Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009

COMUNICADO

Conforme agendamento efectuado pelo Gabinete do Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, está previsto para à manhã dia 20 Fevereiro 2009, pelas 09H30, uma reunião no MAI, com representantes da Associação Sócio Profissional Independente da Guarda (ASPIG/GNR ) .
No decorrer desta reunião é objectivo da Direcção Nacional da ASPIG, dar a conhecer ao Senhor Secretário de Estado da Administração Interna o mau estar e desmotivação instalado no seio da Guarda Nacional Republicana, em consequência da reestruturação do dispositivo da Guarda e do incumprimento das promessas feitas aos militares da GNR, por parte da tutela.
Dentro deste âmbito e além de outros assuntos, que por certo serão abordados por ambas as partes, na referida reunião, é intenção da Direcção da ASPIG, apresentar uma proposta ao senhor Secretário de Estado, no sentido de colocar os militares da extinta Brigada de Trânsito, na dependência directa em termos operacionais, da recém criada Unidade Nacional de Trânsito. Objectivo este, que se prende com a imperiosa necessidade de manter a coesão e eficácia policial em termos de fiscalização do trânsito e combate à sinistralidade rodoviária.
No mesmo sentido esta Associação apresentará também uma proposta para que sejam criados Núcleos de Acção Fiscal nos Destacamentos Territoriais, com dependência directa em termos operacionais da Unidade de Acção Fiscal, por forma a integrar nos referidos Núcleos, militares da ex-Brigada Fiscal, agora colocados nos Postos Territoriais. Estes Núcleos de Acção Fiscal terão por objectivo, colmatar o défice surgido na área fiscal, com a extinção da B. Fiscal, no sentido de manter a presença efectiva da UAF, em todo o território nacional e assim poder manter-se e até aumentar a fiscalização e combate à fraude e evasão fiscal. Acresce dizer que este défice em termos da acção fiscal, já foi reconhecido pelo próprio Comando da Guarda e outras entidades.



Lisboa, 19 de Fevereiro de 2009

ASPIG/GNR - Direcção Nacional

37 comentários:

Anónimo disse...

A Unidade Nacional de Trânsito, que não efectua patrulhamento/policiamento de proximidade e visibilidade, na rede viária nacional, não participa acidentes de viação, e não tem a responsabilidade na sua investigação. Apenas faz escoltas, acompanhamentos a transportes de grandes dimensões e provas desportivas. O que até aqui era desempenhado pela BT.
Além de vir retirar a possibilidade dos militares dos DT Trânsito dos Comandos Territoriais, de já não poderem efectuar aquele serviço, que de alguma forma por vezes compunha o vencimento, e do brio profissional sentido, por exemplo durante a participação numa prova desportiva. De nacional só tem o "Nacional" Porque, como já deu para perceber, de bom e de positivo, não vai trazer nada. Apenas mais confusão. Porque, Unidade Nacional de Trânsito a sério, era a BT, no tempo em que tinha um grupo de instrução e um GEP a sério, e em que os cursos de trânsito eram ministrados na Costa da Caparica, com a duração de um ano lectivo, com três meses de estágio incluídos, pelo grupo de instrução, por oficiais, sargentos e cabos dos Destacamentos de Trânsito. E a actualização era ministrada por meio de fichas técnicas, via GEP. Também com a deslocação periódica dos militares, de dois em dois anos, ao comando da BT, por três semanas, para a frequência da referida actualização. Agora digam lá, que não estava assegurada a uniformidade de procedimentos e a formação continua dos militares, como ao que parece também vão ser competências atribuídas à UNT. Só que a partir de agora, e ao contrário de antes, onde na GNR existiam "duas" policias de trânsito, os PTs Territoriais e a BT, agora vão passar a existir três. Os PTs Territoriais, os Destacamentos de Trânsito dos CT e a UNT.
Resta ver como vai ser em termos de caracterização de viaturas/pessoal.
A propósito, conhecem algum país, em que a policia de trânsito não participa acidentes de viação e não tem a responsabilidade na sua investigação?
Confusão a mais, não é.
Confusão para os militares, e para os cidadãos/condutores, que não verificam e associam, uma uniformidade de actuação e identificação, de uma policia de trânsito nacional, devido á enorme promiscuidade, de entidades com competência para a fiscalização de trânsito (várias na GNR, a PSP e as policias municipais), existentes num país de pequena dimensão, como o nosso.

Anónimo disse...

A quem, ainda não compredeu o erro da reestruturação, no caso particular sobre a extinção da BT. Vejamos, quais foram os argumentos apresentados, para a sua extinção? O aligeirar da cadeia de comando, com o fim do escalão brigada, a uniformidade de procedimentos, e a duplicação de funções, que no caso concreto, são as funções de fiscalização, ordenamento e a disciplina do trânsito. Correcto? Entretanto, na primeira versão da LO/GNR, o seu efectivo era disperso pelo dispositivo territorial (à imagem do que agora acontece), desempenhando as mesmas funções, e seria criada uma direcção técnica de trânsito no CG, para manter a uniformidade de procedimentos. Até aí tudo bem, provavelmente se, por ventura, o efectivo fosse aumentado, e estas funções (trânsito) somente a estes elementos, fosse atribuída em todo o território nacional. Libertando o resto do efectivo do dispositivo territorial, para o serviço policial. Acontece, que na segunda versão (a entretanto em vigor) da LO/GNR, é criada a UNT. Segundo erro. Porque, nos moldes em que está, onde assume a categoria de Unidade, é que está a confusão. Vejamos, independentemente de ter herdado o que anteriormente pertencia à BT, não vai ter a capacidade que esta unidade tinha. Porque não vai fazer policiamento de proximidade/visibilidade, assegurar o patrulhamento na rede viária nacional, principal e complementar, registar e participar acidentes de viação, tal qual a BT fazia. Funções, que vão continuar a ser desempenhadas, pelos Destacamentos de Trânsito dos CTS.
Assim sendo, se o objectivo era o da criação de um GAC, deveria ter sido criado por exemplo, com um DT em Lisboa e outro no Porto, assumindo a figura de sub unidade de reserva, na dependência orgânica e funcional do CG, e não como unidade independente. Concluindo, foi extinta a BT, quando a medida correcta, teria sido o de aumentar o seu efectivo e alargar o seu dispositivo, por forma a cobrir todo o território nacional continental, e de uma vez por todas, a responsabilidade da disciplina do trânsito, lhe ser somente a ela atribuída, permitindo a disponibilidade total dos efectivos, do dispositivo territorial, para o serviço policial.
Concluida que está a reestruturação pergunto. No caso concreto com a extinção da BT, com o seu dispositivo disperso por 18 comandos territoriais sob a forma de DT/PTS de trânsito, com a criação da UNT, e com a continuidade dos efectivos do dispositivo territorial a fiscalizar trânsito, a cadeia de comando está mais ligeira? Está assegurada a uniformidade de procedimentos? E a duplicação de funções, não ficará agora a triplicar? E o não menos importante, a imagem e os serviços prestados pelos seus profissionais, durante 38 anos ao povo Português. É justo, que se esfume de um momento para o outro, com os argumentos apresentados?

Anónimo disse...

Atenção homem de Cuba. Não é Sr. Secretário de Estado mas sim Sua Excelência o Secretário de Estado. Não custa nada e fica bem. E é das normas!
Reunam lá com o governante e façam-lhe ver o estado deplorável em que puseram a Guarda com a extinção de unidades de extrema importância para o país e segurança e tranquilidade dos portugueses, sobretudo na vertente rodoviária. É que a atitude passiva dos militares da ex-BT promove a impunidade e leva os infractores "profissionais" a gozarem com isto tudo e a porem em risco a segurança das vias e rodovias.
A UNT deve absorver o mais rapidamente possível todos quantos faziam parte da ex-Brigada de Trânsito, nem que para isso tenham de rolar cabeças dos responsáveis políticos e Oficiais do Exército.

Ass: Jão Meireles Correia

Anónimo disse...

O serviço territorial é de grande desgaste fisico e psicológico para os militares, principalmente para aqueles que efectuam patrulhamento, no entanto são lesados injustamente pela Instituição inúmeras vezes, o que leva à desmotivação e descontentamento dos militares.
- Diz-se que o millitar que anda à patrulha está apto para todo o tipo de serviço. Porque é que quando concorre a uma especialidade faz testes psicotécnicos? Será que se o mesmo não passar nesses testes terá capacidade de tomar conta de uma ocorrência relacionada com essa especialidade?
- Se em algumas equipas do Pelotão Intervenção Rapida existem militares de cavalaria, porque é que em alguns convites os militares de cavalaria são excluidos,no entanto um guarda canalizador pode concorrer?
- Se os militares de cavalaria não podem concorrer para o PIR, será que não estão aptos a tomar conta de ocorrências de alteração à ordem pública?
- Porque é que existem equipas formadas do PIR se quando as patrulhas precisam de reforço numa situação mais complicada os mesmo estão fora de serviço?
- As equipas PIR só conseguem garantir um turno de seis horas por dia para uma área bastante densa, quando cada destacamento deveria ter equipas para garantir as 24horas de serviço, afim de assegurar a integridade fisica dos militares e a ordem pública.
-Existe uma má gestão nos postos em que existem militares de cavalaria, uma vez que estes estão várias semanas/meses sem efectuar patrulhas a cavalo porque são desviados para outro tipo de serviços, havendo efectivo de infantaria suficiente.
-Se os militares de cavalaria fazem maioritariamente o serviço de patrulha as ocorrências, apeadas, porque não podem ser transferidos para um posto de infantaria, assim estão limitados e o gosto que tinham pelos cavalos torna-se um pesadelo.
-Se na GNR existem vários tipos de fardamento, os militares de cavalaria não entendem o porquê de serem obrigados a vestir a farda nº2(camisa e gravata) quando este não é um serviço higiénico e existem várias especialidades que usam o polo no patrulhamento.
-Se os militares de cavalaria ao fim de três anos após o termino do curso especifico de cavalaria podem concorrer a outra especialidade porque é que não podem ser transferidos para um posto de infantaria ao fim desses mesmos três anos e só o podem fazer aos quarenta anos de idade segundo NEP 1.14?
-Se o militar da guarda pode andar a patrulha até ao fim da sua carreira porque é que a maioria das especialidades tem um limite de idade tão baixo?
- Um militar para concorrer a algumas especialidades tinha o limite de idade de trinta anos, mas se estiver no territorial até com cinquenta anos faz o serviço inerente a essas especialidades.
- Como se pode exigir a fiscalização de viaturas quando as viaturas da GNR circulam com pneus abaixo do legalmente permitido por falta de verba ou outras burocracias.
-Porque se fiscalizam os bares sempre ao sábado á noite com fraco efectivo e com armas por ali a dentro, quando estão a abarrutar de gente? Para ver as licenças e cd´s até eu sozinho fiscalizava, mas ia quando o bar abrisse e num dia mais calmo, não é por se ir a um sábado fiscalizar que as pessoas se sentem mais seguras e se respeite mais a guarda, ao contario, os proprietários ficam revoltados porque tinham a casa cheia e tiveram de fechar e os clientes deixam de consumir e vão-se embora no único dia que o podem fazer, deve ser para os senhores oficiais se mostrarem?
-Se existem tantas equipas de NIC, NIC D, GEAP, NAO e outras com tanta investigação será que não detêm ninguém, a desculpa é sempre que querem apanhar o cabecilha, mas não é sentados numa secretária e sem fazer noites que o apanham.
-No periodo nocturno não existe nenhum graduado(sargento/oficial) nos destacamentos para resolver ou colaborar com os militares em alguma situação anómala, os guardas estão por sua conta e risco.
-Militares dos GIPS andam á deriva pelos destacamentos sem que haja um aproveitamento eficaz dos mesmos.
-Os motociclos nos postos deixam de funcionar por estarem parados demasiado tempo, no entanto são eficazes na patrulha pela sua versatilidade, consumo e resposta rápida ás ocorrências, mas passam-se meses sem uma patrulha moto.
-Existe uma diferença muito grande no vencimento base do guarda para um cabo de curso o que desmotiva os guardas no desempenho das suas funções.
-Nas operações, principalmente na fiscalização de bares existe um grande falta de militares e meios o que põe em risco a integridade fisica dos militares.
-Faz falta nos postos haver mais instrução nas diversas áreas, para os militares terem uma melhor formação e contínua.
-Temos uma guarda que se preocupa com a imagem, até viaturas tem para o tourist patrol, no entanto a maioria dos guardas não sabe falar inglês.
-Os militares que andam à patrulha recebem menos do que os que estão nos serviços internos.
-Os militares do último curso eram para estagiar três meses e já estão há oito meses nos postos e nada sabem do seu futuro.
-Como pode um guarda ferido em serviço suportar todas as despesas de saúde até fecho de um processo, não deveria esse militar ter uma linha de credito suportada pela GNR e no fim do processo o culpado pagava a GNR?
-Quando se fala em associações todos dizem que estas nada fazem, mas esses militares também nada fazem para as melhorar, não basta associarem-se e já têm os problemas resolvidos, um sócio não tem só direitos, também tem deveres, tais como, colaborar, denunciar e lutar por uma guarda melhor, porque a mudança depende do esforço de todos e não só da vontade de quatro ou cinco.
-Temos uma Guarda igual ao país, um país igual ao mundo, onde a corrupção e os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses colectivos.
Ass:0/0/0/0

Anónimo disse...

Onde anda o Destacamento movel do pinheirinho???? andam cegos e a dormir muito!!!! e a PM é que apanha o haxixe em cabanas!!!e mais não digo, pq sou maluco!!!

Anónimo disse...

Anónimo disse...
Quando havia caça à multa na rotunda da autoeuropa ainda faziam alguma coisa, agora é que não fazem a ponta de um corno. Andam de costa direita de manhã até hora de regressar a casa. Aos magotes e de mãos nos bolsos. E ninguém quer ver esta situação vergonhosa. Enquanto outros é de dia é de noite e a toda a hora.

Pois ...pois e o HAXIXE a passar no Algarve!!! e a Policia maritima a apreende-lo!!!

Anónimo disse...

Um "velho" sargento da Ex-BT em serviço na planicie Alentejana disse-me uma grande verdade:
" Os militares dos Destacamentos de Trânsito dos Comandos Territoriais, foram colocados perante o seu destino real: instrumentos de político.
Uma realidade que, de modo algum, querem aceitar.
Quando uma profissão com as caracteristicas da GNR é colocada peranta esta estranha realidade, surgem obstáculos que para serem vencidos já não bastam as suas qualidades pessoais de cada militar . Na verdade é de sentimentos mais elevados, duma moral superior que tal profissão precisa.
Quando os deleites políticos degradam as virtudes como o amor profissional, a rectidão de proceder, a honra, a moralidade, a coragem, a bravura, a dedicação, a abnegação e o espírito de sacrifício, é certo que a "alma" da profissão se tranforma num "polvo" que ninguém consegue dominar.
Estes militares têm, actualmente, a necessidade imperiosa de convicções morais firmes, assentes sobre bases que a ruína dos "dogmas" não possa abalar.
Na verdade o tempo em que as cerimónias religiosas e as cerimónias militares exaltavam as multidões, faz parte do pretérito..."

Confesso que as palavras deste "velho" sargento, são dignas de reflexão.

ASS: SUL DO TEJO

Anónimo disse...

Camarada "0/0/0/0/" de 19FEV09

Apoiado, tem toda a razão naquilo que disse.

Basta que houvesse uma total coesão e unidade dos profissionais da Guarda e muita coisa seria alterada.
Os problemas que mais nos preocupam por certo eram resolvidos.

Enquanto cada um puxar para seu lado nada feito.

Os militares do QP da GNR deviam era estar todos unidos e "correr" com os estranhos que o poder politico teima em manter na GNR.
Que por causa desses seres estranhos à GNR é que a Guarda nunca mais avança nem se liberta das amarras do passado.

Só não vê esta realidade, quem não quer.
"Todos" mandam e opinam sobre a Guarda, enquanto os senhores Oficiais do QP/GNR se desobrigam de defender esta FS, com garra e destemor. Tanta subserviência e Yes Man, parece mal. Mas é esta a realidade.


"Napoleon"

Anónimo disse...

Não vai ser fácil a Guarda deixar de garantir mais de uma dezena de vagas para oficiais generais do exercito.
O "pilar" militar da Guarda esta tem vindo a ser reforçado desde 2001 (altura em que esteve em crise).
Ainda falta cerca de uma década para a Guarda ter um Comandante Geral do quadro permanente. É, também, nessa altura que ...finalmente, surge a 4.ª estrela.

*****

chinês disse...

Só generais? qualquer dia começam a mandar para cá coroneis e tenentes coroneis, pois só assim conseguirão dar saida às pilhas de oficiais que por lá andam nas fileiras sem terem nada que fazer e sem prespectivas de passarem de major. cada vez mais a Guarda é a "quinta" do exercito, isto bateu no fundo.

Anónimo disse...

A Guarda com o mesmo efectivo (cerca de 26 000 homens/mulheres)apenas tinha dois (2) ofíciais generais do exercito em comissão de serviço.Actualmente, com o mesmo efectivo, comporta 11 (onze) oficiais generais do exercito.
Não sei porque se fala de crise em Portugal....


*****

Anónimo disse...

Andam para a rolar propostas dos novos estatutos, um deles permite a militares das forças armadas concorrerem directamente ao curso de sargentos da GNR!
Que grande palhaçada

militar atento

Anónimo disse...

deixa arder...

Anónimo disse...

Os generais do exército tudo fazem para minar a instituição GNR e assim poderem transfirmá-la no asilo de parasitas que são. A vontade deles é transformar a GNR no 4.º Ramo das Forças Armadas. Já temos presentemente generais a comandar meia dúzia de oficiais, 10 sargentos e 14 praças. Na Guarda sempre comandariam um Comando Territorial ou até mesmo um Destacamento, desde que tivesse um Coronel, um Tenente Coronel, dois Majores e 3 ou 4 tenente ou Capitãos como adjuntos. Sim, adjuntos, porque para trabalhar estão cá os sargentos e as praças.
Isto já não vai lá com paninhos quentes nem frases pomposas.

A Guarda tem mais projecção a nívelk nacional e internacional que as Forças Armas no seu conjunto. O que não pode ser para essa trupe de parasitas sentados à majedoura do Estado sempre à espera de melhor ração.

Anónimo disse...

A «ASPIG» e o seu "general" ALHO já já chegaram à Madeira.
Veja-se, aqui:


«ASPIG lamentou só ter recebido promessas já feitas por parte da tutela
Associação aponta "mal-estar geral" na GNR

O presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) manifestou, ontem, preocupações ao Ministério da Administração Interna quanto à extinção da Brigada de Trânsito (BT), excesso de carga horária e revisão do estatuto da GNR.
"Em Agosto do ano passado todas as soluções para esses problemas foram prometidas pelo Governo e até hoje nada feito", disse José Alho em declarações aos jornalistas, alertando para o "mal-estar geral" que se vive no corpo da GNR.
O presidente da ASPIG foi ontem recebido pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, a quem transmitiu as preocupações dos militares em relação a problemas existentes na GNR.
"Além de 2.350 lugares da antiga BT terem sido extintos, não temos tido novos ingressos e somos a única instituição em Portugal pós-25 de Abril que ainda não tem um limite máximo de horas de trabalho", disse o dirigente aos jornalistas, referindo que "há profissionais a fazer 300 horas por mês".
"O secretário de Estado só nos fez promessas, que já tinham sido feitas", lamentou José Alho, adiantando: "Prometeu-nos um aumento das forças de segurança para 2012 e disse que o estatuto final estava a ser ultimado".
"Saímos daqui com promessas, resta-nos dizer às pessoas no terreno para se manterem assim durante seis meses, para ver no que dá", concluiu o dirigente associativo.
O presidente da ASPIG falou ainda na questão dos suicídios na GNR, uma situação que "cada vez mais gera preocupações".
O gabinete do secretário de Estado da Administração Interna recusou-se a fazer quaisquer comentários acerca da reunião.»

(Jornal da Madeira)


*****

Anónimo disse...

O Alho ainda usa o cinto branco e o chapeu branco? Ponham-no a fazer patrulhas a pé aí num Posto Rural do Alentejo. Os alentejanos também pagam impostos e como tal teem direito a segurança. Furtam a azeitona e invadem as reservas de caça durante a noite, e Guarda nada. Uns andam a sindicalizar, outros a fazer greve às multas, outros porque querem ganhar tanto como o comandante e outros porque são malandrões, e quem paga às favas são sempre os mesmos: Os que lhe pagan o ordenado.

Anónimo disse...

A pé? Eu achava que ele devia andar de bicicleta e de "MAUSER" postada no respectivo quadro e uma mola nas calças para não se prender na corrente! Assim, com esta tecnologia era fácil apanhar os bandidos com os Hondas Civis roubados aqui em Setubal.
A vigiar as azeitonas? ès ganda camurso (junção entre o camelo e o urso). Agora já não há azeitonas, terminou sensivelmente a 10 de Janeiro.
A guardar a caça? Contniuas na senda da camursidade. Para guardar a caça existe uns senhores fardados de verde-alface que a GNR foi buscar não sei onde e intrego-os a ganhar horas extraordinárias.
Risos de desesprezo.....

GNR Sadino

Anónimo disse...

O Sadino percebe da poda. Talvez umas patrulhas à Serra da Arrábida lhe fizessem bem para baixar a febvre provocada pelo rir.

Também és sindicalistas? Ou malandrão? As duas coisas, pois claro. A Guarda está bem servida.

Anónimo disse...

O Sadino percebe da poda. Talvez umas patrulhas à Serra da Arrábida lhe fizessem bem para baixar a febvre provocada pelo rir.

Também és sindicalistas? Ou malandrão? As duas coisas, pois claro. A Guarda está bem servida.

Anónimo disse...

Ainda não percebes-te que as patrulhas não se fazem a pé ou nos cavalos nesta altura do campeonato?
Os bandidos estão bem apretechados de mais para andarem a pé!
Quanto à zanga que te vai na alma contra os sindicalistas, eu sei o que foi que te aconteceu na vida.
Algum sindicalista se foi deitar com a tua querida enquanto tu estavas na GNR a fazeres que trabalhavas...
Risos de desesprezo..


GNR Sadino que percebe de poda e outras coisas terminadas em "oda"

Anónimo disse...

O Cmdt Geral recebe subsidio por ser militar do exercito???

O Cmdt Geral recebe suplemento das forças de segurança???

O Cmdt Geral recebe suplemento de escala???
O Cmdt Geral recebe ordenado por ser presidente dos Serviços sociais???

Quanto recebe limpos €€€€ O Cmdt Geral???

Militar da GNR atento

Anónimo disse...

Um dos grandes problemas deste país, que conduziu muitas empresas a fechar as portas, principalmente nas zonas onde imperavam os ideais comunistas, foi precisamente o facto dos empregados se preocuparem muito com aquilo que o dono ganhava.
Em vez de se preocuparem com a vida deles, e produzirem para que o patrão no final do mês lhes pudesse pagar o ordenado a tempo e horas, preocupam-se era com a vida de quem lhes dava de comer.

O General para ser quem é queimou as pestanas. Ou o "militar atento" também queria ganhar tanto como o General? Estudasse!

Anónimo disse...

Ao último comentador.

Caro comentador.

O senhor está a misturar alhos com bogalhos.

Dono/patrão de uma empresa nada tem a ver com o cargo de Comandante Geral.
O cargo de comandante geral é um cargo publico,logo o ordenado é pago com o dinheiro dos contribuintes. Nas empresas o patrâo pode ganhar milhões e biliões, desde que pague aos empregados de acordo com o contrato que com eles estabeleceu.

Agora o que eu desconhecia era que a GNR era uma empresa e o seu Cmdt/geral o dono.

Mas fiquei agora a saber. Ainda é a tempo. E olhe que realmente tem razão... O atento deve andar distraído

Anónimo disse...

Ultimo comentador:
Caro amigo este blogue é visitado, todos os dias e a toda a hora por generais, ministros, comandantes distritais e COMUNISTAS. Por isso, não se admire do comentário anterior.
Estes senhores que até são de direita (ultra), sistematicamente são do PS e defende o governo com unhas e dentes.
Pudera, o PS sempre foi e será o melhor que há para a malta graúda se encher de papel.
Vá por mim. Eu sei o que estou a dizer.


Desmilitar desatento

Anónimo disse...

"Agora o que eu desconhecia era que a GNR era uma empresa e o seu Cmdt/geral o dono."

Haaaaaaa hahahahaha..... ai desconhecia?!!!! pois então fique sabendo que a GNR é uma "empresa" que não corre o risco de ir à falência e o seu dono, General, de ser despedidio. Então o amigo desconhece que a GNR é dos Generais do Exército?! Se conhece-se bem aquela meia leca que passou pela EG, e assistisse às barbaridades proferidas por ele daquela varanda quando a cambada se encontrava formada na parada, via logo quem era o dono daquela casa.

Ao contrário do que dizem, a Guarda é uma empresa e das boas para alguns que por cá passam para enriquecer o curriculum e a carteira.

Anónimo disse...

Quem me dera ser general e dono da empresa. Fazia de vós todos meus lacaios.

Este é que tem razão. Ora leiam:


"Grande porcaria

A crise económica não tem apenas coisas muito más. Nestes meses de recessão, desemprego, pobreza e desespero de muitas famílias, os indígenas lêem, vêem e ouvem, perplexos e indignados, histórias obscenas de uns tantos senhores e senhoras, altamente respeitáveis na sociedade lusa, que andaram anos e anos, impunemente, a roubar, de colarinho branco, gravata e bons vestidos, milhões e milhões.


É evidente que num sítio pobre, deprimido, manhoso, hipócrita e cada vez mais mal frequentado a fartura e ostentação de muita gentalha sempre levantou imensas dúvidas. Os avisos, os alertas e os discursos bem-intencionados sobre a corrupção eram apenas palavras que o vento levava rapidamente para bem longe e a vidinha voltava rapidamente à normalidade da roubalheira consentida e organizada.

Algumas vozes mais inconformadas, como a de João Cravinho, eram prontamente caladas e enviadas para exílios dourados para não perturbarem a paz dos que andavam a roubar por tudo o que era banquinho, banqueta, banco, autarquia ou ministério. O que tem a vindo a público sobre o que se passou durante estes anos no BPN é uma história de fazer arrepiar as pedras da calçada. E é natural que as pessoas se interroguem como é que só agora, que a peneira se estilhaçou com a crise financeira internacional, se descobre um roubo de tal dimensão. E também é legítimo que os indígenas ponham as mãos na cabeça e percebam cada vez menos o verdadeiro alcance da nacionalização do banco fundado por Oliveira e Costa.

E se o BPN levanta imensas perplexidades, o caso do BPP e a intervenção apressada do Banco de Portugal é muito mais um caso de polícia do que outra coisa qualquer. Acontece que nestes como em outros casos, como na extraordinária fortuna acumulada pelo presidente da Câmara de Braga, família e amigos, nem polícia nem a Justiça servem para grande coisa. E já que andam para aí a destapar o pântano, seria muito bom que o senhor ministro das Finanças e a Caixa Geral de Depósitos explicassem muito bem o fabuloso negócio que fizeram com o senhor Manuel Fino, que vendeu metade das acções que tinha na Cimpor por um valor 25 por cento superior ao preço de mercado para amortizar uma dívida ao banco público.

Olhando de longe tudo isto, a ideia que fica é que a ladroagem decidiu cerrar fileiras para defender a democracia e as instituições dos ataques de uns bárbaros que odeiam ladrões, pântanos e porcarias."

http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&contentID=1030AB0A-B5AF-4477-A84E-D261D3A30C47

Anónimo disse...

No BPN? No BPP???
Então e na Guarda?!!!!!!!!!!!!!!!

Eu que presto serviço na Guarda há já quase trinta anos, descontam-me quase 15 Euros de quotas para os SSGNR e nunca beneficiei de nada daquilo,pois se quero uma casa para passar 10 ou 15 dias de férias no Algarve, nunca tenho direito a nada. Saiu-me uma casa em Montalegre, lá no meio da serra, que é donde eu sou. Ora vão mas é lamber sabão. Vão pra lá os generais e os coroneis e outros trabalhadores da Guarda.
Não há quem faça uma inspecção e fiscalização à Guarda para ver como é que os espertalhões se amanham em detrimento de quem faz patrulha de 8 horas, passa noites ao frio e dias ao calor, sijeito a todas as adversidades, sujeito a levar um tiro dos bandidos, alguns deles filhos de gentalha que nos comanda.

Anónimo disse...

Com o que o Cmdt/geral ganha eu não me governo, mas de certeza que os que vêm para aqui defende-lo não são Guardas/patrulheiros que trabalham 8 ou mais horas por dia, têm uma folga por semana ao setimo dia, trabalha por turnos etc...
porque se fosse, de certeza que não o defendia.
Porque que a merda dos oficiais não pagam cofre de previdencia, porque é que têm mais mordomias, que um Rei???
Porque é que a maioria tem direito a casas e condutores???
São servidos á mesa por serviçais(criados)com camisa branca...etc, estaria aqui mais de uma hora a enumerar tais roubos de igreja, que fazem também para que o estado seja mais pobre, pois sai do orçamento.
O regulamento de honras e continencias militares está desajustado á realidade, o praça é obrigado a cumprimentar toda a gente e os oficiais só cumprimentam quem eles querem!
Têm bares, até clubs dentro da GNR só para eles, servidos por guardas alguns a ganharem 1500 euros por mês. Depois dizem que tem de ser assim, pois os praças não gostam de se misturar, ou será ao contrário.
Não tenho inveja de nenhum oficial, muito menos do Cmdt/geral, apenas constato realidades desajustadas.
Não lhes chega o ordenado, ainda tem de ter mordomias!


Militar da GNR atento

Anónimo disse...

havia 1 camarada nosso que falava muito que este e aquele tinha mordomias.
Então não é que agora é sargento,sem o 5º ano antigo e foi buscar uns papeis como tinha trabalhado na câmara municipal lá da terra. Foi Cte de Posto e agora está numa dessas siglas modernas que eu não sei pronunciar.
Esses papeis da camara deram-lhe equivalencia ao 5º ano.
Ao que a GNR chegou. esqueceu-se de tanta critica às mordomias, fazendo ele a pior das coisas alguma vez imaginadas.
Claro que houve moeda de troca com o comando. E foi dura.
Tenho isto na mão e dás-me a equivalencia.
Linnnndddooooooo.

Anónimo disse...

Q7uando se lê o que por aqui vai fica-se elucidado da qualidade do pessoal que escreve os comentários. Esta gente nunca devia ter entrado na guarda. Não sabem o que dizem, são mal agradecidos, têm falta de profissionalismo enfim é gente que não presta. Dizem algumas verdades ,ms a forma como o dizem é realmente gente mal formada. Só falam das patrulhas de 8 horas. Então o queriam fazer? Passem à vida civil e logo verão como elas lhes mordem. Isto se conseguirem arranjar emprego.Quanto ás mordomias embora algumas possam ser exageradas, comparadas com o que se passa na vida civil são "meninos de coro".É só irem ás grandes empresas e vejam comos os "quadros" usufruem de verdadeiras mordomias. Sejam honestos convosco ao menos uma vez na vida. Reclamem com argumentos sérios e não se movam por invejas. Claro que o ideal seriamos ser todos iguais. Mas a sociedade desde que existe sempre se moveu por diferenças. Apontem um exemplo do contrário. At´+e nas sociedades ditas socialistas os "chefes" se tratavam muito acima dos demais concidadãos. Exemplos cá dentro não faltam. Eduquem-se.

Anónimo disse...

Anónimo de 25 Fevereiro, 2009 12:20,que Deus o abençoe.
Que Deus lhe dê a lucidez necessária para saber interpretar aquilo que alguns escrevem por aqui a respeito de quem não faz nada na Guarda e pela Guarda e beneficia de mordomias que nem nenhum magistrado do Ministério Público ou Judicial beneficia. E não queira comparar a formação e responsabilidades destes que referi com a formação de gente de galões e estrelas. Na Guarda qualquer oficial mesmo Alferes que seja, com funções de comando, tem direito a um bom carro e um condutor e casa por conta do Estado. E um Juiz ou um Procurador, tem isso?

E quanto a haver gente aqui no forum que não presta, como refere, o senhor deve ser de uma utilidade ímpar e nata para a sociedade.

E quanto ao "passarem à vida civil e logo verão como elas lhes mordem. Isto se conseguirem arranjar emprego..." é mais para gente que não está habituada a trabalhar, mas não é a classe das praças seguramente, que essa é o pilar da instituição. É a que ainda vai trabalhando e fazendo por isto, porque senão a coisa já se tinha desmoronado.

Repito: que Deus o abençoe.

Anónimo disse...

Estou abençoado e a si também.
Se não sabe fica a saber que qualquer juiz ou MP tem uma casa e mais quando são reformados ainda continuam a receber subsidio de renda de casa. Quanto á comparação que fazsó se for em prejuízo dos militares. Ou também é dos que está convencido que essa rapaziada foi ungida com dons divinos superiores e que são uma casta de intocáveis? Também acredita no Pai Natal? Abra os olhos e não se deixe iludir pela onda subversiva e anti-militar que está na moda.Que Deus o proteja do mau olhado

Anónimo disse...

as fontes de informação deste último comentador...valhe me deus nossa senhora!

zé do boné

António Silva disse...

Queria dar os meus parabéns à ASPIG pela sua proposta de criação de Núcleos de Acção Fiscal dentro dos destacamentos territoriais. Não se compreende a sua não existência, numa altura em que a fraude fiscal é um dos mais graves problemas nacionais. Concordando-se, ou não, com a actual reestruturação da GNR é um facto que a criação de apenas cinco destacamentos da UAF, fora dos comandos territoriais não faz muito sentido.

Por outro lado, pensar que vão ser os velhos "guarda fiscais" que vão resolver o problema da falta de pessoal nos postos territoriais é pura fantasia.
O problema da falta de pessoal há-de sempre manter-se enquanto o comando da GNR continuar a desprezar o serviço do patrulheiro do territorial, serviço que para todos os efeitos é a razão de ser da GNR, e não lhe der um horário de trabalho condigno, alterando o regime de semi-escravatura que agora impera. Regime de semi-escravatura em que toda a gente mete e meterá cunhas e imedimetos, presuntos e conhecimentos, para se livrar: sete dias (e noites) de trabalho conscutivos para ter direito a uma folga de 24 horas; Só se saber o serviço para o dia seguinte às 17 ou 18 horas ( sabe-se que dia seguinte no territorial pode ser entrar logo às 23 h). Exemplo da minha escala de serviço, nuns dias deste mês de Fevereiro, num posto do Comando De Lisboa ( aquele que o sr. Coronel comandante diz ter muito apreço pelos patrulheiros). 16 - 24 Atendimento ao Público, 24 - 8 descanso,8-12 Gratificado (obrigatório) 12 -14 descanso, 14 -20 Patrulha Apeada; 20 - 23 Descanso; 23 - 07 Patrulha às ocorrências. resumindo, em 39 horas estive de serviço 26 e descansei 13. Haverá necessidade de semelhantes horários?

Estes horários levam, para além do cansaço físico e anímico,à desmotivação, desânimo, depressão, problemas familiares e conjugais, ineficaz acompanhamento dos nossos filhos, muitas vezes ao alcoolismo, quando não ao suicídio.

Outras das causas da falta de patrulheiros nos postos, é que algumas medidas legislativas que foram tomados para incentivar o serviço na rua, caso do suplemento de escala e de patrulha ( que no início até resultaram) rapidamente foram subvertidas e hoje em dia todos os elementos das chafaricas, cozinhas, bares, obras, serviços sociais, serviços de saúde, etc., etc. recebem estes suplementos.

No fundo é triste vermos os "velhotes" (com todo o respeito) da ex-BF atirados às "feras" sem qualquer preparação ou instrução para o serviço territorial ( os do meu posto ainda andam na rua (atenção! de apeada sózinhos sem arma ou bastão e muito rapaz e rapriga, novos, acabados de chegar à Guarda, já no "bem bom" e a dormirem as noitinhas na cama.

Para quando um horário igual para todos? Para quando os suplementos para quem efectivamente os merece e a eles tem direito?


Termino manifestando a minha intenção de me associar na ASPIG e sugerindo à sua direcção que coloque em anexo on-line cartazes (tamanho A4) de maneira que possamos imprimi-los e melhor divulgar a ASPIG pelos postos.

António Silva

Anónimo disse...

Será que toda esta gente ainda não percebeu que a missão primeira da guarda é fazer patrulhas? Se não querem fazer patrulhas o que querem fazer? E quem as há-de fazer? Responda quem souber

Anónimo disse...

Ao Zé do Boné
Picou-se porquê? É algum dos priveligiados e não gostou de ser desmascarado? Leia os jornais e fale com o pessoal ligado a essa gente e verá quais são as fontes.

Anónimo disse...

"-Existe uma diferença muito grande no vencimento base do guarda para um cabo de curso o que desmotiva os guardas no desempenho das suas funções."
Isto só pode ser para rir, uma vez que o cabo de curso estudou para lá chegar, sujeitou-se a ser colocado longe de casa no fim do curso e agora com essas promoções por atacado corre o risco de ser apanhado e até ultrapassado por quem se acumudou....