intelectual, sábio e esclarecedor.
Multas caíram a pique com greve de zelo da GNR
HELDER ROBALO
Fiscalização. Comando da GNR diz que greve de zelo, ou perdão à multa, é pontual. Militares garantem que, em muitos casos, apenas estão a levantar autos em acidentes e operações 'stop'. Os números mostram que no Porto, por exemplo, passaram-se cerca de 200 autos em Janeiro contra 1900 em 2008
O descontentamento entre os militares da extinta Brigada de Trânsito (BT) da Guarda Nacional Republicana (GNR), traduzido numa greve de zelo, já se fez sentir de forma acentuada no mês de Janeiro. Segundo vários militares, que solicitaram anonimato com receio de processos disciplinares, a redução de autos em vários destacamentos de trânsito é significativa. Em Leiria, por exemplo, se em Janeiro do ano passado tinham sido emitidos cerca de 2600 autos, este ano, no mesmo período, o registo terá ficado pelos 600.
No Destacamento de Trânsito de Torres Vedras, ao que o DN apurou, terão sido emitidos 300 autos no mês passado, contra cerca de 1400 de Janeiro de 2008. Altura em que, no do Porto, tinham sido levantados cerca de 1900 autos de contra-ordenação, contra pouco mais de 200 em Janeiro passado. Já em Bragança, a diferença é entre os 700 autos de Janeiro de 2008 e os 190 do mês passado.
Uma das queixas dos militares é o reduzido quadro de pessoal da Unidade Nacional de Trânsito (UNT), que substituiu a BT. De 2350 militares passou-se para um efectivo de 163 militares na UNT, estando já ocupadas 126 vagas. Com critérios de selecção que "não se sabe quais foram nem como foram seleccionados os efectivos para as UNT de Lisboa e Porto", diz um militar.
O porta-voz do Comando-Geral da GNR, tenente-coronel Pedro Costa Lima, confirma a diminuição do número de contra-ordenações em Janeiro, mas recusa que isso seja reflexo de uma greve de zelo.
Segundo este responsável, existem três motivos para tal redução. "Por um lado, é preciso não esquecer que em Janeiro houve inúmeras estradas que estiveram cortadas ou condicionadas por causa do mau tempo", diz, acrescentando que "os militares estavam mais preocupados com o auxílio às pessoas do que com a fiscalização". Depois, "houve uma redução da sinistralidade rodoviária", o que deixa perceber que "os portugueses estão a conduzir melhor e com mais cuidado". Por fim, "a GNR mexeu muito na sua estrutura, o que faz com que as pessoas levem tempo a habituar-se às novas realidades".
Por estes motivos, "e porque neste momento não é possível dizer que percentagem se deve a cada um dos factores", o Comando-Geral da GNR não adianta, para já, os dados referentes ao número de autos emitidos em Janeiro e solicitados pelo DN. "O que nos é dado a perceber é que a realidade está a voltar ao normal em Fevereiro e que a greve de zelo, ou perdão à multa, terá sido pontual", esclarece Pedro Costa Lima.
Certo é que a insatisfação entre os militares da extinta BT não é ficção. Num fórum da Internet, o Brigada de Trânsito (http/brigadatransito.livreforum.com/forum.htm), são inúmeras as queixas. Entre as quais a passagem dos antigos militares da BT - brigadeiros - para a alçada dos comandos territoriais.
José Alho, da Associação Socioprofissional Independente da Guarda, diz que "há descontentamento", mas não fala sobre a greve de zelo. "Não nos pronunciamos nem queremos ouvir falar desse tema", afiança. José Alho diz que "foi um erro do Governo a extinção da BT" e acrescenta que, em muitos casos, se "está a obrigar a um recuo de 15 ou 20 anos nas metodologias usadas".
Versão que José Manageiro, da Associação Socioprofissional da Guarda, apoia. "A elaboração do expediente era toda informatizada e agora voltou-se ao papel e caneta." E deixa um alerta: "Se o Governo e o Comando dizem que as coisas estão bem, então que deixem ficar e depois faremos uma avaliação", conclui.
Anónimo disse...
Alguém me sabe dizer que destino levaram os três jeeps novinhos em folha (um MITSUBISHI e dois NISSAN) descaracterizados que hoje foram retirados da parada do quartel do Sub Destacamento da UCC de Setúbal?
Para que querem vocês o jeeps novinhos??? o q fazem vcs de útil na GNR?? queriam os jeeps para andarem a passear e a dormir confortavelmente??ou era para o sargentinho ir passear e levar os meninos á escola???para isso serve os nissans e até deviam era andar a patrulhar a pé como antigamente. Que resultados apresentam??? é que agora já não há caça á multa na rotunda da autoeuropa. Os jeeps novinhos foram para quem trabalha e não tem meios!!! tanta gente á boa vida!!
Quando havia caça à multa na rotunda da autoeuropa ainda faziam alguma coisa, agora é que não fazem a ponta de um corno. Andam de costa direita de manhã até hora de regressar a casa. Aos magotes e de mãos nos bolsos. E ninguém quer ver esta situação vergonhosa. Enquanto outros é de dia é de noite e a toda a hora.
O mal da Guarda é ter muitos calões, malandros, sindicalistas e outros que tais a puxarem para trás. Anda meia dúzia de militares dos postos a trabalhar no duro e andam alguns da ex-BF e quase todos da ex-BT a sabotar isto tudo. Mas brevemente terão o que merecem. Esperem pelo que aí vém. Até arranha.
Se andam a trabalhar no duro , lutem pelos seus direitos, seus cobardes!!! tomem a policia por referencia e lutem por um horario de 6 horas em vez de andarem a ser escravizados pelo governo do pinosocrates!!!
anónimo de 15 Fevereiro, 2009 21:38, e que tal lutar por um horário de 4 horas? Que acha? E durante essas quatro horas demitir-se das suas responsabilidades, porque os Sargentos e Oficiais recebem mais no fibal do mês e como tal trabalhem eles. Que acha?
Anónimo, não chame cobarde a quem trabalha duramente num Posto da Guarda em prol das populações sem que nunca tenha pedido nada em troca. Seja educado e cultive-se.
O RIO BRAVO-TANGO
Há muitos muitos anos num local muito muito longe, havia um Reino pequenino, governado por um Rei muito sábio. O Reino estava dividido em feudos regidos cada um pelo seu Lorde. Nesse reino havia um Rio que cruzava todos os feudos, mas que, por decreto real, não pertencia a nenhum dos Lordes. Era um Rio magnífico de águas límpidas e correntes rápidas, quando reflectia o sol, apresentava tons alaranjados e amarelos e todos lhe chamavam o rio Bravo-Tango, pelo ímpeto das suas águas e pela maneira graciosa como se movimentava ao longo do seu percurso. Nas suas margens floresciam industrias que utilizavam a força das suas águas para gerar energia para as suas máquinas, tinha também peixe em abundância, mas toda a riqueza que ele produzia era canalizada para o Rei que por sua ver a distribuía harmoniosamente pelos vários organismos da administração real.
Mas apesar de tudo isto, era a cobiça dos Lordes que viam como o rio Bravo-Tango entrava e saia dos seus feudos com altivez, conformando-se com pequenos riachos que estavam confinados nas suas fronteiras.
Durante muitos anos os Lordes manifestaram o desagrado ao Rei, pois queria a parte do rio que corria nas suas terras, ao que o Rei nunca cedeu.
Mas um dia o Rei adoeceu e ficou muito debilitado e foi aí que os Lordes conseguiram o que há tanto ambicionavam, num momento de fraqueza e mal aconselhado, o Rei revogou o Real Decreto e os Lordes tomaram conta do Rio nas suas zona respectivas.
Assim cada um fez várias represas, quase não deixando correr o Bravo-Tango com a firmeza que o caracterizava. Em poucos dias aquele que até então tinha sido o espelho do reino, começou a estagnar e a ficar esverdeado, o peixe começou a morrer e as máquinas que até então giravam sem cessar, começaram a abrandar até pararem por completo. No Reino havia um clima de intranquilidade muito grande pela situação gerada, e, o Rei, já moribundo no seu leito de morte, teve um rasgo de lucidez e chamando o seu primogénito e futuro rei sussurrou-lhe:
“-A solução passa por devolver ao Rio urgentemente a sua liberdade e independência donde lhe advém o nome de BRAVO-TANGO”…
Não baralhe as coisas, não falei em 4 horas, falei em 6 horas!!! cultive-se vc pq bem precisa!!! fala assim pq não faz a ponta dum corno, pq se tivesse num posto territorial em que se trabalha,defendia o mm q todos!!!
Pelos vistos só o Sr. é que está bem!!!
Excelente comentário, Sr. anónimo de 152335FEV09.
B (bravo) T (Tango).
Se o arrependimento matasse, por ventura, já por aí havia muitos lordes mortos.
Bem haja.
BT, Forever.
No comando territorial de Setúbal todos mandam e comandam. O que menos manda e comanda é o comandante. Enquanto houver praças e sargentos para trabalhar, a classe dos galões, com excepção de um ou dois, anda de costa direita de manhã até à noite. Simplesmente vergonhoso.
O Postagem é sobre "Ética, Deontologia e Disciplina".
Porém, os comentários , paradoxalmente, nada têm que possam ser relacionados com aquele.
Assim, só falta mesmo lembrar a "manta" para "cobrir" o combaio que faz paragem na estação de Cuba.
Pelos vistos o "conselho superior da Guarda" e o "Conselho de ética, deontologia e disciplina", nada significam para os "doutos" comentadores...
Vamos lá comentar com "cabeça,tronco e membros".
O mês de Março/2009, vai deixar recordações e Abril..."águas de mil".
Paulo
Camaradas da BT:
Os senhores andam a brincar com o fogo.
Cuidado, com as ilusões.
Elas podem ditar um desfecho fatal...
Meditem nestas palavras atentos à crise que o país atravessa.
Olhem que depois do barco ir ao fundo, já não são precisos marinheiros nem almirantes.
E cada um será responsável pelo "rombo que causou ou não reparou atempadamente no casco".
" Signo Sagitário"
Ao: " Signo Sagitário"
Hoje as coisas não funcionam assim.
Agora hão-de, numa 1.ª fase,de começarem as visistas constantes da hierarquia superior aos Destacamentos de Trânsito com o intuito de, com palavras paternais, tentarem demover os militares das suas intenções. Hão-de misturar-se a tais palavras muitas manifestações de "afecto" e "N" expectativas. Porém, uma coisa é certa - e aqui concordo consigo - tais palavras e afectos hão-de cobrar um preço elevado às ora vítimas dos deleites politicos que, agora, de alguma maneira, tentam minimizar os seus erros pretéritos.
PAULO
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